Mulher Criança
Mulher de Luta
Vive dentro de ti
Uma mulher sabida
Uma aventureira
Uma criança do interior
Aquela mulher sonhadora
Cheia de graça
Vive dentro de ti
Uma mulher do campo
Uma proletária na cidade
Uma mulher letrada
Debruçada na sabedoria
A repartir conhecimentos
Ao nutrir da mais bela profissão
A mulher que luta
Pela vida e pela saúde
A mulher que fez acontecer
Nutri dentro de ti
As almas das grandes mulheres
A mulher guerreira
Que assim como Jesus
Leva a palavra, as coisas boas, para que
possam aprender desviar dos males
O que seria do mundo
Se não existissem mulheres nutridas
De Amor, compaixão, aprendizado e do
Socialmente correto
A mulher mãe, que reduz sua porção para
Nutrir seus rebentos.
Mulher, assim seja para sempre.
Nenhuma mulher deveria passar dias sozinha com a criança nos braços. A maternidade é fácil quando estamos acompanhadas. Não quando somos julgadas, criticadas ou aconselhadas. Simplesmente ter outras pessoas por perto, se possível outras mulheres que estão passando pela mesma fase.
"Não é sobre o direito da mulher amamentar, é sobre o direito da criança comer, quer seja no avião, no navio ou mesmo no autocarro."
Xakurhandza
✍️Fui uma criança forte. Uma jovem corajosa e forte. Uma mulher madura, muito forte. E agora? De onde está vindo essa fraqueza? Quando precisaria ainda ser uma fortaleza.
💌🥀💔👣👣👁️👁️✔️
Uma Mulher que mostra as garras quando necessário mas jamais deixa morrer a criança que habita meu ser !
Antes de uma mulher carregar uma criança em seu colo, primeiro ela terá que carregá-la em seu ventre. O mesmo ocorre com a fé; ou seja, antes de você alcançar as promessas no mundo físico, primeiro elas devem ser conquistadas através da obediência no espiritual.
A vida de uma mulher não é disputa
“Ele desferiu os tiros na frente da criança. Ela presenciou a mãe sendo quase morta, tornando esse crime ainda mais cruel.”
— Evelyn Lucy Alves da Luz, sobrevivente de tentativa de feminicídio
O feminicídio não é apenas um crime — é o reflexo de uma cultura que ainda normaliza possessividade, controle e violência. Cada mulher assassinada carrega sonhos interrompidos, histórias não contadas, afetos que jamais se realizarão. Cada ato de agressão é um lembrete silencioso de que a sociedade falha quando desrespeita a humanidade feminina.
Olho para trás e vejo histórias que ecoam até hoje: mulheres perseguidas nas caças às bruxas na Europa, escravizadas e abusadas nas Américas, violentadas nos horrores do Holocausto, e lutadoras como as sufragistas britânicas, presas e maltratadas por simplesmente querer existir em igualdade. E, ainda hoje, jovens vítimas de feminicídio em cidades que fingem não ver.
Nós, mulheres, precisamos nos enxergar e nos reconhecer nesse mundo que insiste em medir valor pelo poder que outros exercem sobre nós. Homens precisam olhar para si mesmos. Violência não surge do nada. Ela cresce em olhares que julgam, palavras que diminuem, comportamentos que confundem amor com posse. Ignorar isso é compactuar. Cada silêncio, cada justificativa, cada minimização alimenta padrões que podem levar à tragédia.
Como dizia a pedagoga e educadora Maria Montessori, “A primeira tarefa da educação é ajudar a vida a se desenvolver em todo o seu potencial”. Educar é, portanto, também confrontar nossas próprias sombras e reconhecer o que toleramos dentro de nós e na sociedade.
A psicologia nos ensina que comportamentos violentos muitas vezes nascem de traumas, inseguranças e padrões aprendidos desde cedo. A psicanálise aprofunda essa compreensão. Como afirmou Anna Freud, “O ego precisa aprender a distinguir entre desejo e realidade”, lembrando que reconhecer nossos impulsos, frustrações e desejos é essencial para não projetá-los no outro.
