Mundo
O respeito e a educação na chegada e na partida devem ser os mesmo por uma questão de civilidade universal.
A arte indígena no Brasil revela seus primeiros passos na contemporaneidade, quando se afasta da colonização aritmética européia religiosa e vai em busca de sua verdadeira mítica ancestral. As historias contadas, a terra, os rios, a mata são elementos mágicos e sagrados. Assim como os sonhos oriundos de uma atmosfera sagrada. Na verdade não tem como dissociar a arte indígena do sagrado e espiritual. Uma faz parte da outra, arte e espirito.
Muitos ainda são reféns de vossos medos e cultivam grandes segredos. Eu não tenho segredos pois espalho tudo que vivo, com diversas pessoas, por diversos lugares e por diversos motivos, naturalmente.
Como seria bom se a engenharia de alimentos conseguisse que os produtos mais baratos durassem mais enquanto que os produtos mais caros durassem menos. Com isto resolveria parte da logística contra a fome no mundo.
Não se constrói pontes por que por elas vamos passar da mesma forma que não plantamos sementes frutíferas por que de seus frutos vamos comer.
Todo mundo é livre para fazer o que bem quer mas assumindo integralmente as pessoais conseqüências.
Gosto de circular entre projetos de cultura, inusitados, improváveis e muito difíceis. Sei administrar pertencimentos de conhecimento a experts em áreas que conheço pouco. Nos projetos difíceis, a concorrência sempre é menor.
O que tira vantagens e é errado, espalha se muito rápido mas o que é justo e correto, caminha vagarosamente.
Só existe sexualidade plena entre os iguais pois os diferentes caminham juntos em uma confusa e instável relação de trocas de interesses, valores e poder.
Na contemporaneidade do século XXI o mundo está cada vez mais em preto e branco, como impactantes curtos documentários de ficção. De um tempo para cá, só consigo ver as cores nas obras de arte.
Existir conjuga se na primeira pessoa e é um ato solitário individual sempre mas viver no mundo é uma ação comunitária e só se conjuga sempre no plural.
