Nao Acabou pra Mim

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“Quero que se lembrem de quem eu era, não apenas de quem eu fui.”

— Bruno Guedes

“Não quero saber quem me julgou, mas sim quem me defendeu.”

O verdadeiro sucesso é medido pelas vidas transformadas pela bondade gratuita, não pelos dígitos em uma conta.

Democracia não é pensar igual, é saber respeitar as diferenças.


A ignorância política não está em defender uma ideia diferente, mas em acreditar que somente a própria visão merece ser ouvida. É confundir convicção com verdade absoluta e transformar a discordância em uma ofensa pessoal.
O sábio compreende que a democracia não exige que todos pensem da mesma maneira, mas que todos tenham o direito de pensar, escolher, questionar e expressar suas opiniões sem serem tratados como inimigos por isso.
Defender a liberdade de escolha apenas quando o outro concorda conosco não é defender a liberdade, mas impor condições a um direito que deveria valer para todos. O verdadeiro respeito democrático se revela justamente quando alguém escolhe diferente de nós e, ainda assim, reconhecemos seu direito de fazê-lo.
Podemos discordar de ideias, questionar argumentos e combater aquilo que consideramos equivocado. O que não podemos é imaginar que a nossa opinião nos concede superioridade sobre quem pensa diferente. Afinal, convicção não é prova, maioria não é sinônimo de verdade e discordância não é sinônimo de ignorância.
Quem precisa silenciar o outro para sustentar suas ideias não fortalece seus argumentos; apenas revela a fragilidade com que os defende.
A democracia exige mais do que o direito de escolher: exige maturidade para aceitar que os outros também podem escolher. Porque, no momento em que só reconhecemos a liberdade de quem concorda conosco, deixamos de defender um princípio e passamos a defender apenas a nós mesmos.
A democracia não morre apenas quando roubam do povo o direito de escolher. Ela também se enfraquece quando o cidadão, incapaz de respeitar a escolha alheia, deseja para si a liberdade que se recusa a conceder aos outros.

Tem mais coragem aquele que não desiste porque não tem medo ou aquele que segue em frente mesmo tendo medo?

"a humanidade não aceita o que é irrefutável"

“A independência no exercício da jurisdição não se esgota na garantia de permanência do magistrado no cargo. Sua dimensão objetiva exige a preservação de condições institucionais que assegurem a liberdade e a imparcialidade na atividade jurisdicional, inclusive contra pressões políticas indiretas destinadas a condicionar o conteúdo das decisões judiciais. A competência constitucional de responsabilização não pode ser convertida em instrumento de intimidação, tampouco a origem política da nomeação pode substituir a demonstração individualizada de responsabilidade. O constitucionalismo democrático não pressupõe a inexistência de paixões no exercício do poder, mas exige que elas sejam submetidas à racionalidade jurídica e aos limites estabelecidos pela Constituição.”

A tecnologia deveria servir para aproximar as pessoas, não apenas para gerar mais lucros.

A caridade não deveria ser vista como favor, mas como um compromisso essencial com a dignidade de todos.

O sucesso financeiro e tecnológico perde o sentido quando não é acompanhado de generosidade e empatia.

Quem não apoia projetos sociais gratuitos deixa claro que prioriza o dinheiro em detrimento do bem-estar coletivo.

A sociedade carece não apenas de investimentos tecnológicos, mas de um resgate urgente da solidariedade humana.

O valor de um indivíduo não se mede pelo que ele possui na conta bancária, mas pelo bem que ele faz.

Por que não falar das flores


Pelos campos há fome em grandes plantações, e é exatamente onde o solo está mais seco de justiça que os passos dela se fazem sentir. Ela não marcha ao lado daqueles que ditam as regras opressoras, nem compactua com as leis que esmagam os esquecidos. A Senhora da Rosa Vermelha caminha pelas margens, recolhendo as lágrimas dos excluídos, acolhendo as vozes silenciadas e estendendo a mão para todos aqueles a quem o mundo, em sua hipocrisia, virou as costas.


Por que não falar das flores? Porque a flor que ela carrega não é um enfeite passivo ou frágil; é um manifesto vivo de sobrevivência. Suas pétalas vibrantes e aveludadas são o abraço incondicional que devolve o amor-próprio e a dignidade a quem foi ferido e humilhado pela sociedade. É o afago quente que conforta o injustiçado. Mas são nos seus espinhos, ocultos, rústicos e implacáveis, que reside a verdadeira lei das sombras. Com eles, ela corta as amarras da opressão, sangra a falsidade dos covardes e devolve a maldade exatamente para a mão de quem a cultivou.


Para esta guardiã, a dor de um protegido não é um destino, é o combustível para o resgate da própria força. Ela não tolera abusadores nem aceita que os seus permaneçam prostrados. Nos ventos que acompanham seu caminhar, ela desfaz as tramas da injustiça e sussurra no espírito de quem vacila o chamado urgente para a ação. Vem, vamos embora, que esperar não é saber.


Quando a escuridão do preconceito tenta dobrar os joelhos dos menos favorecidos, o perfume denso e inebriante do seu mistério anuncia que a balança invisível começou a se mover. Sob o manto da Senhora da Rosa Vermelha, o oprimido enxuga o rosto, ergue a cabeça e descobre que a libertação nasce de dentro, pois quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

"A verdadeira caridade não é dar o que nos sobra, mas compartilhar o que temos de mais valioso: tempo, amor e atenção."

"Solidariedade não é um ato de caridade pontual, é uma forma de viver e enxergar o outro."

Pelo Brasil soberano!


Votarei no Lula e não sou petista!
Votarei no Lula, sim, pela família e pela liberdade!
Votarei no Lula, sim, pela NOSSA pátria!
Votarei no Lula, sim, e uso a camisa da SELEÇÃO BRASILEIRA, até porque a camisa não é deles!
Votarei no Lula, sim, por quem se foi durante a negligência da pandemia!
Votarei no Lula, sim, por minha classe, por ser professor, por acreditar no futuro, por acreditar na educação!
Votarei no Lula, sim, pela nossa democracia, por um estado laico e por cada um ser o que quiser ser e amar quem quiser amar!

Muitos não praticam a solidariedade por acreditarem que a responsabilidade é sempre dos outros.

O medo de perder o que tem impede muitos de dividir o pouco ou o muito com quem não tem nada.

Muitos não ajudam por acreditarem falsamente que pequenos gestos não têm valor.