E como destacou Karen Horney, pioneira da psicanálise feminista:
“A cultura que reprime e desvaloriza o feminino cria conflitos internos que refletem violência no mundo exterior.”
Negar essas forças internas não as elimina; apenas transfere o conflito para fora, e quem sofre é sempre o mais vulnerável.
A biologia reforça essa perspectiva: somos seres sociais, moldados para empatia e cooperação. Como disse Jane Goodall, etóloga e bióloga:
“O cuidado, a observação e o respeito pelas relações sociais nos mostram o quanto a compaixão é essencial para a sobrevivência.”
A neurocientista May-Britt Moser, ganhadora do Nobel, lembra que nossos circuitos cerebrais estão profundamente conectados com o mundo ao nosso redor — um alicerce biológico da empatia que nos liga às outras pessoas e nos alerta sobre o impacto de nossos atos.
E a filósofa feminista Carol Gilligan nos desafia:
“A ética do cuidado amplia a compreensão humana, conectando responsabilidade e relação ao invés de dominação e divisão.”
O feminicídio não começa no ato final; ele nasce no cotidiano — na cultura que ensina homens a dominar, na indiferença que permite que pequenas agressões passem despercebidas, na normalização de atitudes que desrespeitam e diminuem mulheres. Cada escolha de respeito é um passo em direção à humanidade; cada escolha de silêncio é um passo para o crime.
A grandeza não está em dominar, mas em proteger.
Não está em justificar, mas em questionar.
Não está em controlar, mas em compreender.
O limite da humanidade não está na violência cometida, mas na complacência que permitimos.
O feminicídio não é um problema apenas das mulheres. É um problema de todos. Cada gesto de cuidado, cada ação consciente, cada palavra que ensina respeito é resistência. Cada indiferença é cumplicidade.
O ser humano se expande quando escolhe observar, escutar e respeitar.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando integra consciência, instinto e emoção.
Cada escolha que fazemos — silenciosa ou visível — constrói o mundo que teremos amanhã. Cada um de nós carrega a responsabilidade de agir antes que seja tarde. Respeito, cuidado e empatia não são apenas escolhas éticas; são expressão da nossa própria humanidade.
A vida de uma mulher é valiosa, e a responsabilidade de preservá-la é de todos nós. Não há justificativa, não há indiferença possível. O limite da humanidade é a empatia que deixamos de praticar.
E então percebemos — quando a rotina parece normal, quando o mundo finge não ouvir — que a verdadeira pergunta não é se agimos para proteger, mas quanto da nossa indiferença diária estamos dispostas a carregar sem perceber, e que talvez, um dia, o preço dessa inação seja inevitável.
O silêncio, que parecia tão confortável, se torna incômodo.
O olhar que desviamos, se torna pesado.
E a consciência, que evitamos confrontar, permanece ali, insistente e viva, lembrando que cada gesto ignorado tem consequências que não podemos mais apagar.
Verso final:
“Cada olhar que desviamos, cada silêncio que aceitamos, constrói um mundo que já carrega a dor que poderíamos ter impedido. A grandeza humana não está em dominar ou calar, mas em reconhecer, cuidar e agir — pois é nas escolhas diárias, pequenas e silenciosas, que se mede se seremos verdadeiramente humanos ou cúmplices da indiferença.”
MENINA MULHER
(A força de hoje é o escudo da criança de ontem)
Que minha menina interior não se assuste com a versão mulher — às vezes frágil, mas muitas vezes leoa —, pois o hoje dela é a sua proteção lapidada de ontem.
Lu Lena / 2026
O homem é uma criança num corpo de adulto e a mulher é um adulto num corpo de criança. Os homens se divertem, as mulheres não têm senso de humor.
Val Alvarenga
Você, criança e mulher,
Amante e amada,
Linda de ver e viver.
Alma pura, uma doce ternura,
Luz de brilho natural.
