Mulheres Falam mal uma das outras

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Uma boa pitada de modéstia no agir e no portar-se é como canja de galinha: não faz mal a ninguém.

Inserida por areopagita

O mal de uma pessoa COMPETITIVA é que ela não entende que o "ativismo" e o "chegar em primeiro lugar" não garante a melhor parte - Deixa de ser Marta; passe a ser Maria.

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

Os homens acabarão sempre te servindo mal se não houver uma necessidade que os torne bons.

Inserida por Desligado

A fama é uma peça no tabuleiro da vida, que se mal movida se torna o ópio da alma

Inserida por LeniltonJS

A mente é algo assim como uma antena, tanto pode captar o bem como o mal. Apenas depende como vamos usar essas frequências.

Inserida por swamipaatrashankara

"Nem mesmo uma criança quando sabe que está fazendo o mal continua sendo criança"

Inserida por Vulgdd

FALSIDADE
Eu ainda não descobrir como sorrir para uma pessoa e minutos depois falar mal dela.

“Não se sentir falso fazendo isso”? "Eu acho que eu não ouvi isso".

A falsidade não é sentimento, mas é um estado metal, uma característica daquele que não age em boa fé. Pessoas infelizes e incapazes de obter resultados através dos seus próprios méritos é que vivem dessa forma, para chegar em algum lugar.

"Lixo"? É, realmente eu não sei como lidar com reciclagem e particularmente prefiro ficar bem longe do lixo.

Eu não me negocio, eu não me vendo e não troco o bom caráter que herdei do meu pai; por nada. Desculpe-me, mas eu preciso continuar mudando o mundo e não posso perder mais tempo falando sobre isso.

Reflexões. Resende, dia 30 de Junho de
2017. Às 20:07:37 horas.

Inserida por meuspensamentosBruno

Seremos assim unidos sem nunca termos nos juntado. Uma especie de paradoxo, um segredo mal guardado ou de todo revelado, uma realidade que simplesmente nos permite sermos exatamente do jeito que somos, sendo este nosso sentir espontâneo e único que só pertence a nós.

Inserida por LucianaHeros

Meu corpo estava gelado mal sentia meus braços e pernas, parecia uma boa aquecer a mente com aquele calibre 12 ao lado da garrafa de whisky...

Inserida por GabrielDorr

É impossível uma pessoa ser feliz desejando o mal ao outro. É impossível uma pessoa ter paz, enquanto propaga o desamor. É impossível uma pessoa ter a consciência tranquila enquanto não deixa o orgulho de lado e trata o outro com humildade.

Inserida por EdileneMatoso

Às vezes, uma realidade mal feita pode destruir todo um sonho construído.

Inserida por josiells

Não penses mal dos que faltaram a ética, ela é uma razão para julgar os equivocados.

Inserida por eliane_ferreira_1

Deixar para trás as coisas que te fazem mal, não é apenas uma alto superação, mais é saber que a vida tem diversos momentos, e mais uma vez você foi superior.

