Mulher e Arte

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⁠Nossa tendência à reatividade matou até mesmo a arte do insulto.

Arte é o "fazer humano" quando convertido em algo significativo⁠

sorrir é arte dos fortes
sorrir é arma dos combatentes da vida
sorrir é a cura da decepçao
sorrir é viver, viver e viver

O Artista e a Sua Capacidade de Perceber Onde Há Vida e Transformar em Arte

Os artistas dão vida ao inanimado, trazem uma nova perspectiva diante de algo que muitas vezes não é percebido, muito menos por todos; exaltam artisticamente o que já existe; quebram expectativas para o agrado de uns e o desagrado de outros. Transformam a realidade em uma inspiração viva.

Aquilo que é bem simples ganha mais personalidade, passa a ser ainda mais relevante; então, faz uma menção cativante do íntimo do artista aparecer na sua arte, um tipo diferente e muito expressivo de assinatura, que reúne a sua imaginação e a sua criatividade em várias possibilidades de estruturas.

A inquietação da normalidade com uma interpretação lúdica, artística, profunda e seletiva como as palavras e as emoções aplicadas nos meus versos: minha poesia sincera e realista de uma simplicidade complexa. Sou poeta, logo, sou um artista; adepto da arte poética — a riqueza de um olhar detalhista.

Talvez meu maior defeito seja essa necessidade imparável de expressar o que sinto pela arte. Eu não sei fazer uma música "do nada". Não sei ver um filme e criar inspirada em uma história fictícia ou longe da minha realidade. Se não escrevo ou canto, sufoco. E não basta criar, preciso mostrar ao mundo.
As vezes seguro coisas que faço por medo de consequências. Por medo que alguém entenda errado, ou que aquilo machuque alguém que me importa, mas me machucou e gerou aquilo em algum momento. O problema é que sinto que sufoco a cada segundo que seguro algo que precisa ser dito, e não sei o quanto ainda posso resistir segurando tudo isso.
E se quem gerou o que me fez compor ou escrever nunca tivesse acesso ao que fiz, sinto que seria como guardar tudo só pra mim. Não quero atingir, apenas falar. Por muitos anos calei todas as minhas dores. Na infância, sempre fingia estar bem, mesmo quando todos os dias era humilhada em ambientes escolares extremamente hostis. Talvez isso tenha me feito ser assim hoje, e talvez o que chamo de "grande trauma primordial" tenha tido tanta força por isso, me afetando até hoje, em 2026, mesmo que tenha acontecido quase em outra vida, em 2011.
Quando eu escrevo, é porque já não tenho opção. Quando escrevo é porque é isso ou desaparecer. É porque é a única forma de suportar e sobreviver a mim mesma. É porque ou grito, ou deixo o que calei continuar me corroendo por dentro. Eu queria poder ser sincera, e explicar as coisas para quem precisa saber, mas na maior parte do tempo isso não é uma opção, e muitas vezes, tentando me explicar, parece que só consigo estragar tudo de vez.
- Marcela Lobato

Mentir é a arte de fingir a verdade com intenções malignas, usando a máscara da hipocrisia.

É bom apreciar as belezas naturais, porque reconhecemos o quanto Deus aprecia a própria arte.

⁠Muitos fazem incríveis montagens com papelão; mas, se fizessem o papel de pai seria uma arte contínua da educação, montada com amor, sucesso e segurança para o resto da vida em família.

A FILOSOFIA DE EMANUEL BRUNO ANDRADE


Novo Humanismo — A Arte de Saborear o Viver


A filosofia de Emanuel Bruno Andrade parte de uma pergunta essencial:


O que fazemos com aquilo que vivemos?


O ser humano recebe a vida através da matéria, percebe-a através da sensibilidade, experimenta-a através da existência e procura compreendê-la através da consciência. É neste percurso que nasce o Novo Humanismo.


O Novo Humanismo não procura criar um ser humano perfeito. Procura criar um ser humano mais consciente daquilo que é, daquilo que sente, daquilo que faz e daquilo que transmite aos outros.


I — A Fórmula da Experiência


A primeira expressão filosófica é:


F = (M × S × E) / (N − k)


onde:


M representa a matéria e os elementos concretos da realidade;


S representa a sensibilidade, a perceção e a dimensão estética;


E representa a experiência e o significado vivido;


N representa o nível de consciência, conhecimento e compreensão;


k representa os fatores de resistência, bloqueio, medo, preconceito ou distorção.


Esta fórmula não pretende medir matematicamente o ser humano. É uma metáfora conceptual para pensar a experiência.


A matéria, sozinha, é apenas matéria.


A sensibilidade permite senti-la.


A experiência permite vivê-la.


A consciência permite compreendê-la.


E os bloqueios podem impedir que aquilo que vivemos se transforme em conhecimento.


Assim, a experiência humana não está apenas naquilo que acontece, mas naquilo que conseguimos fazer acontecer dentro de nós depois que acontece.


