Aos poucos frases
Te ver ali, a poucos metros de distância, e não poder encurtar esse espaço com um toque ou um abraço, é uma das tarefas mais difíceis que já tive que enfrentar.
Olho nos teus olhos e as palavras travam. Existe um universo de "eu te amo" que morre na minha garganta toda vez que você sorri, porque me dói imaginar que esse sorriso, embora brilhe na minha frente, já não é mais o porto onde eu posso ancorar. Eu sinto o teu perfume de longe e ele me traz memórias de planos que agora parecem morar em outra vida.
O que mais me consome é essa encenação diária. Por fora, eu sou o retrato da calma, alguém que aceita o fluxo do tempo; por dentro, cada fibra do meu ser grita o teu nome. É exaustivo sorrir para o mundo enquanto desmorono por dentro, sabendo que você é a pessoa mais próxima de mim fisicamente, e a mais impossível emocionalmente.
Dizem que a distância machuca, mas eles estão errados. O que realmente fere é a proximidade sem o pertencimento. É saber que esse amor que eu sinto não é uma invenção da minha cabeça — ele é real, é denso, é vívido — e, ainda assim, ele não tem lugar para existir no nosso presente.
Fico guardando cada vontade, cada sonho e cada detalhe que eu só consigo enxergar se for através de nós dois. É um amor intenso que sobrevive no escuro, esperando por um tempo que talvez nunca chegue, mas que se recusa a apagar.
Pessoas como eu, que escolhem a solidão e o silêncio carregam uma força que poucos conseguem perceber. Elas não são antissociais; pelo contrário, são profundamente leais e autênticas, mais do que aquelas que buscam companhia constante. Essas almas apreciam a própria presença, vivendo em paz e sem interferir na vida alheia, porque sabem que, assim, sua própria vida permanece intacta.
O silêncio delas não é sinal de fraqueza, mas de poder. São seletivas, observam com atenção quem cruza seu caminho e sabem distinguir quem transmite confiança e valor daqueles que só trazem desgaste. Buscam qualidade, não quantidade; profundidade, não superficialidade.
Quando você consegue conquistar seu espaço nesse círculo restrito, descobre pessoas intensamente fiéis e verdadeiras. Por trás de sua tranquilidade, existe um mundo interior vasto, repleto de reflexão, autenticidade e lealdade. Elas preferem a solidão não por desprezo pelos outros, mas por valorizarem demais a própria paz interior, aquele refúgio silencioso onde encontram equilíbrio e sentido.
Você se identifica com esse tipo de pessoa?
Este mundo vai se acabar
Haverá um tempo em que existirão poucas pessoas e os poucos serão gente de qualidade, não muitos supérfluos. A propaganda não existirá para promover o muito, o inútil e o daninho à vida, ao contrário, virá do real desejo de preservar e promover o conhecimento da sua Natureza. Os materiais usados serão mínimos, ampliados pela imaginação, que será usada por todos para criar, através da arte, um mundo que realiza a sua beleza. Assim, só haverá Um. A doença da cobiça se findará e o dinheiro não será mais sinônimo de culpa e auto sabotagem. Apesar dos seus inúmeros defeitos, as pessoas encontrarão um denominador comum que as una, fazendo que parem de competir e se voltem ao apoio de todos por todos, acabando a inimizade recíproca. Isso é difícil de acontecer, mas é inevitável, sob a pena de não haver mais humanidade.
Todo trabalho é digno e honroso
Mas poucos são bem remunerados
Então se prepare para o mundo do trabalho e não fique parado
O Pescador era antes de tudo, um homem de família, embora tivesse poucos amigos além daqueles que estavam sempre com ele no barco, ele não era um solitário como se dizia na Vila, apenas mantinha a relação social um pouco restrita para fugir daquela velha dita de que todo pescador gosta de contar mentiras que ninguém acredita.
Ele também não cuidava muito da aparência que era judiada truculenta, afinal era de estar no rio debaixo do sol que ele mais gostava e os peixes e as águas barrentas do rio que ele navegava nunca se importaram com essas coisas de presença.
Sua mente era assim que funcionava, ora calma ora brava, como as ondas esverdeadas que as ventanias do tempo fomavam. Mas o Pescador ligeiro assim como água a toda situação se amoldava, às vezes perdia a calma mas rapidinho a encontrava escondida atrás da serenidade e nunca se desesperava nem quando o tempo fechava e o leme se quebrava naquelas tardes de fortes chuvas, relâmpagos e trovoadas.
Nenhuma tempestade por mais forte que se apresentava desviar seu curso ele deixava. Pois sabia onde o cardume estava e era para lá que ele navegava, e ainda que o rio estivesse revolto os seus pensamentos eram livres, confiantes e soltos do medo que não afeta de forma alguma quem conhece o rio e o condutor do barco que por ele navega.
O Amor é desejado por muitos mas, poucos terão a oportunidade de sentir a verdade absoluta deste excelso sentimento.