Inserida por mdemartins

Encontro

Mal saíra do Hotel Meridien, onde seus amigos paulistas o convidaram para uma caipirinha. Quase uma da tarde. Nada demais, apenas o fato de ele não tomar caipirinha. Mas era uma amizade que vinha de longe, e não seriam algumas doses que iriam separá-los. Deglutira galhardamente três doses com alguns salgados e, após ouvir as indefectíveis piadas cuja validade havia expirado, despediu-se dos casais amigos e decidiu andar um pouco.
Colhido pelo bafo quente, olhou para a direita e viu o mar indecentemente azul, que em algum ponto lon¬gínquo engolia um céu de um azul mais claro, apenas manchado de algumas nuvens esparsas de algodão de um branco duvidoso. Andar um pouco pela Avenida Atlântica e olhar as beldades em uniformes de conquista não eram o ideal naquele momento. Tinha dei¬xado trabalho no escritório e, apesar de o celular não reclamar nenhuma atenção, no momento, sabia dis¬por de menos de meia hora antes de enfrentar o mundo além túnel.
Além do túnel, acaba a Cidade Maravilhosa, era o seu bordão predileto. As malditas doses haviam tor¬nado seu andar ligeiramente menos decidido que de costume. Na verdade, não sabia como matar a meia hora. Lá longe o Posto Seis e o Forte pareciam chamá-lo. Resistiu ao apelo e, muito a contragosto, decidiu andar um pouco pela Gustavo Sampaio. Um pouco de sombra, já que os prédios projetavam suas silhuetas no asfalto e lá também havia gente, muita gente andando sem muita pressa, com o ar tranquilo e um “xacomigo” zombeteiro estampado no rosto.
Relembrou a sessão de piadas. Achava que deveria haver algum dispositivo legal, ou pelo menos um acordo, que determinasse prazos além dos quais as anedotas seriam arquivadas e frequentariam somente as páginas das coletâneas ditas humorísticas. Ter de dar risadas ao ouvir pela centésima vez a mesma piada, ou variações sobre o mesmo tema, poderia ser perigoso para a paciência dos ouvintes, ou reverter em agressão física em detrimento de um contador desatualizado. Até que seria uma boa ideia colocar avisos nesse sentido. Ou, então, seguindo o exemplo das churrascarias rodízio, introduzir o cartão de dupla face, a verde autorizando a continuação e a vermelha decretando o final da sessão. Muito compli¬cado. Como fazer no caso de divergência? Decidir por maioria simples. Ou, devido à importância do assun¬to, haveria de ter a concordância de pelo menos dois terços dos ouvintes? Os desempates seriam decididos pelo voto de Minerva do criminoso, isto é, do conta¬dor. E se houvesse daltônicos na platéia?
Será que há exame médico para garçons de rodízio, eliminando os daltônicos?
Mas, na falta de regulamentação, como resistir à sanha do contador de “causos”? Não dar risada? Interromper? Contar a sua versão? Esses expedientes eram ainda piores. Olhar a paisagem do terraço, sim, e acompanhar a gargalhada dos outros foi a solução encontrada. Providencialmente. A regulamentação ficaria adiada, procrastinada, decidiu com uma risa¬dinha interior.
E tem aquela do português que chega em casa... E aquela outra da freira que... Ah, a melhor de todas, acabaram de me contar: o Joãozinho pergunta para a professora...
Afinal, era um bom passatempo, com a vantagem de observar fisionomias alegres. As reações eram muitas vezes mais engraçadas que as piadas.
Será que eles também conheciam TODAS aquelas anedotas, ou somente algumas?
Esbarrou num transeunte, balbuciou uma desculpa qualquer e teve direito a um bem humorado:
– Ô meu, olha só, estou na preferencial!
O peso pesado já estava se afastando e as ideias voltando a se agrupar depois da desordem causada pelo baque.
A ligeira dor de cabeça pedia uma parada numa farmácia. E farmácia era o que não faltava na rua.
Entrou e aguardou que a balconista o notasse. Entre ser notado e a pergunta:
– O que deseja? se passaram alguns intermináveis segundos.
– Duas passagens para Paris em classe executiva. E ante o misto de espanto e divertimento da moça, completou:
– Bom, já que não tem, qualquer coisa para a dor de cabeça. Poderia tomar aqui mesmo? Tomou o analgésico, agradeceu e, instantes mais tarde, estava de volta à calçada esburacada.
Olhou para o Leme Palace e resolveu voltar cami-nhando pela Atlântica.
Evitou o segundo esbarrão da meia hora de folga.
Em frações de segundos, os olhares se cruzaram. Era uma beldade, outonal, mas, apreciador de Vivaldi, as quatro estações são arrebatadoras, pensou.
O andar sinuoso, os pequenos sulcos rodeando os olhos, carimbos ainda piedosos no passaporte da vida, cabelos cortados Chanel, ombros e decote plena¬mente apresentáveis e não apenas um tributo pago ao calor daquele verão, pernas bonitas, e medidas ten¬dendo à exuberância. O rosto comum, tinha o olhar faiscante a valorizá-lo.
Naquele instante, o tempo parou, não o suficiente, porém, para que, da extrema timidez dele, brotasse algo mais inteligente do que um sorriso vagamente encorajador. “Pergunte algo, as horas, o caminho para algum lugar, o nome da rua, qualquer coisa”, rebelou-se dentro dele uma voz indignada por jamais ter sido ouvida no passado.
Continuou, como que petrificado, enquanto, sem deixar de olhá-lo, ela passou por ele longe o suficiente para não tocá-lo, e perto o bastante para deixa-lo sentir o perfume discreto que a envolvia.
Ele continuou imóvel e virou a cabeça, contemplando a desconhecida, que continuava andando, afastando-se aos poucos. Alguns passos depois, ela virou a cabeça e o olhar, mesmo àquela distância, lançou um convite mudo ou, pelo menos, assim pa-recia.
Sem reação, ele a acompanhou com o olhar. Ela deu mais alguns passos e novamente olhou para trás. A voz interior estava se desesperando. Ele mesmo não entendia o porquê da sua imobilidade. A desconhe¬cida estava se afastando cada vez mais, confundia-se no oceano de cabeças e, mesmo assim, pareceu-lhe que lá longe uma cabeça estava se virando uma última vez para trás.
Era um adeus. Sentiu que o que se afastava não era uma desconhecida. Era um pedaço de si mesmo, de uma juventude da qual não havia sabido desfrutar e agora lhe acenava de longe, mergulhada num misto de lembranças e saudade.

Inserida por celsocolunista

Sentir raiva e normal,
De quem você não gosta.
Mas não me leve a mal
Porque sentir ódio é uma bosta.

Pois meu ódio não é comum
Ele é forte e indistinto,
E não há lugar algum
Onde não tenha por quem eu sinto.

Sinto em casa, no trabalho
Sinto no metrô e na rua,
Nem adianta pegar atalho,
Eu deveria morar na lua.

Eu iria odiar São Jorge e seu cavalo,
Mas talvez não o dragão,
Eu iria aproveitar o embalo
E curtir a destruição.

Inserida por luiz_guilherme_campos

A vida é igual a uma novela, quando finalmente o bem vence o mal; Os capítulos chegam ao fim.

Inserida por DiegoScartony

O mal te faz sofrer uma vez só e vem contudo, já o bem parcela sua dor

Inserida por BIELCATTONI

Nunca deseje uma mal vida pra ninguém,porque depois você é quem passa viver mal.

Inserida por Cacio01

Estamos tão mal-acomodados com a rotina de nossas vidas,que quando muda uma pequena coisinha nos desestruturar totalmente.

Inserida por wanderson_miguel

A Felicidade uma dádiva tão almejada e procurada.
Mal sabiam que essa seria nossa bênção e nossa maldição.
Lembre-se a alma é aquela que não se aflinge diante sentimentos e nem à pensamentos.
E essa é a nossa maior dádiva.
- PODEMOS SER VAZIOS-

Inserida por edson_ariga