II — A Fórmula da Comparação


A segunda expressão é:


C = [(M₁ + S₁ + E₁) − (M₂ + S₂ + E₂)] / (N − k)


Esta fórmula introduz o outro.


Já não existe apenas uma experiência. Existem duas realidades que se encontram.


Duas pessoas.


Duas obras.


Duas culturas.


Duas ideias.


Duas experiências.


Comparar, neste sentido, não significa estabelecer imediatamente quem é superior.


Significa descobrir:


o que aproxima, o que diferencia, o que falta, o que acrescenta e aquilo que podemos aprender com cada realidade.


Por isso, no Novo Humanismo:


«Comparar é reconhecer diferenças sem destruir a ligação entre as coisas.»


A verdadeira comparação não diminui o outro.


Amplia a nossa compreensão.


III — A Consciência como ponte


Nas duas fórmulas existe uma variável fundamental:


N — Consciência, conhecimento e compreensão.


É ela que transforma a experiência em aprendizagem.


Sem consciência, podemos repetir indefinidamente os mesmos erros.


Sem conhecimento, podemos confundir opinião com verdade.


Sem compreensão, podemos transformar a diferença em conflito.


A consciência é, portanto, uma ponte entre aquilo que somos e aquilo que podemos tornar-nos.


Quanto mais compreendemos, menos necessidade temos de destruir aquilo que é diferente.


IV — O papel do bloqueio


O elemento k representa aquilo que impede a compreensão.


Pode ser o medo.


Pode ser o preconceito.


Pode ser o ego.


Pode ser a ignorância.


Pode ser a intolerância.


Pode ser a dor não compreendida.


Pode ser também a dependência da aprovação dos outros.


O Novo Humanismo não pretende negar esses obstáculos.


Pretende reconhecê-los.


Porque aquilo que não reconhecemos dentro de nós pode acabar por controlar-nos.


Conhecer o bloqueio é começar a libertar-se dele.


V — A Arte como transformação


Para Emanuel Bruno Andrade, a arte é uma das formas mais profundas de realizar este processo.


O artista recebe o mundo.


Observa.


Sente.


Experimenta.


Transforma.


E devolve ao mundo uma nova realidade.


Uma mancha pode tornar-se linguagem.


Uma cor pode tornar-se emoção.


Uma ferida pode tornar-se obra.


Um erro pode tornar-se descoberta.


Um vazio pode tornar-se espaço.


O artista não copia simplesmente aquilo que vê.


Transforma aquilo que vive.


Por isso, a arte é uma forma de consciência.


E a consciência, quando encontra a criatividade, pode transformar a experiência em significado.


VI — O Joio e o Trigo


A filosofia do Novo Humanismo também procura separar o joio do trigo.


Mas não se trata de separar pessoas.


Trata-se de distinguir aquilo que, dentro da experiência humana, faz crescer daquilo que sufoca o crescimento.


O trigo representa a dignidade, o amor, a liberdade, o conhecimento, a responsabilidade, a criatividade, a partilha e a capacidade de recomeçar.


O joio representa aquilo que destrói a ligação humana: o egoísmo, a manipulação, a intolerância, a violência, a indiferença e tudo aquilo que transforma o outro em objeto.


Mas existe uma dimensão ainda mais profunda:


o joio também pode existir dentro de nós.


Por isso, antes de perguntar quem é o joio, devemos perguntar:


«Que existe em mim que está a impedir o trigo de crescer?»


VII — O ser humano perante a tecnologia


O Novo Humanismo não rejeita a tecnologia.


Também não a coloca acima do ser humano.


A tecnologia deve ser uma extensão da inteligência humana, não uma substituição da dignidade humana.


A inteligência artificial, as ferramentas digitais e as novas tecnologias podem ampliar a capacidade de criar, comunicar, investigar e colaborar.


Mas existe uma pergunta que nenhuma máquina pode responder por nós:


Para que queremos utilizar aquilo que conseguimos criar?


A questão fundamental do progresso não é apenas:


“O que conseguimos fazer?”


É:


“O que devemos fazer?”


VIII — A ética da reciprocidade


O ser humano não existe isoladamente.


Aquilo que fazemos influencia os outros.


Aquilo que os outros fazem influencia-nos.


Por isso, o Novo Humanismo coloca a reciprocidade no centro da vida social.


Receber implica reconhecer.


Conhecer implica partilhar.


Ter implica responsabilidade.


Ser livre implica respeitar a liberdade do outro.


A verdadeira riqueza humana não está apenas naquilo que acumulamos, mas também naquilo que conseguimos partilhar sem perder.


IX — A Arte de Saborear o Viver


Saborear o viver significa estar presente na própria existência.


Não significa ignorar a dor.


Não significa viver sem dificuldades.


Significa aprender a encontrar significado mesmo dentro da imperfeição.


A vida pode ser amarga e doce.


Pode ser perda e encontro.


