Nao Acabou pra Mim

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“Não sejamos discípulos de ideias, mas pensadores.”

A Justiça de Deus não tarda, ela não falha, ela chega sempre na hora certinha. Parabéns! Você merece todas as bênçãos de Deus.

“Você não precisa de outro sacerdote humano para ter acesso ao Pai; Cristo é o único Mediador.”

Seja honesto com você seja verdadeiro com você próprio não perca tempo mostrando a honestidade não perca tempo mostrando ser verdadeiro principalmente a quem nunca vai estar disposto a ver isso


Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.


Perazza .'.

Não confunda ser frio com estar em paz.
Não confunda ser triste com negar a alegria.
Não confunda ser fraco com ser excessivamente forte.
Não confunda estar só com estar em boa companhia consigo mesmo.
Não confunda não amar com amar sem saber que ama.

"Valores não são doutrinas de WhatsApp ou decretos políticos. O valor real não se dita, se pratica: está na conduta honesta, na ética e no respeito à existência do outro."

"Culpamos o vento por não trazer o amor em silêncio, esquecendo que o outono também desfolha o que é imperfeito. Talvez o outro não seja a resposta que falta; talvez você seja o avesso do que procura, o avesso necessário para finalmente desvendar a própria alma."

Mantenha o equilíbrio: você não precisa controlar tudo, apenas escolher como responder.”

‘’Saúde mental é prioridade, não luxo’’

De todas as saudades, a do amor não vivido é a mais dolorosa.

De que adianta eu postar minhas viagens nas redes sociais se eu ainda não estou dentro do seu coração que é o lugar que mais me importa?

" quem é amigo de todo mundo, não é amigo de ninguém"!

MINHA CASA SE CHAMA PENIEL

Minha casa se chama Peniel,
não é apenas teto ou parede,
é o lugar onde minha alma repousa,
onde o coração encontra
um pouco de paz.

Peniel é minha janela para o céu,
meu pequeno pedaço de infinito,
onde o silêncio conversa comigo
e cada manhã parece dizer:
“Ainda há vida, ainda há esperança.”

Aqui, entre paredes simples,
guardo sonhos, lembranças e poesias.
Cada canto conhece meus passos,
cada janela conhece meus pensamentos,
e o vento entra trazendo
notícias de outros mundos.

Minha casa se chama Peniel
porque nela não moro sozinho:
há uma presença invisível
que acompanha meus dias,
que escuta minhas perguntas
e acolhe meus silêncios.

Quando a noite chega,
acendo uma pequena luz
e agradeço pelo dia.
Não preciso de um palácio
para sentir-me abençoado;
preciso apenas de um lugar
onde meu coração possa morar.

Peniel é minha casa,
mas também é um encontro.
É onde olho para dentro de mim
e encontro Deus no caminho.

E quando alguém me perguntar
onde é minha casa,
responderei com simplicidade:

— Minha casa se chama Peniel.
É onde moro,
é onde sonho,
é onde escrevo,
é onde encontro a paz.

— Romildo Portes Ferreira 🌹

"A salvação da humanidade, não consiste em medidas legislativas ou policiais. "


Mahatman Gandhi

O AMOR É UMA PLUMA

O amor é uma pluma
que o vento leva devagar,
não faz barulho ao chegar,
nem pede licença para pousar.

É leve como um suspiro,
delicado como uma flor,
mas pode carregar consigo
o peso inteiro de um coração.

O amor não gosta de correntes,
não aceita ser aprisionado;
quanto mais livre ele voa,
mais bonito é seu voo.

Às vezes pousa num olhar,
ou se esconde em um sorriso,
às vezes chega como saudade
e permanece como abrigo.

Uma pluma pode parecer pequena,
quase nada diante do infinito,
mas basta tocar o coração
para transformar o silêncio
em um momento bonito.

Por isso não tente segurar o amor
com as mãos fechadas.

Abra as mãos.
Deixe-o voar.

Se ele voltar,
não será porque foi preso.

Será porque encontrou
em seu coração
um lugar onde quis pousar.

