Mudar de Cidade
Nas ruas iluminadas pela néon da cidade, somos agora uma extensão da máquina. Nossos olhos, janelas para uma realidade virtual, onde sonhos e pesadelos se entrelaçam. Somos espectros digitais, conectados por fios invisíveis, numa dança frenética de dados e informações. A tecnologia nos prometeu um paraíso digital, mas encontramos labirintos de código e incertezas.
Surpreendentemente a primeira vez que eu te vi foi na cidade
Eu vim até você e na mão direita rosas com aroma de eternidade
Apaixonado com muita intensidade, cheio de felicidade
Meu coração disparou
Na fonte dos amantes aonde nós disséssemos nosso primeiro "olá" e em vias de cantarolará
Você é a melhor imagem sem miragem
É impossível ser feliz sozinho
Desfrutando desse privilégio que
Transformaram-se em algo bonito
Sem medo de ser infinito
Desde quando isso tem acontecido
Caos do coração tolo sem ser coagido
O resto é mar, quiçá amar até o nascer do luar.
Quando Platão reconheceu a corrupção das leis na cidade foi obrigado a projetá-la para fora do mundo, realizando a sua demonstração no vazio.
"A miséria, espelho da realidade, não escolhe a idade e tão pouco a cidade. Sua expectativa é a fome no homem, e que o desamor na humanidade se transforme em uma invencível verdade."
Anchieta, pérola reluzente e rara,
Terra amada, de encantos a deslumbrar,
Cidade bela, de praias abençoadas,
Em tuas areias, a felicidade a habitar.
Ó Santuário de São José de Anchieta,
Devoção e fé em cada passo dado,
Tuas paredes guardam histórias sagradas,
E sustentam nossa esperança, lado a lado.
Porto de cima e porto de baixo,
Duas faces de um destino abraçar,
Nas águas, sonhos se encontram soltos,
No balanço das ondas, a vida a desfrutar.
Ruínas que nos contam do passado,
Testemunhas do tempo que insistiu passar,
Em cada indício, lembranças renovadas,
Resgatando nossa identidade a preservar.
E o Porto do Mandoca, encanto dos sussurros,
Histórias se entrelaçam em cada embarque,
Ricos laços tecidos pelos pescadores,
Entre risos, redes e o mar que não se cansa.
A Casa da Cultura, tesouro resplandecente,
A arte encontra seu lar e se expande,
São vozes, cores e sentimentos ardentes,
Que em cada esquina lembram o porquê se vive.
E os poços dos jesuítas, fontes de mistério,
Águas puras que revelam segredos antigos,
Nas suas profundezas, curas e renascimentos,
Um convite à alma a explorar novos abrigos.
Centro cultural, pulsante e vibrante,
Onde a tradição e a inovação se misturam,
Teatros, exposições, música constante,
A alma se enriquece a cada verso que se firmam.
Nos passeios de barco no rio Benevente,
A jornada se converte em pura poesia,
A fauna e a flora em harmonia latente,
Um bailado em que a natureza se guia.
Falésias de Anchieta, majestosas esculturas,
A natureza esculpiu com a própria mão,
Belezas verticais, singulares figuras,
Testemunhas de um amor em eterna conexão.
E a gente pacífica e hospitaleira,
Que enche Anchieta de sorrisos e acolhimento,
Com amor, arraigados na alma verdadeira,
Transformam cada encontro em puro encantamento.
Anchieta, minha doce inspiração,
Tua essência em versos me faz amar,
Tu és morada de emoção,
E em cada palavra, desejo de sempre voltar.
