Nao Acabou pra Mim
Faltou agua
Acabou a luz,
Comida não tem.
Sofrimento sempre sobra
Em alguma casa
Sem janela e nem porta,
Seja no sul ou no sertão!
A noite é iluminada
Pelos lamentos,
E o sal das lagrimas
É o sustento!
Para a barriga de vento.
Em terra castigada
Pela politica e corrupção
Quem sofre é o miserável
Sem o acesso a saúde
E educação.
Que vive de promessas
Que insistem em se repetir
A cada quatro anos
Ilusão, ilusão, ilusão,
Pela falta de competência
Na escolha de uma nação.
FONE ACABOU DE VEZ, CAIU E NÃO FUNCIONA MAIS, DESDE HOJE DE MANHÃ.
TRABALHEI ATE 15 HS, TO EM CASA AGORA.
ABRAÇOS
SAUDADES
Se você pensa que tudo acabou,lembre-se da folha sobra uma linha,se não sobrar comece em outra se não tiver compre um caderno novo e recomece
Não acabou porquê você desistiu. Acabou porque não fazia mais sentido continuar com um amor que não vale a pena.
Agora não sei mais nada . Acho que o filme acabou faz tempo e esqueceram de me avisar . Acho que fiquei sentada olhando os créditos e esperando uma cena inédita no final que me esclarecesse alguma coisa . Só que nesse meio tempo as luzes estao se apagando e acho que não tem mais nada depois dos créditos
Se você ainda esta vivo, é porque sua missão ainda não acabou.
Levanta e anda! A força só te será da ao caminhar.
Larga tudo o que te atrapalha: Tuas dores, autocomiseração, pena de você mesmo, desânimo, medo, tristezas, antigas mágoas, dores guardadas e que aleijarão para a vida toda se você não as abandonar.
DECIDA hoje ser melhor, fazer melhor, e mais, VIVER!!
Tem momentos que apenas sobreviver já atestado de força.
Quer chorar chore, mas chore tudo!! E levante!
http://ooraculodapoesia.blogspot.com.br/2011/09/lave-o-rosto.html
A minha história?
Bem, pra começar ela acabou.
Pra terminar eu prefiro não falar.
Eu fiz a ligação que eu tive que fazer
Eu disse adeus para quem tinha que dizer
Eu senti todas as coisas que me permitiram sentir
E mais, eu fui além de todos os limites de felicidade,
de todo bem ou mal
Eu criei qualquer coisa mais que sagrada
Eu esperei por todos os anos que me foi possível esperar
E eu cruzei a linha que jurei nunca cruzar
Eu falhei e eu voltei
Mas você já tinha partido
E você já tinha encontrado
todas as coisas que encontraríamos juntos
Eu fui até o outro lado,
e eu voltei para o mesmo espetáculo
com outros olhos
E foi quando eu percebi a troca
Eu vendi minha alma ao diabo
E recebi todas as piores coisas
Eu nunca soube sobre essa coisa de barganha
Eu perdi
Eu me afundei e levei o mundo comigo
E eu levei todos comigo
E tudo comigo
E eu abri mão de todos os prazeres
Por uma dor amiga
Por uma mão fria e imaginária
Pelo direito de poder lembrar
Hoje
e Sempre.
O ano acabou, o próximo, creio eu que será pior. Mas, não deixo de sonhar com os pés no chão aquilo que me faz mal.
Olhos Cor do Céu
CAPÍTULO 4:
A aula acabou e, como eu já havia previsto, não consegui me concentrar em uma única palavra da professora. Nós fomos para o recreio, então a Andiara começou:
- Meu Deus, Amanda! Que sorte a sua, hein? Caramba! Eu queria ser você. Acho que todas as garotas da sala queriam naquele momento. E então? A letra dele é bonita? Ou ele não fez nada a aula toda que nem eu?
- Hahaha. Ele fez sim. E sim, a letra dele é bonita até demais pra um garoto. Me surpreendi.
- Uau. E como foi passar 40 minutos olhando pra ele?
- Eu é que te pergunto. Creio que você e todas aquelas garotas devem ter "secado" ele.
- Ah, sim, todas mesmo. Bom, eu não prestei atenção a nada, como de costume.
