Mulheres
Dinheiro compra a mulherada na fila do corpo escultural, do embelezamento comercial feminino, menos uma mente feminina que dedica o seu corpo ao santuário e à imagem de Deus.
Os rostos, a alegria dos corações, a força da lealdade e da dignidade humanas e da beleza interior das mulheres encantam a todos os homens, dando-lhes a recompensa de criarem as famílias mais lindas, educadas, abençoadas, prestativas e felizes sobre a terra, cujas virtudes e qualidades formam a Família de Deus.
Eduquem suas filhas desde de crianças, porque quando forem adultas elas serão como salvas de prata, oferecendo o melhor para os corações das mulheres, famintas de justiça, compreensão, amor e calor humano.
Deus não criaria um planeta tão belo, florido, rico e vistoso se não pensasse nos corações e nos propósitos das mulheres.
Umas chamam Lurdinha, Martinha e Soninha; porém, o mais importante é conhecer outras como Aninha, Betinha, Claudinha, Dorinha, etc., o que estas mulheres fazem, pensam e agem em nome de Cristo, para Cristo e com Cristo.
Mulher é ser forte como uma leoa e frágil como uma pétala, que se desprende de uma flor. É ser intensa como uma tempestade e branda como uma chuva, mas que faz sementes germinarem. É ser, algumas vezes, amarga, como um remédio, mas pense: quão amargo seria, sem a sua doce presença?
Não é porque ela é a Mulher Maravilha, que ela não tenha medo, fraqueza, insegurança e não precise chorar.
Cecilia Payne:
A Mulher que Revelou a Essência do Universo.
A maior parte de nós aprendeu, nos bancos escolares, que Newton descobriu a gravidade, que Darwin explicou a evolução e que Einstein nos revelou a relatividade do tempo.
Mas, ao abrirmos um manual científico e lermos que o elemento mais abundante do universo é o hidrogênio, raramente surge a pergunta essencial: quem descobriu isso?
Não foi Newton.
Não foi Darwin.
Nem Einstein.
Foi uma mulher.
Foi Cecilia Payne.
Nascida em 1900, Cecilia enfrentou, desde a juventude, o peso de um mundo que ainda negava às mulheres o direito de transpor as fronteiras do saber.
Sua mãe, presa a convenções da época, recusou-se a custear sua formação universitária.
Cecilia, no entanto, não se deixou deter: conquistou uma bolsa e ingressou em Cambridge, onde brilhou pela genialidade e pela firmeza de propósito.
Concluiu seus estudos com distinção, mas Cambridge — fiel ao conservadorismo de então não concedia diplomas a mulheres. Simplesmente as excluía do reconhecimento oficial.
Sem se resignar, Cecilia atravessou o Atlântico e foi para Harvard, onde se tornaria a primeira pessoa, homem ou mulher, a obter um doutorado em Astronomia pela Faculdade Radcliffe, instituição associada à universidade.
Sua tese, intitulada “Stellar Atmospheres”, foi descrita pelo eminente astrônomo Otto Struve como
“A tese de doutoramento mais brilhante já escrita em astronomia.”
E não era exagero.
Cecilia Payne desvendou o segredo da composição do universo: demonstrou que o Sol e, portanto, a maioria das estrelas é constituído quase inteiramente de hidrogênio e hélio.
Ela foi a primeira a enxergar o que ninguém antes percebera.
No entanto, o conservadorismo acadêmico mostrou novamente o seu rosto.
Henry Norris Russell, seu colega e referência da época, a dissuadiu de publicar suas conclusões.
Anos depois, ele mesmo apresentou as ideias como suas e a história, como tantas vezes fez com as mulheres, atribuiu-lhe o mérito.
Ainda assim, os alicerces da astrofísica moderna repousam sobre o trabalho de Cecilia Payne.
Todos os estudos posteriores sobre as estrelas, suas temperaturas, luminosidades e composições, partem das bases que ela estabeleceu.
E, paradoxalmente, os obituários omitiram sua maior conquista.
Ela não teve monumentos erguidos em sua memória.
Não foi celebrada nas praças da ciência.
Mas deixou marcas que nem o silêncio da história pôde apagar.
Cecilia Payne tornou-se a primeira mulher professora titular de Harvard, abrindo caminhos para outras mentes brilhantes que, como ela, ousaram pensar além das fronteiras impostas.
Ela descobriu do que o universo é feito e, ironicamente, quase ninguém sabe o seu nome.
“As estrelas podem não falar, mas Cecilia as fez confessar o seu segredo.”
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Quando você, porém, perceber que o destino te escolheu para brilhar;
Aprenderá a aceitar com otimismo todas as sombras que lançarem sobre o teu caminho.
Quanto mais escuro um entorno, com mais potência brilha a luz!
Estive muito tempo buscando encontrar uma mulher que inspirasse a minha vida.
