Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
Naquela noite decidi que queria usar minhas palavras para empoderar os outros; ajudar, em vez de ferir.
O LIMITE DO OLHAR
Esperei com ansiedade o dia terminar
E mais uma vez outra noite chegar
O céu se escurecer e a estrela brilhar.
Olho para o céu e vejo até onde meus olhos podem enxergar;
É grande a imensidão sem fim que meus olhos não conseguem avistar.
Minhas pupilas dilatam e mesmo assim não consigo tudo encontrar.
Difícil é pensar e de uma maneira nítida expressar o sentimento de falar de onde não posso estar.
10/09/2023
"Desculpa, mas dessa vez não dá!"
"Desculpa, mas dessa vez não posso!"
"Desculpa, te deixar de fora dessa!"
E assim a gente se perdeu e não se encontrou mais.
Uma hora cansa ser deixada de fora de tudo, sempre!
Cansa ter que entender os motivos de ser deixada de lado em todas as oportunidades de ser incluída em algo.
"Quando li a bíblia pela primeira vez, foi para conhecer a sua abordagem histórica, geográfica, social e linguística. Isso me levou cerca de três meses.
Já das outras vezes que a li, foram para reflexão da alma... Da vida.
Essa leitura me envolve até hoje."
Certa vez me perguntaram o que é gratidão, eu respondi assim: Viva a vida! Afinal, a vida não apenas é viva, mas foi concebida para ser vivida.
Em vez de nutrir ódio, componha uma ode à vida. Por exemplo, celebrando a vida com gratidão, podemos transformar nosso mundo em uma oração.
E egoísmo ser feliz?
Toda vez que fico feliz, bate a consciência pesada. Fico pensando no quanto o mundo está horrível, lembro do maltrato os animais, criança, mulheres, LGBTs, etc, a ebulição global, a podridão dos oceanos, as queimas, a seca, a fome, as pessoas doentes ou que perderam um ente querido, pessoas desabrigadas, entre outros. E fico pensando "como posso ser tão egoísta e sorrir enquanto muitas vidas ( inclusive a do planeta) estão em risco?
Dois elementos devem ser erradicados de uma vez por todas: o medo do sofrimento futuro e a lembrança do sofrimento passado.
Em vez de apagar incêndios, acenda a sua própria chama e ilumine o caminho à frente. Pavimente a sua jornada rumo às realizações que deseja alcançar com determinação e entusiasmo.
Festa sem fim
Te vejo outra vez
Talvez
Quero estar com você
Ela chega e diz
Você é show e me faz muito bem!
Eu quero o seu melhor
E o meu também!
Me parece que dessa vez irá dar certo, muitos obstáculos e problemas para mim não fazer esse plano. vou ignorar tudo e foda-se, dessa vez viro a chave e ninguém vai entender nada!
É preciso uma dose extra de coragem para sonhar em se tornar uma nova versão de si mesmo, em vez de se conformar com o que outras pessoas desejam que você seja.
Se não prestamos atenção, o sucesso pode levar a uma vida cada vez mais solitária à medida que aumenta a distância entre o indivíduo e as outras pessoas.
Setembro Amarelo: A Superficialidade da Conscientização
Toda vez que setembro chega, somos inundados por uma enxurrada de mensagens e posts nas redes sociais sobre o setembro Amarelo. A conscientização sobre a saúde mental tornou-se uma tendência anual, com milhões de pessoas compartilhando mensagens e fitas amarelas em nome da solidariedade. No entanto, é difícil ignorar a hipocrisia que permeia essa efusiva demonstração de apoio.
Sim, tanta gente fala sobre o setembro Amarelo, mas quantos realmente se importam com a dor do vizinho que está ao lado? A verdade é que a maioria dessas mensagens e ações de conscientização se limita a uma superfície brilhante, sem profundidade ou substância real.
