Nada Pior que o Silencio
Sonhar não custa nada, enquanto seguir sonhando.
Realizar custa o valor do sonho.
Desfrutar é de graça.
Vale a pena.
Nada tem.
A única coisa que se tem agora é momento.
A única coisa que se tem agora é tempo.
O momento seguirá enquanto tiver tempo.
Tempo tem.
Sei de nada, por isso tudo que li nos livros eu não sei se é. Até imaginei e senti, mas não vi. Assim mesmo se ver não sei o que é.
Nada sei bem o que é.
Nada, sei bem o que é.
Somos => Fé e Prática.
\o/ \o/ \o/ \o/ Nova Era!!!
Mais ações em acomodações, nada de reclamações e incômodos.
Salve o fluxo da renovação, a paz e a saúde do todo.
Permite-se colaborações de silêncios e respirações profundas devagar, onde nada temos para conversar. Neste sentido, silenciar é como conversar e não desamar.
Quando nada é melhor que o tudo, o muito ainda é pouco.
Quando o nada é melhor que tudo, o suficiente já é muito.
-Felicidade é consciência e tem nada a ver com abundância, mas escassez tem tudo a ver com tristeza.
-Ao não haver a consciência da felicidade, permanece um espaço interno vazio e nenhum material poderá preencher.
-A felicidade é um estado mental independentemente de material, desde que tenha o necessário para viver e algo a mais para potencializar a alegria e praticar doações.
-O dinheiro pode resgatar a felicidade consciente, quando recursos necessários básicos estiverem comercializados.
-Enquanto isso segue a oportunidade de lutar na sagrada vida nessa possibilidade de abundância não material que não se vende e não se compra.
-O universo é infinitamente rico e há o suficiente para todos, onde a ganância impede e tudo isso virou um jogo que o sistema ama ver uns contra os outros para poderem se garantir, já visto como normal.
-A vida original foi estragada e ainda será resgatada aliviando corações.
De ti não encontrei mais nada!
Uma brisa corre rasteira, sussurrante
Medi o alcance do horizonte, para além do amor
Há sempre o vazio numa esperança imensa
Estou cansada dos passos nesta estrada...,
E sempre esboçar o perdão...e nunca encontrar nada!
O que seria do azul do Oceano sem o ósculo do céu
e ainda vereis todos os dias o por do sol...
Ele não morre se põe...
Chamejam devaneios neste caminhar
em mim os anseios, guias, quereres ocultados
Na vida, surgiram ao meu embate, mágoas e louvores...
Sufoquei um grito dentro de mim
E em estrondos abrandei a minha dolente alma
eu fui sincera...despi meus anseios e falei pra ti...
Inquiri ao vento quem sou, por que estou sempre aqui?
Respondeu-me que a calmaria e a doce noite
Eram apenas mais um sonho ...um sonho longo talvez...
Tem sonhos que são feitos para torturar...
procurei por ti dentro de mim...
Já era uma ave sem voo... De ti não encontrei mais nada!
FUGA...
E passei...e não olhei para trás...
Não te vi...nada vi...
Não te sorri...fugi...
E desde este dia nunca mais te vi!
Aqui ainda sou eu que assim de passagem
neste mesmo lugar desta viagem
onde meu corpo maculado pelos
ventos que sopravam dos desertos
refugiado....
e que a brisa me receba com
seu tépido ares e no meu findo
Alento poder prosseguir...
E o silencio que acerca-se
Nos meus murmúrios que sussurram
Nas trevas insolúveis
Das noites onde repousa a minha quietude de ti!