Alguém a quem eu pudesse imitar seus passos; que tenha sobrevivido lutas parecidas com as minhas;
Uma figura feminina que eu pudesse olhar e me motivar.
Uma donzela fenix que ressurgiu das cinzas.
Para que nos meus dias difíceis eu pudesse dizer: "Se ela conseguiu, eu também posso!".
Hoje eu descobri que essa mulher sou eu.
Todas assim, todas iguais e com os mesmos costumes. As diárias opções mundanas enganam as jovens e as que se entendem assim, tornando-as figurantes na vida. Muitas vezes o amadurecimento chegará tarde e as oportunidades de crescimento e respeito terão passado. Assim que várias “plantas” terminam secas, sem frutos e sem beleza.
Ofuscada e marginalizada pelo egoismo de Rodin e pelo machismo, finalmente no século XXI, Camille Claudel ganha seu próprio museu. A historia hoje em liberdade realizando correções de imposições machistas criminosas, erros e muita inveja....Eterna Camille Claudel, de coração rogo que Deus queira que o mundo da arte lhe conheça tao esplendorosa como você sempre foi dentro de seu particular sofrimento criativo. Guardando todas as devidas proporções, em outra época e por razões bem diferentes, nem tanto pelo machismo mas por questões de austeridades, temos no Brasil uma grande artista mulher que ainda não foi reconhecida pelo seu mérito de inventividade, criatividade e genialidade. Refiro me a a pintora, cantora, atriz e pianista caricaturista brasileira Rian - Nair de Tefé. Nair de Tefé Hermes da Fonseca foi a primeira-dama do Brasil de 1913 a 1914, como esposa do marechal Hermes da Fonseca. Notabilizada como a primeira caricaturista mulher do mundo mas sua obra precisa de uma profunda pesquisa e uma revisão histórica para que o Brasil e o mundo reconheçam todo seu esplendorosismo e genialidade nas belas artes no século XX .
O aceite mais previsível de uma menina-mulher da classe media por todo mundo hoje em dia, diante de um pedido de namoro, inicia com aquela velha historia bem criativa de um confuso assalto traumatizante onde lhe roubaram o celular do modelo mais caro que ganhara da tia no ultimo aniversario e somando a isto, a infelicidade de está com uma divida alta em compras, gerada de forma injusta por que os bandidos clonaram o seu cartão. Diante de uma ajuda boba, crédula e generosa, a relação começa sem as preliminares mas para os finalmente, sem pudor algum.
Por que sabemos pouco de Eva?
A ausência de informações sobre Eva é um sintoma de algo maior: a invisibilidade das mulheres na narrativa religiosa. Essa exclusão sistemática moldou não apenas a religião, mas também os valores e estruturas sociais que dela derivaram.
Distante do medo tolo de muito se dar, viver as relações em conta gotas, é um desperdício de tempo e de desejos, pois isto não te preserva e nem te anônima se, inexiste como um personagem sem autor, fica a mercê das circunstâncias no próximo ato, isto é fato e te fragiliza ainda mais.
Luta se institucionalmente para igualdade social, cultural e profissional da mulher na sociedade contemporânea mas quando a mulher é negra, de baixa renda e vive um histórico familiar com arcabouço de machismo na ignorância e superstições religiosas, as barreiras naturais já existentes se agravam. A elas não é permitido falar muito menos reclamar, são nestes casos que o poder central governamental, deve implementar maiores atenções. Dignificar o papel imprescindível delas na sociedade e rever todo processo paternalista infundado que pouco a pouco, deixa de existir dando lugar ao abandono, desta população fermina guerreira.
As jóias perfeitas para uma elegante mulher, não podem ser comparadas como os múltiplos penduricalhos de uma rica arvore de natal. Elas devem ser simples e sutis, realçando a parte mais bonita de seu corpo. Não se usa jóia alguma, pelo seu alto valor mas na verdade se veste independente do valor mas que exalta por criatividade da criação, sua singular personalidade.
Minha relação com o cupido sempre foi desastrosa por seu comportamento inconveniente, desconfio até que seja adepto de alguma droga ou que simplesmente tenha uma marcação comigo, assim, busco ficar atento para não piorar a minha situação, não quero tê-lo como inimigo, já bastam as suas flechas que só seguem na minha direção, deixando-me apaixonado sem que ele tenha a preocupação se serei correspondido ou prejudicado com alguma triste consequência. Esta é uma explicação bastante provável, tendo em vista, que apenas fico interessado em mulheres que não têm um interesse recíproco ou que poderíamos acarretar em lamentáveis resultados, por isso que tenho escolhido mais a razão, de insensato, já basta o cupido, mas claro que não estou isento, sei que a qualquer momento, posso chegar na seguinte conclusão "Fui atingido pela a paixão novamente", espero que eu não seja o único a ser atingido, que ela também seja, então, senhor cupido, tenha mais atenção com suas flechas.
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