Mundo
Este mundo nunca estara pronto para o verdadeiro socialismo ou capitalismo, é da natureza humana ser individualista e social ao mesmo tempo. Ninguém quer igualdade, oque todos querem são vantagens, mas ocultam isto com uma mascara de solidariedade e justiça dizendo que desejam um mundo aonde todos sejam iguais, quando na verdade ele quer um mundo aonde todos esteja afundados no mesmo rio de lama que ele, e trocaria esta igualdade que ele "defende" apenas para poder estar "acima" de todos.
Eu sinto que todo mundo é tão duro com sigo mesmo. Especialmente as meninas, que criticar e examinam cada pequena coisa sobre nós mesmos e eu acho que isso é que nos torna tão inseguro. Eu acho que as pessoas não percebem é que você é assim como você é, e não tentar definir quem você é. Basta ser quem você, e é o suficiente. É mais do que o suficiente.
Reclamar do mundo é fácil. Justificar os próprios problemas em erros de terceiros, ou de coisas e fatos, que não têm realmente nada a ver com a sua realidade. Dizer que a vida não vale mais a pena, que tudo está errado, sem procurar entender, que na verdade, o errado da história pode ser você. Porque, afinal, é muito mais fácil culpar o mundo pelos seus “problemas”, do que procurar compreendê-los e enfrentá-los de frente. O difícil é admitir que a culpa de “tudo isso” é sua, e que você, e só você pode reverter essa situação. Mas acreditar em si mesmo é tão difícil quanto admitir seus erros. Acreditar que realmente você consegue, leva tempo, força de vontade, e eu diria até, muito treino, e ensaios na frente do espelho. E, na maioria das vezes, esses esforço todo é jogado pelo esgoto, quando você não tem o que deseja, ou não ouve o que quer ouvir. Por isso, é importante entender que a vida não é feita só de vitórias, e que perder, muitas vezes é o melhor caminho para chegar à perfeição. Porque como todos dizem, só aprendemos errando, e muitas vezes, isso leva tempo. Tempo no qual você acha que a vida não vale mais a pena, e que você volta a reclamar do mundo, como se ninguém se importasse com a sua existência. Bom, talvez ninguém se importe mesmo. Mas, de verdade, quem vai saber?
Charlie Brown:"Não existe lugar nesse mundo para alguém invisível. Estou fardado a andar nesse mundo como uma alma perdida".
Se fosse criatura que se exprimisse diria: o mundo é fora de mim, eu sou fora de mim.
Longe daqui, longe de tudo
Meus sonhos vão te buscar; volta pra mim; vem pro meu mundo
Eu sempre vou te esperar...
A questão é que não sou do tipo que ama todo mundo, mesmo assim, dou meu melhor. Procuro ser justo com meu coração, perdoo, dou outra chance, chance de permanecer em minha vida, e, não espere que tudo volte como era, a confiança é uma bola de cristal fininho, trincou, quebrou, jamais voltará a ter a mesma beleza.
AMOR PRÓPRIO
Você seria minha única esperança
Se eu realmente fosse desistir
Mas o mundo me ensinou a lutar
E hoje luto para conseguir te esquecer
Já que as minhas armas não machucam
Nem a minha palavra te prende
Meus olhos já ficaram secos de chorar
Metade de mim já está morta
Só que não é hora de entregar os pontos
Ainda me resta um pouco de amor
E este amor é só meu
Ele me ama com força suficiente
Para nunca me deixar morrer por inteiro
Sendo eu, minha única esperança!
O mundo não precisa de pessoas que tenham medo do compromisso, ou que tenham medo de arriscar, medo de investir ou ser feliz. Não precisa de promessas vãs, de engano ou de brincadeiras que ferem o que não é tocável.
Precisa de pessoas que tenham meta, objetivo e alvo. Pessoas que não deixem se dominar pelo medo, nem tenham receio de ser feliz. Pessoas que reconheçam o valor daquilo que o dinheiro não pode comprar.
Por isso, pense menos, arrisque mais, invista mais e seja feliz.
É perdendo o apoio que a gente descobre que o resto do mundo não para só porque nosso mundo parou. A gente vai aprendendo a viver assim, na marra, no grito, no sufoco, no impulso.
