Mundo Pequeno
- Nunca mais fui solidão -
Você chegou...Tornou-se
uma grande pessoa .
No meu pequeno mundo.
Preencheu meu vazio .
E nunca mais fui solidão...
__Sophia Vargas ♥
13/12/2009
" Meu mundo é tão pequeno sem ela
porque assim, ele se resume a nada
Vago pelo céu, olhando a terra que vivi
sobre mares e montanhas
suntuosos sonhos
cantando, sobrevivi
subordinei com muito rock
para as galáxias próximas, mandei muito pop
para ela, mensagens enviadas numa garrafa sideral
mas ela não leu
nem percebeu
que eu ainda estava aqui
ouvindo o barulho do mar
ontem ainda, olhando para o céu, vi um et planando sua aeronave
parecia me olhar, estava a mil
numa fração de segundos me abduziu
subimos ao cosmos
como se eu fosse um generoso troféu
logo eu, que na ausência do amor,
e na saudade dela
sou peregrino de um mundo só meu
o que dizer aos lunáticos compatriotas
direi que o et foi um idiota
quando por algum motivo,
me confundiu
Desde pequeno, não consigo ver o mal em ninguém...mas um dia minha mãe me disse que nem todo mundo é confiável, nem seus próprios amigos.
Ai caiu a ficha para mim, percebi que não devo esperar muito dos outros, pois agora eu sei que ninguém tem o mesmo coração que o meu
Você é meu pequeno Mundo
E nessa nossa história
o “tudo” nos descreve.
Quero tudo em você
Quero tudo com você.
Nossa vida se resume assim
Juntos;Um só;Um laço.
Estamos conectados através
De nossas Almas
E assim quero permanecer,
sendo a tua paz
e você a minha calma.”
"Há tanto de desconhecido neste mundo e nós com uma vidinha medíocre, pensando pequeno, não almejamos nada". Na pressa da cidade
Aprendi nesse pequeno entrevo que os mal-entendidos e a indolência talvez causem mais erros no mundo do que a astúcia é maldade.
Não foram registrados vários momentos de minha história
Naquele pequeno mundo da minha infância, onde todos se conheciam e se respeitavam a gente só aparecia nas fotos em datas comemorativas, a memória fotográfica da época era a nossa mente.
Eu queria agradecer a gentileza de não ter nascido na atualidade em que cada passo é registrado por câmeras ultramodernas, com uma supervalorização e exposição do eu.
A gente registra tudo, a fase zangada e a carinhosa, o homem com o qual estamos acompanhadas, a gentileza do convite de aniversário, os incentivos e presentes que ganhamos, o peso que perdemos, o sangue que doamos.
O desequilíbrio da superexposição não nos atinge, não parece grave ou nocivo, nem um tanto egoísta se o interesse for “likes”. A gente posta o álcool e as sobremesas.
Fazemos textão quando rompemos o namoro, apagamos foto quando a dissolução é definitiva (às vezes nem é), brigamos com plateia, pisamos em ovos para sermos felizes o tempo todo.
Compulsivamente postamos comida e aquele restaurante da moda, escrevemos longos e humilhantes e-mails, a vida virtual supera a presencial em trocentos aspectos.
Não sofremos mais tantas críticas ou preconceitos sociais por nosso comportamento livre, pela experiência não mais impactante do nascimento de filho sem pai.
A gente deixou para trás as conversas importantes e delicadas, deixamos para trás a sensibilidade das relações, deixamos para trás o trato importante com as crianças e o pulso firme de seus pais.
Tudo que já foi ensinado está se desmoronando, a gente deixou de impor nossos poderes a quem amamos, a gente deixou as coisas fluírem sem rédeas, a gente só faz questão de sorrisos grudados no rosto e aquela falsa impressão de felicidade plena.
O mundo tem uns padrões estranhos
Por isso ele é muito pequeno pra mim..
Não tenho padrões que se encaixam aqui!
Nesse mundo de abutres, onde vivemos a meio de tanta desgraça, a amizade parece um pequeno indício da pena que o universo teve por nós.
O pequeno empresário é rico como o grande empresário e descompromissado com o mundo como o pobre e desempregado.
Em seus olhos
O mundo parece pequeno quando me deparo com seus olhos cheios de esperança, sorrindo para a vida como se nada mais fosse importante, cada segundo parece eterno, o silêncio se transforma em música e as pessoas ficam admirando e contemplando a beleza do encontro de almas. Não sei como você consegue mas me acalmo com um simples olhar.
O espaço físico seria muito pequeno para um mundo de sentimentos que só a memória consegue arquivar.
CONFUSÃO
Vejo,
Um mundo tão pequeno quando todos o dizem grande;
Distancias tão curtas quando a dizem longas;
Tudo tão claro quando dizem tão obscuro;
Portanto, tenho um universo inteiro em minhas mãos, mas não o posso pegar.
Estamos,
Aproximadamente distantes;
Alegremente deprimidos;
Interativamente coagidos;
Energicamente ofegantes.
Parece que falamos sem falar;
Vemos sem ver;
Sentimos sem sentir;
Lemos sem ler;
Agimos sem agir;
Ainda, copulamos sem amar e amamos sem sentir, sequer, tocar.
Nossas bocas entoam palavras que não tem sentido;
Nossos olhos veem fatos que não correspondem a si;
Nossos beijos já não tem mais afetos;
Nossos tatos não sentem o toque;
Nossos ouvidos tampouco ouve;
Embaraçoso isso;
Nossos sentidos já não tem sentidos.
Por quê desprezamos os vivos mas consagramos e adoramo-os quando mortos?
É preciso morrer para ser amado ou viver sob a penitência de ser odiado?