Recado para o pastor Sérgio de Bastos - cidade interiorana de SP:
Na Bíblia Deus fala à Maria: Bendita sois vós entre todas as mulheres. Também fala: Todas gerações te dirão "Bem aventurada ." Na cruz Jesus diz à Maria, olhando para o apóstolo João: " Mulher! Eis aí teu filho" e fala à João : Filho! Eis aí a tua Mãe. Nisso, Jesus quer dizer que Maria é mãe de Deus e da humanidade. Mas o pastor Sérgio diz que a imagem da entrada da cidade de Bastos é Satanás, ou seja, ele quer desdizer o que o próprio Deus diz. Só pro senhor entender pastor. Todas as Nossas Senhoras, são a mesma Mãe de Deus. Até Roberto Carlos disse isso na música dele e o senhor não sabe! Isso que dá algumas igrejas evangélicas pegar pastor de quinta prá ministrar seus cultos. Parabéns pastor. Quem foi o garoto propaganda de Satanás nessa investida foi o senhor. Ah! Também! Antes que eu me esqueça. Jesus deve estar pulando de alegria, do senhor chamar uma imagem que nos lembra da nossa mãe, de Satanás. Vou dizer só o que Jesus disse quando o crucificaram. Pai. Perdoa. Eles não sabem o que faz. E com certeza o senhor também. Nem o que diz . O senhor quer se aparecer? Que tal amarrar uma melancia no pescoço e sair pela cidade. Fica aí minha sugestão.
A corrupção naquela cidade era tão grande, mas tão grande, que até o braço do prefeito, quando sofreu uma queda, acabou sendo superfraturado.
Nas ruas da cidade nua
Sob o frio orvalho da noite,
sombreiam-se os meus cabelos brancos,
cansados da vida severina,
pingada nas ruas da cidade nua...
Vagueiam infinitos fantasmas,
repousam castelos assombrados,
escondem-se os gritos de medo por entre
as ruínas dos sonhos que não brotaram...
Quando o sol chega no horizonte.
É hora de levantar...
Recolher o papelão,
esconder o lençol da miséria
e Zumbitear pela vida.
Os jovens da minha cidade tinham duas opções: a siderúrgica ou a guerra. Sempre sonhei com algo diferente.
Em meio ao cerrado vasto e imponente,
Surge uma cidade, moderna e diferente,
Brasília, a capital do Brasil,
Onde a política e a vida se entrelaçam sutil.
Mas em meio a esse progresso e desenvolvimento,
O meio ambiente clama por proteção e cuidado constante,
Pois a natureza, essa grande dádiva divina,
Não pode ser esquecida ou tratada de forma mesquinha.
Os incêndios que assolam o cerrado,
São um alerta para o homem despreparado,
Que não compreende a importância da defesa ambiental,
E age de forma inconsequente e desigual.
A destruição da fauna e da flora,
É uma afronta à mãe natureza que chora,
Pois tudo o que ela nos dá, de graça e sem medida,
Deveria ser preservado e amado como uma criança querida.
A proteção do meio ambiente é tarefa de todos nós,
Pois somos responsáveis por preservar o que é mais valioso,
Não podemos deixar que o progresso seja desculpa para a destruição,
E sim que seja a força motriz da mudança e evolução.
Brasília, cidade de luz e poder,
Não deixe que o meio ambiente seja esquecido em seu viver,
Proteja as florestas, os rios e a fauna silvestre,
Pois só assim teremos um futuro verdadeiramente nobre.
Que a filosofia da preservação esteja presente em nossas ações,
Que a proteção da natureza seja o nosso lema e guia,
E assim, em meio à modernidade e ao progresso,
A natureza floresça e nos traga a felicidade e o sucesso.
Nas planícies vastas do Planalto Central,
Ergue-se Brasília, cidade monumental,
Mas mesmo com sua grandiosidade,
A natureza sofre com a falta de piedade.
Incêndios vorazes consomem a terra,
Destroem a flora e a fauna, sem guerra,
O homem, que deveria ser protetor,
Se torna destruidor, sem amor.
O cerrado, bioma riquíssimo em diversidade,
É vítima da negligência e da insensatez,
O fogo, que deveria ser controlado,
Se alastra, descontrolado.
E o que resta é o desespero,
De ver a natureza, que é tão belo,
Ser consumida pelo fogo,
E deixar a vida em um jogo.
Mas há aqueles que lutam,
Que não se conformam, não se tutam,
Defensores do meio ambiente,
Que dedicam suas vidas a proteção com veemência.
São os guardiões da natureza,
Que combatem as chamas com destreza,
Que fazem das suas vidas uma causa,
E protegem a terra como sua pausa.