Choro porque me sinto sozinha, choro porque fiz todo mundo se afastar de mim, choro escrevendo esse texto, choro porque meu cachorro tá meio doentinho, choro porque deveria aliviar as minhas dores, choro porque eu queria que ele me desse um feliz aniversário decente, choro porque acho a cor do meu bonito, choro porque penso que vai aliviar todas as minhas dores que possa existir, mas não alivia, só cria em mim um nó na garganta muito grande e não passa.
Nós entramos no mundo sozinhos e saímos dele sozinhos. E tudo que acontece no decorrer? É um dever nosso achar uma companhia para nós mesmos. Nós precisamos de ajuda, nós precisamos de apoio. Caso contrário, nós estamos nessa sozinhos... estranhos... afastados uns dos outros. E nós esquecemos... o quão conectados somos. Então ao invés disso, nós escolhemos o amor... nós escolhemos a vida... e por um momento... nos sentimos um pouco menos sozinhos.
O modo como observamos o mundo que nos cerca é a escolha da realidade na qual desejamos estar inseridos, mesmo que isso por vezes seja de difícil compreensão.
De acordo com a física quântica, todas as nossas possibilidades estão acontecendo simultaneamente, porém quando focamos a nossa atenção para a realidade, apenas uma possibilidade é concebida como real para que possamos experimentá-la como experiência de vida.
O problema é que, devido às nossas dependências emocionais, acabamos repetindo padrões indesejados, achando que, apesar das infinitas possibilidades de escolhas que temos, não possuímos a capacidade de rumar para o diferente. E - como consequência - passamos a nos repetir indefinidamente.
A questão é que as nossas identidades estão insistentemente engajadas neste circuito. As respostas bioquímicas em nosso corpo que têm a ver com a alegria, o prazer ou a dor, seguem sempre o mesmo caminho emocional e acabamos por não conceber, por mais que possamos desejar, a ideia de que podemos ter outros coloridos com relação à alegria ou a situações totalmente novas. Na grande maioria das vezes sequer concebemos a hipótese de que atuamos em meio aos nossos vícios e padrões emocionais repetitivos. E mesmo se já estivermos aceitando estas percepções, talvez devido às nossas crenças (e dependências emocionais?), ainda custamos a conceber que temos o poder para criar algo de efetivamente novo em nossas vidas.
Se desejarmos algo intensamente, a ponto de perdermos a referência de quem somos - da nossa identidade conhecida - e nos tornarmos o desejo em si, o novo pode emergir em situações totalmente inusitadas. A fixidez da vida repetitiva poderá se transformar naquilo que a consciência é em essência: Mutante.
Mutante porque cria constantemente. (Atente que você pode criar permanentemente a mesma coisa, mudando apenas o cenário de vida e pior, às vezes nem isso).
A consciência de si mesmo se fortalece com a assimilação e com a elaboração das experiências vividas, podendo deste modo partir sempre para o novo.
No caso de sua incessante e prejudicial repetição, a consciência, ou seja, o observador, tenderá a entrar em tédio profundo, aos poucos retirando a sua atenção do foco da realidade que criou. Gera então o desespero e a desolação... que por sua vez podem criar uma outra tipologia de deformação emocional. E por aí vai...
Encontre um espaço dentro de si mesmo e questione sobre a sua vida. Observe atentamente o que deseja mudar e faça um movimento.
Abra espaço dentro de si e visualize a situação ideal para você. Conceba que essa criação de realidade é totalmente passível de ocorrer. Pesquise seus ambientes emocionais e deflagre os impedidores para você ser feliz. Pesquise as suas crenças e veja - de mente aberta - tudo o que é infundado e limitante.
Esquentei o arroz e os peixes e dei para os filhos. Depois fui catar lenha. Parece que vim ao mundo predestinada a catar. Só não cato felicidade.
Ninguém quer regar uma flor do deserto né. Todo mundo quer um jardim pronto ao qual nem sequer precisa se preocupar.
Eu aprendi que não há coisa pior no mundo do que ter calar aquilo que Dentro de você que gritar para o mundo ouvir.