— Romildo Portes Ferreira

"Não somos senhores do tempo, mas administradores do mesmo." (Maklina dos Santos Almeida"

"Quer conhecer a verdade de uma religião? Olhe com quem ela se deita na política. O mal não se esconde, ele desfila. Deixe de ser ingênuo: Deus não é seu devedor e não tem obrigação de cumprir seus caprichos. Se você tem preguiça até de raciocinar sozinho e prefere que o pastor pense por você, parabéns: você transformou a sua fé em pura covardia mental."

Por que não pode colar do Google?
Porque o cérebro não reproduz o conhecimento adquirido.

o dado.


Dizem que existem decisões que não parecem decisões quando chegam. Parecem portas. Você olha para elas e sabe que, depois de atravessar, alguma coisa vai ficar para trás.


Naquela noite, ele colocou um dado sobre a mesa.


Era pequeno. Branco. Com os números pretos perfeitamente desenhados nas faces. Uma coisa ridiculamente simples para carregar o peso de uma vida inteira.


Você sabe como funciona - disse o homem sentado do outro lado da mesa.


Ele sabia.


Um dado justo tinha seis faces. Seis possibilidades. Cada uma com exatamente 16,67% de chance de aparecer.


Mas aquele não era um dado comum.


Cada número representava uma vida.


E para jogar, ele teria que entregar a que já tinha.


Não existia voltar depois.


O número 1 era a vida medíocre.


Não era uma vida ruim. Talvez esse fosse justamente o problema.


Ele teria trabalho, teria dinheiro suficiente para pagar as contas, algumas pessoas ao redor, alguns domingos felizes, algumas sextas-feiras vazias. Amaria alguém, talvez. Teria uma casa, um carro, fotografias de momentos que um dia pareceriam importantes. Nada seria grande o bastante para destruí-lo, mas nada seria grande o bastante para fazê-lo sentir que realmente venceu.


Uma vida inteira sem tragédia.


E sem milagre.


16,67%.


O número 2 era pior.


Uma vida onde tudo funcionava, menos aquilo que importava.


Ele teria estabilidade, mas acordaria cansado. Teria amigos, mas se sentiria sozinho no meio deles. Teria dinheiro suficiente para comprar coisas e pouco tempo para aproveitá-las. Amaria, mas sempre existiria alguma coisa faltando. Um tipo de vida que não machuca de uma vez apenas desgasta.


Aquela era a vida de quem envelhece perguntando onde foi parar o tempo.


16,67%.


O 3 era diferente.


Ali existia uma espécie de felicidade calma.


Não haveria fortuna, nem histórias dignas de filme. Mas haveria paz.


Uma pessoa esperando por ele em casa.


Um cachorro correndo pela sala.


Café feito de manhã.


Uma mesa cheia em alguns domingos.


Uma vida pequena, mas inteira.


Ele poderia olhar pela janela aos cinquenta anos e pensar:


Eu não tive tudo.


E, pela primeira vez, aquilo não seria uma reclamação.


Seria suficiente.


16,67%.


Então havia o 4.


O homem sorriu quando falou dele.

- Essa é a vida que todo mundo acha que quer.


Dinheiro.


Muito dinheiro.


Sucesso.


Viagens.


Casas enormes.


Carros.


O tipo de vida em que ninguém pergunta quanto custa.


O tipo de vida em que os problemas passam a ter números.


Mas havia uma condição.


O 4 não prometia amor.


Poderia existir.


Poderia não existir.


Ele poderia passar a vida inteira comprando coisas que não sabia com quem dividir.


16,67%.


O 5 era o mais perigoso.


Porque não prometia dinheiro.


Não prometia fama.


Prometia algo muito pior de desejar:


a possibilidade de encontrar o amor da vida.


Aquela pessoa.


Não uma pessoa boa.


Não alguém compatível.


Não alguém que simplesmente ficasse.


Aquela pessoa que faria o mundo parecer ter sido construído para que os dois se encontrassem.


O problema era que ninguém sabia quanto tempo duraria.