Pode ser queda e recomeço.


Pode ser silêncio e expressão.


O Novo Humanismo procura transformar essa experiência numa consciência mais profunda:


«Não vivemos apenas para passar pela vida. Vivemos para compreender, criar, amar, partilhar e transformar aquilo que recebemos.»


X — A síntese filosófica


As duas fórmulas podem finalmente encontrar-se num único percurso:


EXPERIÊNCIA → CONSCIÊNCIA → COMPARAÇÃO → COMPREENSÃO → TRANSFORMAÇÃO → PARTILHA


A primeira fórmula pergunta:


«“O que acontece quando matéria, sensibilidade e experiência encontram a consciência?”»


A segunda pergunta:


«“O que podemos compreender quando colocamos duas realidades em relação?”»


E o Novo Humanismo responde:


«“A experiência transforma-se em conhecimento quando a consciência consegue compreender aquilo que vive; e a diferença transforma-se em conhecimento quando conseguimos comparar sem destruir a ligação.”»


Assim nasce a filosofia de Emanuel Bruno Andrade:


«“A matéria dá-nos o mundo, a sensibilidade permite senti-lo, a experiência permite vivê-lo, a consciência permite compreendê-lo, a comparação permite reconhecer o outro e a partilha permite transformar a compreensão individual em humanidade.”»


XI — O princípio fundamental


A filosofia pode ser finalmente condensada numa frase:


«“Viver é experimentar; compreender é tomar consciência; comparar é reconhecer; transformar é criar; partilhar é humanizar.”»


E o propósito maior:


«“A Arte de Saborear o Viver é transformar a experiência em consciência, a diferença em compreensão e a consciência em humanidade.”»


Este é o caminho do Novo Humanismo de Emanuel Bruno Andrade.

⁠"Companheirismo é a arte de navegar juntos pelos mares da vida.
É escolher ancorar no porto seguro do outro, sempre que as ondas ameaçarem."

Roberto Ikeda

Em um mundo de tetos de vidro e mãos cheias de pedras, ser autêntica é uma arte.


Nem todo mundo vai compreender sua essência, suas escolhas ou a forma como você enxerga a vida. Algumas pessoas se incomodam quando você não se curva, quando não aceita menos do que merece e, principalmente, quando continua sendo você mesma apesar das tentativas de te colocar em uma caixa.


Os tetos de vidro existem para fazer você acreditar que não pode ir além. As pedras aparecem quando você decide provar que pode.


Mas eu aprendi que não preciso quebrar ninguém para crescer, nem diminuir minha luz para que os outros se sintam confortáveis. Carrego meus princípios, meus valores e a consciência tranquila de quem sabe quais são suas intenções.


Ser autêntica não significa ser perfeita. Significa não abandonar quem você é para ser aceita.


E talvez essa seja uma das maiores formas de liberdade: caminhar em paz, mesmo quando existem olhos julgando, mãos apontando e pedras pelo caminho.


Porque quem conhece o próprio coração não precisa viver tentando convencer o mundo sobre quem é.

Não somos apenas pessoas que escrevem. Somos pessoas que cultivam a arte, o pensamento e umas às outras.

⁠O público é tão imbecil que lê de preferência o que é novo ao que é bom.
sfj,a arte de escrever

⁠Não importa tanto ler muito, quanto a regularidade na leitura.
sfj,a arte de escrever

Dizem que o tempo cura, mas o tempo também é um mestre na arte de esconder o que a gente se recusa a perder. Eu aceitei a distância, mas nunca aceitei o adeus. Caminhei por estradas que não tinham o seu rastro, conversei com silêncios que não tinham a sua voz e, ainda assim, em cada esquina da minha memória, você continua lá.
Minha vida se tornou uma coleção de "quases" e de "talvezes". Eu guardei o seu nome num lugar onde a poeira da rotina não alcança. É um amor que não precisa de presença para existir, mas que implora por um sinal para não se sentir sozinho.
A verdade é que:
Meus passos mudaram de direção, mas meu olhar ainda busca o horizonte por onde você sumiu.
A esperança é uma chama teimosa que se alimenta de lembranças antigas.
Viver sem você foi a escolha que a vida fez, mas amar você foi a promessa que minha alma nunca quebrou.
Se o destino for justo, ele entenderá que caminhos diferentes também podem se cruzar de novo lá na frente. E, se você perguntar, a resposta será a mesma que o vento sopra todas as noites: eu nunca, nem por um segundo, te esqueci.

O narcisismo religioso é a arte de transformar o 'assim diz o Senhor' em 'assim eu quero'.

Aceitar a nova moldura não significa desistir da pintura; significa entender que a arte mais bonita da vida é saber se refazer.

Perdoar é uma arte:
Uma vez que feita, permanece.
Cada vez que lembrada, a dor fica dentro dela.

Conviver é uma arte! Exige resiliência, dedicação e sabedoria!

A arte é como o fogo dos ancestrais