Nós duas andamos pela escola durante o intervalo da aula e, como nem se quer esperávamos, encontramos o Gabriel encostado à mesma parede, com um pé apoiado nela. Ele estava lindo, vestido com uma camisa vermelha da escola, com uma bermuda jeans azul clara e com tênis All Star preto. Ele olhava ao redor, observando as pessoas e a escola.
O sinal bateu e nós voltamos às aulas. Tudo continuou como antes. As garotas agora já não estavam mais suspirando tanto quanto antes. Mas ainda o olhavam como se ele fosse feito de ouro.
Bateu o último sinal das aulas, o que quer dizer que todos guardaram o material voando e correram para os ônibus. Eu, como de costume, nem dei muita atenção. Esqueci de avisar, mas eu moro praticamente na frente da escola. A Andi guardou o material correndo, me deu tchau e foi embora. Porque ela não mora na frente da escola, infelizmente.
Eu estava saindo da sala, sem pressa, quando olhei para o lado e vi o Gabriel. Para o horror de meu coração, que disparava forte demais, ele olhou para mim e disse:
- Você não vai de ônibus?
- Ah, não, eu moro aqui perto.
- Ah, que legal. Eu também. Você mora aonde exatamente?
- Sabe a loja de eletrônicos que tem aqui em frente?
- Sei.
- Então, tem uma casa rosa claro do lado. Eu moro ali.
- Não brinca. Então a gente é vizinhos.
Ele disse isso com um sorriso enorme no rosto. Parecia estar sinceramente contente com a novidade. E eu, nem precisei forças sorriso algum.
- Sério? Que legal. Mas você mora aonde?
- Eu moro num apartamento logo acima da loja de eletrônicos. Tem dois ali. Um é da dona, e outro, mais atrás, é onde eu moro. De aluguel, é claro.
- Ah, que legal. Então a gente mora bem perto, mesmo.
- É.
A gente já estava na frente da minha casa. Então eu disse:
- É aqui. Então, boa-noite, Gabriel.
- Boa-noite, Amanda.
Eu entrei em casa, sem olhar para trás.
Não há mais palavras,
Acabou.
O vento não uiva,
O galo não canta,
A gaita, frustrada no canto.
Acabou.
As folhas se rasgam,
E tem seu som silenciado.
Corações partem,
Trens partem.
O músico, frustrado no canto,
Tem seu som silenciado.
Silenciado pelo barulho
De sua mente, de sua alma.
Seu coração já não bate,
Silenciado pelo barulho.
Do galo, ao vento, rasgando a folha.
Da última música, que o músico frustrado,
Escreveu naquele canto.
O trem partiu, a gaita ficou, naquele canto.
Abençoa esse dia que acabou de iniciar, livra-me de todo mal e de tudo aquilo que não provém de Ti. Ilumina meus caminhos, renova minha força, minha fé e minha esperança. E ainda que eu encontre obstáculos no curso da jornada, ajuda-me a superá-los e dá-me sabedoria para fazer de cada um deles uma lição de aprendizado, amém!
A luta não acabou, a vitória não chegou, mas você ainda está de pé, não foi vencido, e não vai desistir, seja firme!
E agora?
E agora?
O comercio fechou,
A escola parou
O emprego acabou.
E agora?
Na igreja não vou
reunir-se não pode
visitar os pais não vou
e a gente se isolou.
E agora?
Milhares de pessoas o vírus matou
outros milhares ele infectou
e a muitos ela já alcançou
E agora?
Quando tudo terminar
saberemos como recomeçar?
Teremos força para recomeçar?
E agora?
o que podemos fazer
para não perecer
toda a nossa vida
seja ela na família
ou na economia?
E agora?
Acabou
Entenda
Aceite
Quando estavamos bem vc achou que nao precisava mais conquistar
Que a batalha ja estava ganha
Voce foi se afastando
Voce foi fazendo menos
Foi deixando pra la
E o sentimento foi deixando de ser importante
Agora nao adianta chorar e ficar buscando respostas
A gente colhe o que planta
Se der amor recebera amor
Se der desprezo recebera desprezo
A gente atrai aquilo que a gente pensa
O que voce estava pensando?