É preciso valorizar a vida,
E não permitir que a destruição seja seguida,
Proteger o meio ambiente é proteger a nós mesmos,
É garantir um futuro sem desesperos e apertos.
Brasília, cidade grandiosa,
Deve ser modelo de proteção corajosa,
Não permitir que o fogo consuma o cerrado,
Mas sim, que a vida seja celebrada e honrada.
A natureza é nosso tesouro,
Que devemos preservar com vigor,
E assim, garantir a vida,
Com a proteção da terra, nossa querida.
No coração do Planalto Central,
Uma cidade erguida para ser imortal.
Brasília, ícone da modernidade,
Mas a natureza clama por mais piedade.
O cerrado, um bioma rico em vida,
É vítima da ganância humana sem medida.
Os incêndios, fúria descontrolada,
Devastam a flora e a fauna desprotegidas.
Mas a luta pela proteção do meio ambiente,
É uma batalha constante, incansável e urgente.
Defensores da natureza se unem,
Para que a destruição não vença, mas se contenha.
Proteger a terra é proteger a vida,
Garantir um futuro sem tristeza ou despedida.
Cuidar da natureza é um dever humano,
Que não pode ser ignorado ou deixado de lado.
Brasília, cidade gigante e forte,
Deve ser modelo para a proteção da sorte.
Não deixar que o fogo consuma o que é vivo,
Mas sim, que a vida seja um objetivo.
Cuidar do meio ambiente é cuidar de nós,
Do presente e do futuro, sem perdas ou nós.
Não permitir que a ganância nos vença,
Mas sim, que a preservação seja nossa crença.
A natureza é nossa maior riqueza,
E cabe a nós cuidar dela com delicadeza.
Protegê-la é um dever inerente,
Para que a vida siga, forte e persistente.
Nas terras quentes do cerrado,
Brasília, a cidade, foi erguida com cuidado,
Um lugar grandioso e monumental,
Mas nem tudo é beleza nesse lugar tão especial.
O meio ambiente sofre com a ação do homem,
Que desmata e queima, sem nenhum temor,
Os incêndios consomem a natureza,
Deixando uma paisagem de destruição e tristeza.
É preciso defender a terra,
E proteger a natureza com muito esmero,
A defesa ambiental é nossa responsabilidade,
Para garantir um futuro de prosperidade.
A natureza é uma fonte de vida,
Que deve ser respeitada e preservada com lida,
Sem ela, a vida humana é limitada,
E o planeta se torna uma terra devastada.
A destruição do meio ambiente é uma ação vil,
Que atinge todo o planeta, sem cessar o ardil,
Mas a proteção é uma ação nobre e corajosa,
Que garante um futuro melhor e uma vida mais generosa.
Em Brasília, a cidade grandiosa,
É preciso cuidar da natureza com muita prosa,
Não deixar que o fogo consuma o cerrado,
E proteger a vida, de forma efetiva e dedicada.
A defesa ambiental é uma tarefa árdua,
Mas é nossa obrigação, como humanidade adulta,
Proteger a natureza é proteger a nós mesmos,
E garantir um futuro de amor e de sucesso.
Nas planícies do Planalto Central,
Ergue-se uma cidade monumental,
Brasília, símbolo de modernidade,
Mas também destruição, infeliz verdade.
O cerrado, bioma único e raro,
É vítima de um mal tão bizarro,
Os incêndios consomem a terra,
E com eles, vão as riquezas da serra.
A natureza é mãe e protetora,
Mas o homem, seu filho, é o oposto, senhora,
Traz a destruição por onde passa,
E sem pensar, sua vida em fogo arrasa.
Mas há aqueles que lutam,
Que entendem a urgência e não se acovardam,
Defensores do meio ambiente,
Que dedicam suas vidas a proteção com veemência.
São os guardiões da natureza,
Que combatem o fogo com coragem e destreza,
São como uma luz em meio às chamas,
Que lutam pela proteção sem descanso e sem drama.
É preciso valorizar a vida,
E lutar para que a destruição seja contida,
Proteger o meio ambiente é proteger a si mesmo,
É garantir um futuro sem dor e tormento.