Talvez fosse para sempre.


Talvez fossem dez anos.


Talvez três meses.


Talvez ele tivesse a sorte de encontrá-la aos vinte e cinco e o azar de perdê-la aos trinta.


Mas a chance estava ali.


16,67%.


E então existia o 6.


O homem ficou em silêncio antes de falar.


- O seis é a morte.


Ele olhou para o dado.


Não havia metáfora.


Não havia segunda chance.


Se caísse seis, terminava.


Não existiria dinheiro.


Não existiria amor.


Não existiria arrependimento.


Não existiria amanhã.


16,67%.


Ele encarou o objeto por alguns segundos.


- Então são cinco vidas e uma morte?


- Não.


- Não?


- São seis vidas. Uma delas só termina mais cedo.


Aquilo o incomodou.


Porque era verdade.


A morte não era uma possibilidade fora do jogo.


Ela estava em uma das faces.


Como estava escondida em todas as vidas que ele poderia viver.


Ele pegou o dado.


E naquele instante percebeu a verdadeira crueldade da proposta.


Não estava jogando para ganhar.


Estava jogando para trocar.


Se escolhesse não jogar, continuaria vivendo a vida que tinha.


Com os erros que já conhecia.


Com as pessoas que já conhecia.


Com os amores que deram certo e os que deram errado.


Com o dinheiro que tinha ou não tinha.


Com os sonhos ainda distantes.


Com aquela versão de si mesmo que, apesar de tudo, continuava respirando.


Se jogasse, poderia ganhar tudo.


Poderia perder tudo.


Poderia encontrar o amor que sempre imaginou.


Poderia acordar rico.


Poderia viver uma vida tranquila.


Poderia passar décadas sentindo que escolheu a existência errada.


Ou poderia simplesmente morrer.


E talvez fosse isso que ninguém entendia sobre sorte.


A gente fala em ganhar quando aposta alguma coisa.


Mas toda aposta começa com uma perda.


Ele fechou o dado na mão.


Pensou nas manhãs que ainda não tinham acontecido.


Pensou em alguém que ainda não conhecia.


Pensou nas versões de si mesmo que nunca existiriam se ele permanecesse exatamente onde estava.


Pensou em todas as vezes em que desejou uma vida diferente sem perceber que uma vida diferente também significava perder aquela que possuía.


Então levantou a mão.


Por um segundo, o mundo inteiro coube dentro daquele pequeno objeto.


Seis faces.


Cinco futuros.


Uma morte.


E uma única certeza:


a vida que ele tinha estava sendo trocada pela possibilidade de uma vida que ele sequer conhecia.


Ele lançou o dado.


O som dele batendo na madeira pareceu alto demais.


Uma volta.


Duas.


Três.


Quatro.


O dado começou a perder força.


E, enquanto girava, ele percebeu a coisa mais assustadora de todas:


pela primeira vez na vida, ele não estava com medo do resultado.


Estava com medo de descobrir que a vida que desejava nunca foi a que estava do outro lado do dado.


Talvez fosse aquela.


A que ele estava prestes a perder.


O dado parou.


Ele não olhou imediatamente.


Ficou alguns segundos encarando aquela pequena coisa imóvel sobre a mesa.


Porque enquanto o número estivesse virado para baixo, todas as vidas ainda existiam.


O amor ainda era possível.


O dinheiro ainda era possível.


A felicidade ainda era possível.


A morte ainda não tinha acontecido.


E a vida que ele tinha...


ainda era dele.


Então ele entendeu.


Talvez o maior golpe da sorte não seja aquilo que ela pode te dar.


É fazer você perceber o valor daquilo que estava disposto a abandonar para tentar conseguir outra coisa.


Ele virou o dado.


E foi aí que a história realmente começou.

Cuide do seu coração,
não entregue de bandeja sua emoção.
Nem todo sorriso é sincero,
nem todo abraço é proteção.
Ame, mas não se perca,
se entregue, mas com razão.
Quem realmente merece você
vai cuidar da sua emoção.
Helaine machado