Além disso, o setembro Amarelo muitas vezes esconde a falta de investimento real em serviços de saúde mental. Os sistemas de saúde estão subfinanciados e sobrecarregados, deixando aqueles que precisam de ajuda enfrentando longas filas de espera e recursos limitados. É fácil para as autoridades e instituições apoiarem a conscientização, mas a alocação de recursos suficientes para atender às necessidades daqueles em sofrimento é frequentemente negligenciada, um abraço aos nossos políticos hipócritas!
A superficialidade da conscientização no setembro amarelo é um reflexo da nossa sociedade que prioriza a imagem sobre a ação real, o compartilhamento de mensagens sobre a empatia genuína e a retórica vazia sobre a mudança substantiva. Para verdadeiramente honrar o setembro Amarelo, devemos ir além das palavras vazias e nos comprometer com ações significativas em apoio àqueles que enfrentam desafios de saúde mental todos os dias, não apenas durante um mês do ano.
Eu queria de verdade
Te ver mais uma vez
Talvez tenha outras chances,
Mas o meu querer é de hoje
Não é um adeus
Porque sempre volto pra você
Mesmo que você não volte para mim
"O Sonho Adiado da Juventude Brasileira"
Era uma vez uma geração, nossa geração, que trazia consigo sonhos e diplomas. Nosso país vivia tempos diferentes, e a promessa era de que estudando e se esforçando, alcançaríamos tudo o que desejássemos. Éramos os herdeiros de uma nação que crescia, que via o futuro com otimismo.
Mas, ao olharmos para trás, para as décadas de 70 e 80, vemos um contraste marcante. Naquela época, muitos não completavam nem o ensino médio, mas conseguiam conquistar terrenos, lotear e erguer suas próprias casas. Os preços dos imóveis eram gentis com os bolsos daqueles que ousavam sonhar com o teto próprio. E os anos 90 trouxeram a estabilidade do Plano Real, um período em que a prosperidade econômica era palpável. Carros, viagens, imóveis – esses eram sonhos que podiam ser realizados.
Hoje, nossa geração se encontra diante de um cenário tão diferente que parece ter saído de uma realidade paralela. Os preços dos imóveis dispararam, transformando o sonho da casa própria em algo quase inalcançável. O aluguel, esse compromisso que consome boa parte do nosso suado salário, tornou-se um fardo que nos força a fazer malabarismos financeiros para sobreviver.
Somos uma geração notável por nossa qualificação profissional. Graduações, pós-graduações, mestrados e mais, acumulamos diplomas como troféus de uma batalha árdua. No entanto, o mercado de trabalho não corresponde às nossas expectativas. Salários insuficientes, empregos subvalorizados e uma competição feroz são a realidade.
Os dados são claros: enquanto nossa geração é a mais educada da história, os salários médios não acompanham essa conquista. Estamos sendo pressionados a trabalhar mais e a nos adaptar a um mundo em constante mutação, mas a recompensa não condiz com o esforço.
E, para piorar, a incerteza quanto à aposentadoria nos ronda. O sistema previdenciário enfrenta desafios enormes, e a perspectiva de uma aposentadoria tranquila se afasta a passos largos.
O que é mais doloroso é ver muitos de nossos colegas, igualmente diplomados e talentosos, se sujeitarem a empregos muito inferiores por falta de oportunidades e espaço no mercado de trabalho. O mercado parece querer explorar nossa mão de obra, oferecendo salários inadequados e empregos escravistas.
Nossa história é uma crônica de desafios e sonhos adiados. Somos uma geração que carrega a esperança de que as mudanças são possíveis, que políticas públicas podem ser reformadas e que o futuro pode ser mais promissor para os jovens brasileiros. Nosso caminho é difícil, mas é um caminho de luta, de resistência e, acima de tudo, de esperança. Que possamos um dia contar uma nova crônica, uma crônica de sonhos realizados e de um Brasil mais justo para as gerações que virão.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
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