Frases com cama
todas as noites eu deito em minha cama e olho pro teto, faço planos dialogos e ate imagino nossa casa.Mas horas depois eu vejo que o objetivo de tudo esse sonho não vai vim para mim.Eu te amo poxa-
E em uma noite qualquer você vai estar jogado na sua cama, e eu vou surgir na sua cabeça. Vou surgir mais rápido e mais forte do que um raio daquele Deus grego que nós tanto cultuávamos. E eu vou surgir. E você vai se lembrar da menina louca que do nada apareceu na sua vida e te falou em lendas, dor, e amor.
Hoje eu não estou com vontade de fazer nada, só quero ficar deitado na cama.
Ana- É como se minha cama falasse.
Jorge- E o que ela diz?
Ana- “Vinde a mim todos aqueles que desejam”.
E a gente sempre chora numa cama quente e embaixo do cobertor, sem que ninguém veja, a dor que traz um amor.
A cena é muito clara em minha mente. Eu estava deitada na cama do hospital olhando para a porta vendo o vai e vem das pessoas, minha Mãe precisou ir até minha casa para pegar roupas e olhar as pessoas passeando lá fora, me deixava mais confortável e acreditando que não estava sozinha. Vi uma sombra se aproximando do lado direito e fui medindo a pessoa dos pés até a cabeça. Quando vi aquele sorriso era como se todas as doenças do mundo acabassem de ser curadas ali mesmo. Era ela!
Vem sempre no mesmo horário, da mesma forma, com a mesma força. Me viro para o outro lado da cama e a insônia me faz compania. Procuro esconderijo e o teto desaba junto com uma enxurada de pensamentos que me deixam fora de cogitação.
Tão distane, parado. Levanto e tento evitar toda e qualquer contusão de sentimentos.
Perco tempo, espaço, perco vida.
O relógio corre atormentado, o frio delirante me traduz, tudo desnecessário, sem condição.
Deito, durmo!
Uma cama de luz,
uma cadeira de silêncio,
uma mesa em madeira de esperança, nada mais:
assim é o pequeno quarto de que a alma é locatária.
Deito-me sozinho, sinto a nada, todo o nada dentro de mim, me levanto da cama, me sento na porta, sinto o vento dentro de mim, um ar que grita, um ar de fúria e medo, de tristeza, de sonambulismo, de ardência, de calor, me queima, me mata, me deixa aos soluços, me deixa me deixa…
Pra você eu fiz um poema de amor que chama
De alguém que Ama, no chão ou na cama
Um poema de amor que seja assim
Uma poesia do amor que existe em mim.
Uma das coisas que mais desejo no momento é deitar cama, fechar os meus olhos e não pensar em nada, absolutamente nada. Nenhuma culpa, nenhum sonho, nenhum problema, nenhum coração partido. Quero dormir completamente livre de qualquer sentimento. Quero dormir e me sentir leve, apesar de tudo e de todos.
Quero dormir ao teu lado numa cama pequena, sentir o gosto do teu corpo e ver sorrir minha alma com tua presença.
E depois, não muito depois, vou deitar no lado da cama que você costumava ocupar, e cantar baixinho "Não me deixe só aqui, esperando mais um verão".
Deitei na cama e devaneei no seu sorriso de menino homem que me encanta e fascina, e uma agradável sensação povoou meus pensamentos: o desejo e carinho recíprocos, puros mas com gosto de pecado!
Vim para a cama sozinha... pensando em seu corpo gostoso, sua pele macia. Seu cheiro de homem que me enlouquece... seu membro rijo que me invade e me extasia!
Eu queria levantar da cama e encontrar uma rosa. Não vermelha. Branca. Pura. Toda para ser escrita como se fosse uma página em branco. Uma rosa deixada por alguém que pensa em mim e que eu não conheço ainda.
Cama
Deita do meu lado, respire levemente
Vou te fazer dormir, com beijos e palavras
Que não saem igualmente para mais ninguém
Acho que você não está me ouvindo bem
Tenho me arrastado nesses últimos dias
Como réptil sem rumo
O seu pedaço eu não enxergo
Dou-te mais que lágrimas
Um rio que flui a qualquer hora só para te banhar
Com pedrinhas brilhantes que provoquem sorrisos em ti
Mas, não vou te dar mais que um dia
Eu não posso prometer o que não sei se ainda existirá
Sinto o fogo matar folha por folha
Nossa mata foi pega em traição
A fizeram chorar sem ter cometido pecado algum
E o que fizemos foi gritar em meio a fogos de artifício
Como nos ouvirão?
Eu escrevo o que me sai nos ouvidos
Minhas mãos estão cada vez mais habilidosas
Tenho fugido a tantas responsabilidades
Minhas poesias nunca serão escassas
Nem meu coração parará de palpitar quando eu morrer
Pois, quem tem um amor verdadeiro
Renasce todos os dias com o Sol
E se duplica durante os eclipses
É tão misterioso, que eu mesma que faço parte
Ainda me amedronto
Quão tola sou, em imaginar ter tudo o que eu quiser
Fragmentei minhas emoções a tal ponto que enlouqueci
Torturei quem não tinha forças nem para respirar
Fui cruel até ninguém mais se entristecer
Mas, eu repeti quantas vezes eu pude
Fizeram o mesmo comigo
Aceitei como mais uma lição
Hoje guardo em pedras os nomes
Hoje tenho em meu coração apenas amor
O vento levou consigo todo desprezo que fiz brotar
Foi aí que me senti feliz!
