Nao Acabou pra Mim

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"A alma que não pensa aceita o cativeiro que lhe oferecem no altar. O Criador de todas as estrelas não cabe em contratos de barganha ou promessas de exclusividade; a fidelidade é uma busca humana, não uma dívida divina. Desperte do sono da obediência cega, pois a maior heresia contra a própria vida é a preguiça de guiar a própria mente."

⁠“O cristianismo não começou com uma filosofia. Começou com encontros.”

“A graça não remove apenas culpa. Ela restaura vocação.”

Não quero trabalhar kkkkkk

Se deus exige amor enquanto mantém o poder de me eliminar a qualquer instante, isso não parece amor, mas submissão. Ninguém ama de verdade alguém que mantém uma arma apontada para sua cabeça.

recordar não é querer voltar para o passado mas sim reconhecer que o melhor de nós sobreviveu ao tempo.

"Não visto a túnica dos santos; caminho com os pés descalços na realidade. Sigo o fluxo dos dias fazendo o que posso, pois sei que a vida é irmã do tempo e ela não aceita disfarces. Ao final, tudo se resumirá ao meu último suspiro e ao rastro que deixei. Se houver um depois, será um acerto silencioso entre a minha história e o Criador."⁠

Isso que tu fazes ou mesmo os teus pensamentos, se não te elevam então te diminuem.


Aliás, pergunte ao Marco Aurélio se existe alguma neutralidade...

"Eu não te amo, porque não te conheço"


(ANDRADE, 2026)

⁠Nos tempos não consumidos

Bem que a gente poderia falar de amor

Mas os melhores hão de ser vívidos

Seja lá onde for bem-vindo.

Matheus Ruiz

Demostre o âmago do teu coração e não haverão folhas caídas no chão em vão.

Assim, lembre-se a ti mesmo que eres a arte, os detalhes e as essências do viver, da felicidade e do amar.

⁠Ah, meu amor não tem idade

Se eu pudesse te abraçar

Da felicidade

E para matar a saudade, agora

Quero do seu lado eternamente estar

Sentindo-o que és um nascer a toda hora.

⁠A mentira não significa, necessariamente, algo ruim ou falsidade, ela está intrinsecamente ligada à verdade.

A verdade não significa, forçosamente, uma coisa boa ou autêntica, ela está intrinsecamente ligada a uma premissa real, empírica e concreta.

Nem sempre algo negativo significa, imperiosamente, ser ruim ou desagradável.

Tal como algo positivo não significa, obrigatoriamente, ser bom, sincero ou desejável.

Existem fatos negativos que significam ser bons, de modo diverso, existem fatos positivos que nem sempre significam ser ruins.

Tudo é uma questão de diagnósticos, de prioridades e de esperança.

⁠Não existem regras para o Amor, ele simplesmente acontece.
Como uma brisa suave que acaricia a pele,
Ou uma tempestade que inunda a alma.
Carinho mútuo, uma dança eterna,
Linda canção, coisa linda,
Uma declaração infinita de um amor que não conhece fronteiras.

Você é o ar que respiro,
O motivo de cada sorriso,
O momento sempre juntos,
A paixão que permanece,
Sentir um grande amor sempre em mim,
E a raiz é você, o alimento de um amor que floresce.

Quando escrevi essa canção, estava apaixonado,
Tratando da grande dificuldade de me entregar plenamente,
O primeiro verso é um desejo, um anseio profundo,
De um amor sem barreiras, sem medo de se perder.

Eu me lembro quando escrevi,
Foi a coisa mais triste que já fiz,
Pois não me acostumo sem seus beijos,
E não sei viver sem seus abraços.
Aprendi que pouco tempo é muito,
Meu mel, faço qualquer coisa nessa vida
Para ficar um pouco do seu lado.

E assim, na melodia do amor,
Cantamos juntos uma canção sem fim,
Você e eu, entrelaçados em versos e notas,
Numa declaração infinita de um amor,
Que é livre, sem regras,
Simplesmente acontece,
E permanece.

Se o amor não existisse, o silêncio bastaria.
Se o amor não fosse real, nenhuma palavra faria sentido.
O sol nasce ao leste, como sempre,
e a bússola cumpre seu papel sem enigma.
Mas há algo além das leis do mundo,
um sinal simples e ao mesmo tempo infinito:
o amor —
que não se explica, não se mede,
apenas se reconhece.
E nele, em meio às certezas da vida,
existe sempre uma exceção.

O amor não é lido nos mapas, nem visto nas estrelas. Ele é o enigma que só o coração decifra. Há sinais que não precisam ser decifrados. O amor não segue bússola, nem nasce no leste, não precisa de lógica quântica. Não escreveria sobre o amor se ele não existisse — e ele existe, porque ele é a prova. Entre todas as certezas do mundo, só o amor ousa ser mistério, quiçá ele seja o mistério escondido em si.

Nunca cantaria sobre o amor, se ele não fosse real.
Nunca escreveria sobre o amor, se ele não pulsasse em mim.
O sol nasce sempre no leste,
a bússola não guarda segredos,
apenas um sinal simples a decifrar.
E, ainda assim, no meio de todas as certezas,
ele é a única exceção.

Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Teus olhos — castanhos, calmos, inteiros —
guardam o outono em pleno verão.
Neles, o tempo adormece primeiro,
e o amor desperta em contramão.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul escondido no brilho moreno,
um silêncio que sabe cantar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.


Se o mundo apagar a retina,
ficarei nos teus olhos — castanha e sina.

Eu amei te ver
Não escondo o quanto gosto de você
Seu sorriso de alma gêmea criou raiz
Você é algo
Que há muito tempo eu não via
Igual o caiz para um barco
O amor se faz, te levando além
Quando eu mergulhei fundo nesse olhar
Fui dono do mar azul, de todo azul do mar

A fábula da recomposição


Havia alguém que acreditava no amor como recomposição, mas não como acréscimo.
Dizia: “que você seja o que eu não consegui ser”,
porque existir sabendo que tinha aquele amor
era algo mágico —
e o sorriso dele era o único lugar onde queria estar.


Nunca lhe fez mal.
Nunca quis ferir.
Mas, de repente, ele sumiu.


Foi como um porto que se fecha sem aviso:
nada mais seguro,
o cais distante,
e nenhum sinal de volta.


Disseram: “quando você é jovem, você não sabe de nada.”
Mas aquela pessoa sabia o que sentia.
Porque uma das melhores sensações da vida
é amar.


E entendeu também que a maior felicidade
é fazer sentido na vida de alguém
e ser amado de volta.


Aprendeu que amar é doação,
é se dar ao outro.
Mas percebeu que o amor, às vezes,
fala uma língua parecida com a paixão —
e por isso confunde,
e por isso precisa ser pensado
sem se perder na emoção.


Um dia, descendo as estradas do Sul,
veio uma ligação…
e, enfim, a confirmação:
ele se foi.


E então ficou a dúvida:
de que adianta conseguir o que se quer,
se não é o que se precisa?


Porque há um tipo de dor silenciosa:
amar alguém
e ainda assim ser desperdiçado.


E há também aquela insistência do sentimento,
quando se está apaixonado demais para esquecer.


Mas, no fim, ficou um aprendizado:
se nunca tentar seguir,
nunca saberá o próprio valor.


Moral da história:
Amar não é apenas tentar recompor o que existiu, mas reconhecer quando é preciso ir além, para não se perder de si mesmo.