Muralha
Deve-se o homem até um espirito forte. Até um autodomínio tão consistente quanto uma muralha de aço.
Eu estou fora da muralha,
Fora da montanha,
Fora de seu lugar,
Eu estou fora da segurança,
Fora dos telefonemas,
Fora da raiva,
Que erro...
Eu nunca estive perdido,
Eu nunca fui encontrado,
E não faz diferença, se eu estou ao redor,
Nunca houve palavras, nunca houve ações
Nunca fiz promessas que não cumpri.
Toda muralha que construímos em torno de nós, são tijolos que temos que quebrar futuramente. Quando entendermos que não são os muros que nos edificam, mas sim as pontes, aprenderemos o sentido da palavra irmandade e, logicamente, felicidade.
Cobras e Escorpiões
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Quando me senti protegido por uma muralha de amigos e irmãos, tomei a facada nas costas.
Foi então que descobri que entre cobras e escorpiões, amizade e confiança são somente palavras vazias.
Aqueles que te abraçam e proferem lealdade são os primeiros a te apedrejar.
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Zeffi Joy em 20 de setembro de 2020, após um relativo sono de descanso matinal, relembrando recentes traições.
Erguer As Mãos
Composição: Anderson Freire e Cassiane
Ao erguer as minhas mãos a muralha cairá.
Ao erguer as minhas mãos o inimigo fugirá.
Pois a unção que está em mim é unção de Jeová
Faz o inferno estremecer,e o crente triunfar.
Pode o surdo até ouvir,pode o mudo até gritar.
E o milagre acontecer,se você acreditar.
Sou profeta do Senhor,e esta órdem Deus me deu
Pois a unção que está em mim
É poder que move a mão de Deus.
Sinta a unção de Deus...Veja o mover...
Seja sacudido pela força e o poder.
Agora todo o mal,já não resistirá.
Levante as mãos e adore
Deus está neste lugar.
Adore!!Exalte!!Ao rei dos reis
Adore!!Exalte!!Ao rei dos reis
Adore!!Exalte!!
Sinta a presença de Deus aqui neste lugar!!!
... Alguém tem que ceder nessa muralha de orgulho .
E a questão não é quem cede primeiro ou por ultimo .
Mas sim quem tem mais urgência em ser feliz ...
As lágrimas escorreram pelo rosto dela e eu vi a muralha que ela construiu todos esses anos serem quebradas em mil pedacinhos. Ela estava me mostrando seu lado fraco.
"Se partiu
Eu fugi , perdoe-me a covardia
Eu tive que ir
Pulei a muralha que cercava meu coração
Não me despedi
No toque silencioso
Em câmera lenta eu te despi
Tantas vezes eu te vi partir
Tantas vezes quis pedir
Hoje eu dormi pensando e te
Hoje eu quis sumir
Meu coração bateu tão forte
Pobre de mim
O nome disso é saudade
Nessas impetuosas noites
Faz morada em mim
Faço coro aos vencedores...Desistir? Nunca...
Sou muralha forte, soldado pronto para a batalha. Empunhando minha espada com os escritos que norteiam minha vida, vou lutando. De glória em glória de vitória em vitória prossigo para o algo, afim de obter a coroa dada aos vencedores. Quem nasceu para brilhar não se contenta com nada menos que a vitória!
A muralha imponente, de pedra e altivez,
Que o mundo enxergava em sua solidez.
Um sorriso sereno, um olhar a brilhar,
Ninguém via a guerra travada no lugar.
Pois dentro do forte, que a todos guardava,
Havia um silêncio onde nada restava.
Apenas ruínas, o eco de uma dor,
De um mundo que em cacos perdeu sua cor.
Por fora, um rochedo a enfrentar o mar,
Por dentro, a areia que o tempo vai levar.
Houve um tempo em que a certeza reinava absoluta.
Um tempo em que a razão se erguia como muralha,
e a verdade parecia sólida, inabalável, eterna.
Mas muralhas também caem.
Verdades também se desmancham.
E aquilo que julgávamos eterno
mostra-se frágil, breve, condenado ao próprio peso.
Não demorou para que tudo viesse como tempestade:
um corte seco, um silêncio que sufoca,
um adeus que não pede desculpas,
não volta atrás, não deixa brechas para retorno.
Bye bye.
Até nunca mais.
Entre a verdade e a ilusão ergue-se uma muralha paradoxal: do lado da ilusão em direção à verdade, ela é densa, áspera, quase intransponível; do lado da verdade em direção à ilusão, é tão sutil e frágil quanto uma bolha de sabão. A consciência que desperta descobre que não é difícil mentir — difícil é sustentar o real sem muletas. Por isso tantos permanecem onde o muro pesa: atravessar exige perder confortos, atravessar exige coragem.
O homem que um dia foi muralha, hoje treme.
Meu pai, que já foi tempestade, agora é sombra do trovão.
Antes, sua voz era lei, sua presença, temor.
Erguia-se como torre inabalável, inquestionável.
Confrontava os frágeis, dominava os que dele dependiam.
Era força bruta, autoridade sem pausa,
um império de si mesmo.
Mas o tempo, esse escultor silencioso,
foi desgastando as pedras da sua rigidez.
Hoje o vejo com medo.
Não mais o medo que impunha,
mas o medo que sente.
Medo do fim, do esquecimento, da fragilidade que ele tanto desprezou.
E mesmo assim, a arrogância permanece.
Como armadura velha que ele se recusa a tirar,
como se admitir fraqueza fosse morrer antes da hora.
A prepotência não o deixou ou talvez ele nunca quis deixá-la.
Porque abrir mão do orgulho seria admitir que o tempo venceu.
E ele, que nunca soube perder,
prefere se agarrar ao que resta da sua antiga coroa.
Mas eu vejo.
Vejo o homem por trás do mito.
E, apesar de tudo, ainda é meu pai.
Mesmo que hoje ele não seja mais o gigante que um dia foi.
By Evans Araújo