Não aceito a forma como tudo acabou: nós dois, sentados num sofá velho em frente à lareira lendo um dos romances mais conhecido do mundo. Lembro-me ainda do último capítulo que você chorou, não pela morte dos personagens, mas pela história ter acabado ainda naquela noite. Você queria mais, queria que tivesse mais páginas, mais capítulos. Você queria dar mais vida aos personagens só pra passar mais tempo, agarrada com aquela fascinante história escrita por Shakespeare. É verdade que eu também não queria que a história tivesse chegado ao fim. Não naquela hora, naquele momento. Você parecia estar tão bem, que não me encomendava de passar quantas noites você quisesse lendo um só romance, afinal, quanto tempo mais teríamos juntos depois da última cena acabar? E foi isso que aconteceu… a última cena acabou, e você sumiu. Sumiu, sem dá a mínima importância pelo que aconteceu. Sem aos menos se importar com nossa história, quando, na verdade, se preocupávamos em dividir as tristezas de “Romeu e Julieta”. Mas nada adiantou, porque você foi embora. Não sei pra qual caminhou você se foi, ou por qual motivo você me abandonou, apenas sei que você deixou em uma noite de contos, lembranças pra serem lembradas em minhas tristes memórias.
Vatapá do Cerrado
Um dia ele chegou e disse:
— Acabou! Não volto mais.
Saí da caixa das comodidades e perguntei:
— Por quê?
Ele disse:
— Não sei, falta... Tempero.
Saí depenada na partilha, minha única herança:
Um velho livro de receitas.
Mas havia um sentido ao acontecido:
Casa dividida
Filhos partindo
Amigos indecisos
Família desconfiada
E eu sozinha...
...e o pior, ser acusada de ser sem tempero!
Realmente, naquele lugar, não havia espaço para que eu pudesse descarnar minha alma e retemperar minha vida.
Passei pelo quarto de minha AVÓ, que disse:
— Tenha fé! Se tivesse pernas lhe acompanharia.
Parti.
De lembranças: mudas de alecrim, coentro, manjericão, ora-pro-nobis.
Talvez a outra fosse assim:
Com a boca besuntada de manteiga de cacau, escorrendo ignorância, pele cor de açafrão de tanto vadiar ao sol, cabelos negros como tinta de lula.
Mas...
Eu tinha as faces cor de pimenta rosa e um modo de fazer diferente.
Precisava remexer e fazer um VATAPÁ e mostrar a todos que o amanhã é outro dia.
Desossei uma galinha, desfiei sua carne e modifiquei meu "penteado".
Coloquei um quilo de camarão, imaginando que o mar é grande...
Deitei azeite de dendê em abundância para lustrar meu ego.
Despejei leite de coco, pensando que o vento no coqueiral, vira a qualquer hora.
Apertei os tomates maduros para que não sangrassem antes da hora.
Piquei e chorei junto às cebolas e acreditei que elas exorcizam o ambiente.
Com parcimônia no sal (à gosto) e acreditei em Deus e na criação.
Usei alho em lâminas para espantar a inveja
Salsas e cebolinhas trituradas para dizer que tenho tempero.
Abracei a azeitona para dar um toque aveludado à vida
Troquei... era hora... o amendoim dominado pela suavidade do baru do cerrado e acreditei no equilíbrio do sabor.
Retemperei e acreditei na receita, estava tudo pronto... mesa posta e farinha de mandioca para engrossar minha intuição.
Cansada, eu agora, precisava de um banho, de um mergulho. No quintal uma banheira jazia também abandonada.
Lustrei vida nova a ela. Forrei com alecrim para perfumar meu corpo.
Cerrei as vistas de curiosos, com lençóis, para que não criticassem minha nudez e filtrassem somente bons ventos;
Mergulhei!
E foi assim: era fim de outono, as folhas caíram na virada da tarde.
Pétalas coloridas inundaram a banheira e eu me senti importante com tantos confetes!
Na verdade, ele me perdeu, o tempo avisou que as folhas velhas cairiam, dando lugar às folhas verdejantes e elas inundaram a banheira. E eu cheirando a alecrim, engatei uma nova estação e pensei:
“Amor requentado
amigo reconciliado
nunca dão um bom-bocado”
Aceite e acredite na sua receita.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury
Epitáfio
E o seu como será?
Foi um bom homem/mulher, quando não foi?
E como acabou?
Da mesma forma como viveu, ou seja, um nada.
Não diga que acabou
Se ainda está teu cheiro grudado no cobertor
Sei que sou maloqueiro
Mas o que eu sinto é amor
Não diga que acabou
Tempo ao Tempo.
Momento único.
Um momento único acabou de passar...e eu não o vi. Estava em busca da tal de felicidade.
