Mulheres
Se colocarmos na ponta do lápis as estatísticas, nós, mulheres, estamos entrando em extinção, se morre mais do que nascem. 🇧🇷🤐
É pela vida das mulheres!
É pela dignidade das mulheres!
É pela humanidade!
É pela justiça!
É sobre um melhor para todas as pessoas!
É um passo muito importante de uma longa luta que ainda temos pela frente!
MISOGINIA É CRIME!
NENHUMA MULHER A MENOS!
NENHUM ABUSO A MAIS!
- Marcela Lobato
Eras de tradição se afunilaram entre as unhas,
Acusaram mulheres sábias de reles feitiçaria,
A idade era média, mas agiam como múmias,
O populacho era adestrado pra fazer o que o rei queria.
Usar de cargo público para obter vantagens ou para cometerabuso de poder contra presos,mulheres,
homossexuais e profissionais de saúde é algo inadmissível.
Mulheres amadurecem mais cedo e não costumam trocar o curso universitário que escolhem. No entanto, ao contrário dos homens, que já devem ser estabilizados aos 30 anos, a estabilidade feminina ocorre por volta dos 40 anos de idade, pelo fato da maioria das mulheres não se alistarem em serviço militares.
Mulheres virtuosas possuem um valor inestimável, como os rubis, esmeraldas, nióbio e o ouro. Quem cativa o coração de uma mulher virtuosa possue uma riqueza incalculável.
A misoginia é um crime gravíssimo de discriminação contra as mulheres. Por isso é preciso ser combatido em todo o meio social. A mulher não é um ser inferior ao homem. Logo, deve ter seu valor reconhecido e respeitado.
O acesso à educação e o sucesso profissional das mulheres de todas as raças e orientações sexuais, sendo cisgêneras ou transgêneras, é algo primordial para o fim das culturas de violência, machismo e misoginia no Brasil e no mundo.
Respeite as mulheres e honre o seu nome. Quem incentiva o erro e vive na imoralidade não tem moral para falar de sucesso. Limpeza total ou fracasso total!
Maridos e mulheres, amem uns aos outros.
Essa ideia aparece na Bíblia, por exemplo:
Efésios 5:25 – “Maridos, amem suas mulheres…”
Efésios 5:33 – “Cada um de vocês ame a sua esposa como a si mesmo, e a esposa respeite o marido.”
Quando a atenção se perde, o amor pede cuidado
Em muitos relacionamentos, o tempo, o cansaço, as preocupações e as rotinas acabam roubando algo essencial: a atenção mútua. Há lares em que as mulheres, sobrecarregadas ou emocionalmente distantes, deixam de oferecer atenção aos seus maridos. Em outros, são os maridos que, por acomodação, distrações ou falta de sensibilidade, deixam de cuidar emocionalmente de suas esposas. Em ambos os casos, o resultado é o mesmo: corações solitários dentro de um relacionamento.
A atenção é uma forma silenciosa de amor. Ouvir, perguntar, demonstrar interesse, tocar, estar presente — tudo isso comunica valor. Quando essa atenção falta, surgem a frustração, o ressentimento e o distanciamento emocional. Muitas vezes, não é a falta de amor que causa o problema, mas a falta de demonstração dele.
É importante lembrar que o casamento é uma via de mão dupla. Nenhum dos dois deve carregar sozinho a responsabilidade de manter o vínculo vivo. Mulheres precisam se lembrar de que seus maridos também necessitam de carinho, reconhecimento e respeito. Homens precisam compreender que suas esposas precisam de atenção, cuidado emocional e presença verdadeira, não apenas provisão material.
Restaurar a atenção começa com humildade: reconhecer falhas, pedir perdão e decidir mudar atitudes. Começa também com diálogo sincero, sem acusações, onde ambos possam expressar suas necessidades e sentimentos. Amar é uma escolha diária, demonstrada em gestos simples e constantes.
Quando marido e mulher decidem novamente se olhar, se ouvir e se priorizar, o relacionamento encontra espaço para ser curado. Afinal, o amor não sobrevive apenas de promessas feitas no passado, mas de cuidados praticados no presente.
O problema não são as mulheres de hoje, mas o fato de elas não caberem mais na poesia de ontem. Ao falar delas, projeta-se um desconforto próprio e desloca-se a perda da própria centralidade. O discurso de Chico Boaco é datado.
“O mundo não precisa de mulheres iguais, mas de mulheres inteiras. E só podemos ser inteiras quando nos libertamos da ideia de que precisamos vencer umas às outras para merecer existir.”
- Trecho do livro O despertar da Deusa: as faces do Feminino Sagrado
Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.
É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.
Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.
Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.
A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.
Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.
Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.
Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.
Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.
Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.
E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.
Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.
Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.
Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.
Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.
E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.
Só o Estado
que insiste em
Fingir Preocupação com a Segurança das Mulheres,
libera Agressores
para empurrá-las
para as estatísticas.
E nesse teatro de contradições, a proteção vira discurso, enquanto a realidade segue sendo risco.
Leis são anunciadas como escudos, campanhas surgem como vitrines, e pronunciamentos ecoam promessas que não resistem ao primeiro teste da prática.
Há uma distância bastante cruel entre o que se diz e o que se faz — e é nesse intervalo descarado que a violência encontra espaço para continuar.
Não se trata apenas de falhas isoladas, mas de uma lógica que naturaliza o descaso.
O ciclo se repete: denúncia, indignação, manchetes e caprichoso esquecimento.
Enquanto isso, mulheres seguem sobrevivendo com medo, não apenas da violência em si, mas da possibilidade concreta de que, ao buscar ajuda, encontrarão apenas portas entreabertas, respostas tardias ou decisões que as devolvem ao perigo.
O mais inquietante é perceber que o problema não está na ausência de instrumentos, mas na falta de compromisso real com sua aplicação.
Como se a existência de Políticas Públicas fosse suficiente para acalmar consciências, mesmo quando elas não alcançam quem mais precisa.
Como se proteger fosse mais uma ideia do que uma prática.
No fim, o que se constrói é uma ilusão de cuidado — uma narrativa que tranquiliza quem observa de fora, mas abandona quem vive a urgência.
E talvez a pergunta que reste — sem tropeçar na covardia do Estado para se calar — não seja apenas por que isso acontece, mas até quando aceitaremos que a Aparência de Proteção valha mais do que a proteção em si.
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