Verdade que inspira,
Amor sobrenatural.
Relíquia para se guardar,
E para sempre amar.
Não imagina a alegria,
Guardada em sua magia.
Amor, amante, amada.
Es crevo com coragem;
para o homem a mulher e a criança;
para o jovem e ancião;
que na vida é cidadão;
Um traz lembrança;
de sua eterna infância;
Outro traz no rosto sorriso;
de muitos fatos em suas andanças.
# Tudo passa!
Passa homem, passa mulher,
Passa criança, passa velho,
Passa a loira, passa a morena,
Passa o ruivo, passa o negro,
Passa o carro, passa o ônibus,
Passa a bicicleta, passa o vendedor,
Passa a policia, passa até o ladrão.
Passa rápido, passa devagar,
Passa com frio, passa com calor,
Passa animado, passa chateado,
Passa feliz, passa com dor,
Passa amor, passa alegria,
Passa amizade, passa falsidade,
Passa com arrependimento, passa com fé,
Passa para cá e para lá,
Tudo passa só não passa a saudade que eu sinto de você!
A noite pode ser criança mas eu já não sou. Sou mulher amiga, amante que se entrega numa entrega perfeita onde um homem e uma mulher se perdem em um caminho chamado desejo, amor, paixão e se encontram entre braços e abraços embalados pela música que seduz que fala, enquanto corpos se tocam e bocas se calam. Entre emoções, sentimentos e toques. No silêncio da madrugada, quando luzes se apagam e toda cidade dorme.
Seduza-me, sinta-me e te farei conhecer o que chamamos de paraíso perdido onde habita o pecado !
Abri mão de ser uma criança por uma mulher;
Abri mão de noitadas de baladas, por noites filmes, conversas e beijinhos dela;
Abri mão de lágrimas por um abraço seu;
Abri mão da felicidade individual para construir a nossa;
Sim eu abri mão de várias mulheres falsas por um amor verdadeiro;
mas ainda assim acho que apenas escolhi ser feliz eternamente, e nao momentaneamente;
Abri mão e a minha mão pra segurar a sua para caminharmos juntos em direção a felicidade, tenho comigo e ao meu lado tudo que preciso pra encontrar o amor, basta olhar pra vocês pra me sentir completo, feliz, indestrutível...amo vocês!
Sou criança, sou menina, sou mulher ... A vida não se decifra pela quantidade de tempo que se vive e sim pela intensidade que se vive!
Ela é preta, Ela é branca
È mulher e criança
Ela sorri e encanta, canta e dança
È mulher e guerreira não tem medo de cara feia
Chora e sangra é humana e Deusa
È filha, Mãe e Avó
Enfrenta secas e enchentes
É Filha Do Sol
Delicada e Operaria suporta a dupla jornada
a qual foi Destinada
Filha da terra, não foge a luta
Ela é negra, Ela é branca, Parda Nordestina!
GAROTA-MÃE MENINA-MULHER
Menina-Criança,
foi pega de surpresa,
por culpa de seus atos,
meros fatos,
outrora, inatos,
mas que faz diferença,
pra pobre menina.
Oh... pobre menina,
cuja infância fascina,
mas foi interrompida,
para dar vez à outra infância.
Oh... pobre menina,
tão pequenina,
tão abandonada.
Oh... pobre menina,
largou a boneca,
aprendeu a trocar fralda.
Oh... pobre menina,
ainda tem muita esperança,
mas, alimentará uma nova criança.
Pobre menina,
esquecida pela criança feliz,
transformada naquela mini-mulher crescida-menina
que deu a luz
a uma nova menina,
e perdida no mundo,
a menina-mulher segue a vida.
A AINDA CRIANÇA
Você não sabe o que quer,
se finge de mulher,
mas ainda é criança.
Brinca com os amigos,
não tem inimigos,
e morre na esperança.
Esperança de encontrar,
encontrar um dia alguém para amar.
Procuras de mais,
nunca achará,
nunca terá paz!
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