Mulheres que Brigam por Amor
"De certo modo, eu o amava, mas havia uma outra parte de mim. Uma que não se entendia e que era maioria no meu coração; uma parte sonhadora que escolhia assassinar-se ou não: se talvez fosse rosa demais para esse mundo humano – talvez morresse ali mesmo e agora, de morte súbita e consciente? Não, não. Não podia. Era linda demais e eu a amava."
"Então seria esse o meu final? Eu que sempre fora esquisita e doce, não merecia também um final esquisito e doce? É assim que se morre?"
"Você tem medo?", ela perguntou um dia. "Do que?" eu respondi. "É que às vezes eu tenho medo, assim antes de dormir. Da morte, da vida... sei lá. É que é tanta coisa, não é?" Eu não disse nada e nós dormimos olhando o teto, as duas de olhos arregalados, assustadas sabe-se lá por quê.
"Minha doçura é leve, caminha com a ponta dos pés saltitando como bailarina. É estranha e não sabe o que é. Mas se pergunta, sempre. Talvez seja a pergunta e pronto."
"Não, não. Eu não o amava. Eu amava aquilo que ele me havia escrito e eu ri tão alto que na minha boca até um sorriso se materializou. Sorria porque finalmente veio o veredicto de que eu era louca?"
"Não se pode matar um demônio, porque eles já estão mortos. Não se pode matar energia, e demônios são seres energéticos. Eu teria de encontrar algo que destruísse não o seu corpo, mas o seu espírito. Algo que o rendesse a mim, que o fizesse querer o fim de sua existência por conta própria. E eu o tinha – mas doía-me pensar em Jasmim como uma arma. Eu tinha que ter certeza de que ela ficaria bem. Era só o que importava."
"Ela deitou-se sobre o meu cadáver transparente e só o que fez foi sorrir, o rosto sereno. Pôs as mãos sobre os seios em pose de donzela, disse que me amava. "Eu o amo, Cupido." Ainda que eu soubesse que era só o fantasma de sua alma que vinha para dizer-me adeus, eu sorri como só os olhos azuis de um anjo o fariam, o meu corpo brilhante flutuando entre o amor e a despedida. Poderia morrer agora: eram as palavras mais doces que se pode ouvir no leito de uma morte."
"Sua voz serena e carinhosa, seus lábios trêmulos talvez de frio, de alegria ou de um susto – nós gemíamos e não há como lhes dizer a dor que nos doía: doía levemente e o bastante para manter-nos vivos."
Poesia não compra sapato, poesia não compra roupas
Poesia não trás bem materiais
Que loucura do poeta falar sobre sentimentos se não há um retorno financeiro
Ah, todo poeta e louco! Eles não pensam no amanhã
Havia me esquecido, os poetas são os loucos que sobre a calada da noite escrevem sentimentos, isso há valor mais não há preço.
- Wisley Barbosa / Passagens do vagão um dia por vez.
Este sonho que eu sonho desde que sonho, ecoa sempre ao longe no deserto.
E os meus olhos cansados já não ponho na direção do seu destino incerto.
Hora longe de mim, hora mais perto, ouço o murmúrio d’água.
Pobre sonho! São meus ouvidos que me traem certo.
No desalento deste andar tristonho, desfaleceram pela longa viagem os meus sentidos exaustos, peregrinos numa ilusória crença da miragem.
Será que não existe a sombra boa, nem a água fresca que eu sonhei menina e que a vida inteira se caminha à toa?
A canção do silêncio
O silêncio traz
Uma triste canção
A bela harmonia solitária
Que em noites vazias soa alta
Capaz de me fazer recordar
Os lábios distantes
Que beijei sem tocar
Não sou perfeita nem mágica, mas eu tenho um coração, que ama todos vocês...
Por que me amas de volta?
Por que gostais de mim?
Fiz algum tão bom assim?
Me acostumei com decepções!
Me acostumei a ser odiada!
Não me importo se me odiar!
Vai ser apenas mais, dentre todo o mundo!
Qualquer pessoa pode chamar um homem por seu nome, mas só alguém especial pode designá-lo como filho ou irmão.
Em um relacionamento, se um dos amantes depende que o outro o sustentes financeiramente transformas aquele a quem chama de "amor" em um empregado e ele "seu amor" o transforma num patrão que não lhe paga o justo salário
La población creciente necesita alimentos y espacio. Actualmente toda nación trata, no de apoderarse de los alimentos y mercancías de las otras naciones, sino de impedirles que entren, por medio de altos derechos de aduana, cuotas, etc. La difiultad del mundo actual no es la escasez, sino la sobreproducion, o, mejor dicho, la mala distribucion; el mecanismo del cambio, el sistema monetario...Estes males no pueden remediarse sino de común acuerdo mediante la organización internacional".