Brasília, cidade grandiosa,
Deve ser exemplo de defesa vigorosa,
Não permitir que o fogo vença o cerrado,
Mas sim, que a vida seja preservada e honrada.
A natureza é um tesouro inestimável,
Que devemos proteger com amor incomparável,
E assim, garantir a vida,
Com a proteção da terra, nossa fonte de alegria.
"Ventava de tal maneira que o barulho da cidade chegava em rajadas, inconstante, sobreposto e por fim se emudecia enquanto descia pela escada rolante até as entranhas da terra, como si fosse na minha própria carne que hospedava fingidos esquecimentos."
Brasília, cidade no coração do cerrado,
Onde o céu é tão vasto e infinito,
E as nuvens se espalham pelo horizonte,
Num espetáculo de beleza e encanto.
No cerrado, a natureza é forte e imponente,
E a cidade é um reflexo desse poder,
Com seus monumentos grandiosos e modernos,
Que mostram a possibilidade de sonhar e fazer.
Mas às vezes, no meio dessa grandiosidade,
Sinto uma saudade do que deixei para trás,
Das pequenas coisas que tornam a vida mais doce,
E que a cidade grande nem sempre nos traz.
Então olho para o céu e as nuvens,
E vejo que mesmo com toda essa imensidão,
Ainda há espaço para a simplicidade e a emoção,
E que a saudade não precisa ser uma prisão.
Pois Brasília é uma cidade de possibilidades,
Que nos mostra que podemos sonhar e criar,
E que mesmo na vastidão do cerrado e do céu,
Há sempre espaço para a vida florescer e prosperar.
No meio do cerrado, um sonho floresceu
Uma cidade única, moderna, Brasília nasceu
Sob o sol escaldante, um novo horizonte surgiu
E a cada dia, novas possibilidades se abriram.
Mas não é só de sol que vive a capital
O céu também traz beleza e inspiração
As nuvens, em suas formas diversas, dançam no ar
E nos lembram que a natureza ainda pode nos surpreender.
A saudade também vem, como uma nuvem cinzenta
Lembrando-nos do que já se foi, do que se foi embora
Mas mesmo assim, continuamos a olhar para o céu
E buscamos novas possibilidades, novos caminhos para trilhar.
Brasília é assim, uma cidade de contrastes
O cerrado nos ensina a resistir, a persistir
E o céu nos mostra que sempre há algo novo a se descobrir
Uma cidade que nunca para de nos surpreender.
Brasília, cidade moderna e ousada,
Cortando o cerrado com suas avenidas,
Sob um céu vasto, de nuvens prateadas,
Que nos fazem sonhar com possibilidades infinitas.
É nessa terra de horizontes largos,
Onde o sol brilha forte e inclemente,
Que a saudade às vezes aperta o coração,
Lembrando-nos dos amores distantes e ausentes.
Mas o céu, esse grande espetáculo,
De cores e formas em constante mudança,
Nos convida a seguir adiante, sem medo,
E acreditar que ainda há muito para alcançar.
E assim, mesmo que a saudade doa,
Nós olhamos para o horizonte sem temor,
Sabendo que o cerrado, a cidade e o céu,
São apenas o começo de um mundo cheio de amor.
E que, com coragem e perseverança,
Podemos superar as dificuldades e encontrar,
Novas possibilidades, novos caminhos,
E um futuro brilhante, que está por vir.
-Escuridão
Rodando e andando, caminhando e girando, procurando por você. Nessa cidade escura e vazia, eu estou nessa sozinha.
Rodo becos e vielas, palácios e favelas pra te encontrar. E eu não sei aonde chegar. Nem as luzes das estrelas , dos faróis, e dos carros conseguiriam iluminar. E eu só quero te encontrar.
Eu fujo sem sair do lugar, na espectativa de você me arranjar um lugar pra ficar.
E nessa escuridão da vida, não acredito que meu sentimento seja uma mentira.
E eu não te vejo, te procuro na multidão e não te encontro. E a noite está fria, por favor apareça e me dê um pouco de alegria. Estou alucinada, por não te encontrar...
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