Nada Pior que o Silencio
Lamentar por minhas palavras posso pedir mil perdões e ficar bem , mas o que fazer com meu silêncio? nem eu e nem eles sabem dizer,apenas lamentar.
A sabedoria do silêncio é interno é valorizada como uma forma de conservar energia vital, e de desenvolver uma presença tranquila e reflexiva, livre das distrações e do ruído do dia a dia. Através do silêncio, pode-se alcançar uma maior clareza de pensamento e uma compreensão mais profunda da própria existência.
“Motivos”
O meu silêncio é o meu refúgio, as palavras meu acalanto escrevo para vê o mundo.
Escrevo para vê seu sorriso, escrevo para me sentir livre. Escrevo para me sentir vivo.
Escrevo para ser descoberto, escrevo com toda minha sinceridade, escrevo por esse sentimento que por você vivo, e que por muitos motivos, o sol nasce, a lua toma conta da escuridão da noite.
E nasce mais um motivo para eu viver nesse mundo de palavras vivas nesse charme de folhas vazias.
E que por você, vivem.
Quando foi a última vez?
Quando foi a última vez que escutou o silêncio,
Ou o barulho de tudo, em seu violento desalinho?
As gotas da chuva, em cadência, no chão em relento,
E você, na pressa, perdeu-se do caminho.
Quando foi a última vez que encarou o mar,
Sem pensar, apenas vendo a imensidão engolir o céu?
Onda após onda, o mundo a sussurrar,
E você, vazio, preso ao próprio réu.
Quando foi a última vez que olhou as estrelas no manto,
Sentiu o frio cortante da verdade infinita?
A Lua, em seu brilho, despiu seu encanto,
E você, esquecido, sob a noite maldita.
E a última vez que de uma árvore colheu,
Saboreando o fruto, sentindo sua seiva correr?
Ou passou sem notar, sem saber o que perdeu,
Correndo da vida, deixando-a escorrer?
Quando foi a última vez que realmente viveu,
Sentiu o pulsar, o ardor em cada veia?
Ou será que, sem perceber, já morreu,
Na correria insana, sem lutar por uma ideia?
Feche os olhos, deixe o desconforto invadir,
Permita que o silêncio, com fúria, te abrace.
Quando foi a última vez que parou de fugir?
Ou será que nunca... Vai deixar que a vida o ultrapasse?
O medo e o silêncio muitas vezes atuam como defesas instintivas contra situações desconfortáveis. O medo pode te paralisar para evitar o que considera ameaçador e o silêncio pode ser uma forma de proteger os sentimentos e evitar conflitos. Ambos são mecanismos de autoproteção, mas é importante reconhecer quando eles estão impedindo de enfrentar e superar desafios. Confrontar os medos e expressar o que se sente pode ser benéfico para o crescimento pessoal e para a construção de relacionamentos mais saudáveis e duradouros.
No ninho em Deus, a alma encontra refúgio e paz além da compreensão humana. Ali, em meio a silêncio e luz, todas as dores e inquietudes desaparecem, e o espírito se sente sustentado pelo amor eterno. É um lugar sagrado onde a essência do ser descansa em harmonia, finalmente em casa, envolta em ternura divina.
Sou apenas eu e o silêncio.
O sol já se foi, mais um dia se findou.
E eu continuo ocultando esse sentimento.
Fico me perguntando se você percebe as palavras que não são pronunciadas.
A verdade se impõe muito mais eloquentemente com o silêncio que resta quando as mentiras são desfeitas do que com a construção das palavras
O meu silêncio do saber, me faz flutuar na essência da existência do meu profundo silêncio absoluto original!
Acordo noite dentro
Com ela a meu lado
Na quietude da noite
O silêncio está calado
Não! Não o vou romper
Melhor permanecer assim
Às vezes as palavras
Podem ditar o fim.
vejo-a serena em seu sono
quem sabe, sonhe comigo
vou deixar que durma
acorda-la seria castigo.
No silêncio de São Luís,
O pin-hole revela segredos,
Poemas datilografados,
Um passado que o futuro carrega.
Entre ruas de saudade,
A máquina Hermes Baby dança,
Letras como memórias antigas,
Marcadas nas páginas do tempo.
Celso Borges entrelaça versos,
"O futuro tem o coração antigo",
Uma ode à nostalgia, ao encanto,
Onde a poesia abraça a imagem pin-hole.
No Instituto Federal do Maranhão,
Estudantes, fotógrafos da alma,
Capturam instantes com pinças de luz,
Diálogo entre texto e imagem se faz.
No livro, o projeto gráfico é trama,
A estética crua do pin-hole ecoa,
O digital rende-se à máquina,
Uma sinfonia de passado e presente.
Nas páginas escaneadas, a cidade
Respira poesia, respira história,
Um livro que sussurra segredos,
"O futuro tem o coração antigo".
A verdadeira essência surge no silêncio da noite. Antes do sono o coração acende... Sonhos, desejos, medos,
o que realmente somos, amamos.
No silêncio do vazio, eu despeço-me.
Do amor, despeço-me; Da paixão, despeço-me; Da ilusão, despeço-me; Do sonho, despeço-me; Do riso, despeço-me;
E o mais, aterrorizante e assustador é que tu não percebes, que cada fala e cada atitude é uma despedida.
E que de tanto falar, fiquei muda;
E de tanto querer ver o que estava errado, fiquei cega;
E que ao tentar fazer e fazer algo para corrigir, fiquei paralisada.
E agora, só me resta o milagre, de que me veja, me sinta. E na despedida, me acolha.
O silêncio não apenas ressoa nas perguntas não feitas, mas também revela as verdades que as palavras temem pronunciar.