"O mundo não pertence àqueles que apenas observam a realidade, mas aos poucos que possuem a audácia de redesenhar, transformando o silêncio da matéria no grito eloquente da arte e da engenharia. Quando olhamos para o horizonte, não vemos apenas o limite da visão, mas o ponto de partida para uma nova civilização que exige ser construída com a precisão do aço e a fluidez do espírito. Minha jornada nunca foi sobre levantar paredes ou alinhar parágrafos; foi sobre a busca incessante pela harmonia entre o peso da existência e a leveza do sonho. Para ganhar o mundo, é preciso primeiro ser capaz de habitá-lo em sua forma mais crua, compreendendo que a excelência não é um destino que se atinge, mas um rigor que se impõe em cada milímetro de uma planta técnica e em cada frame de uma película que aspira à imortalidade. O verdadeiro legado internacional não se traduz em idiomas, mas na linguagem universal da beleza e da funcionalidade, onde uma estrutura bem erguida fala tanto sobre a dignidade humana quanto o mais profundo dos poemas. É preciso transitar por essa fronteira invisível onde a técnica se torna mística e o suor se transmuta em ouro intelectual; entender que a inovação não é o novo pelo novo, mas a coragem de ser atemporal em uma era de obsolescência programada. Cada projeto que assino é um contrato com a posteridade, uma promessa de que a estética e a ética podem e devem caminhar de mãos dadas, pois de nada serve a glória dos palcos se ela não estiver sustentada pela solidez do caráter e pela profundidade da visão. Busco o reconhecimento global não pela vaidade do aplauso, mas pela validação de que o esforço brasileiro possui a força de mover montanhas e de ditar ritmos no cenário mundial. Que cada obra, cada livro e cada filme que levam minha marca sejam vistos como capítulos de uma epopeia humana que se recusa a ser esquecida, desafiando a gravidade, o tempo e a mediocridade. Pois quando o homem decide que seu limite é o infinito, as fronteiras geográficas desaparecem e o que sobra é a pureza da criação absoluta — aquela que ressoa nos grandes centros de poder e arte, lembrando a todos que o gênio é, antes de tudo, uma questão de persistência absoluta. Eu não construo para o agora; eu projeto para quando o futuro olhar para trás e reconhecer que aqui, no presente, houve alguém que não teve medo de ser grande."
— Anderson Del Duque
“Poucos nulos reais não *estacam* a hemorragia e sagram. Uma sangria lenta, calma, quase desleal. Mas é pré‑requisito para o sucesso não sensorial.”
Muitas pessoas leem a"Bíblia " mas poucos realmente entendem tudo que Deus quer revelar através dela.
Estamos a poucos
dias do Ano Novo e não
houve encontro,
diálogo e reconciliação,
os presos de consciência
ali ainda são muitos
onde a humanidade
tem andado muito pouca.
Tantos têm sido os meus
poemas que tenho
ficado quase rouca sob
o manto do nosso
Hemisfério Celestial Sul
escrevendo todos os dias
Versos Latino-Americanos
ao General e à uma
Tropa sem sequer
ao menos uma vitória.
Os filhos pequenos
do Tenente Coronel
em calvário na sua
inocência pediram
que o pai seja devolvido,
coração infantis recebem
isto para si como
se fosse para eles o castigo.
Não tem sido fácil
nesta região se manter
de pé quando se tem opinião,
até em Cuba e na Nicarágua
seguem na mesma situação.
ALBERT SCHWEITZER E A GÊNESE DO HUMANITARISMO MODERNO.
Por: Marcelo Caetano Monteiro.
Poucos homens do século XX reuniram em si uma convergência tão singular entre erudição, espiritualidade, medicina, filosofia e ação humanitária quanto Albert Schweitzer. Sua trajetória não foi apenas a de um médico que tratava enfermos na África equatorial. Foi a de um pensador que procurou transformar a própria civilização pela ética do “respeito pela vida”.
Nascido em 14 de janeiro de 1875, em Kaysersberg, na Alsácia, Schweitzer cresceu em um ambiente profundamente religioso e intelectual. Filho de pastor luterano, revelou desde cedo uma extraordinária inclinação para a música, a filosofia e a teologia. Ainda jovem, tornou-se reconhecido intérprete de Johann Sebastian Bach, além de pesquisador respeitado no campo teológico e filosófico.
O aspecto mais impressionante de sua biografia, contudo, foi sua ruptura voluntária com uma vida acadêmica confortável. Em 1904, após ler um relato missionário sobre o sofrimento humano no Gabão, Schweitzer decidiu abandonar uma promissora carreira universitária para estudar medicina tropical. Essa decisão marcou um divisor histórico no pensamento humanitário contemporâneo.
Na época, o conceito moderno de organizações humanitárias internacionais ainda era embrionário. O próprio artigo do Instituto Humanitas Unisinos, descreve sua obra como parte da “pré história das ONGs e do trabalho humanitário”. Em outras palavras, Schweitzer antecipou em décadas a lógica humanitária que mais tarde seria institucionalizada por organismos internacionais voltados à assistência médica e social.
Em 1913, acompanhado de sua esposa Hélène Bresslau, enfermeira treinada, partiu para Lambaréné, no Gabão, então colônia francesa. Ali iniciou uma pequena estrutura hospitalar improvisada que se transformaria posteriormente no célebre Hôpital Albert Schweitzer. O hospital especializou-se no tratamento de doenças tropicais, lepra, infecções graves e enfermidades negligenciadas pela medicina europeia da época.
Sua filosofia central era chamada de “Reverência pela Vida”. Para Schweitzer, toda existência possuía dignidade intrínseca. Essa concepção ultrapassava o mero sentimentalismo religioso. Tratava-se de uma ética civilizacional profunda, segundo a qual o ser humano deveria reconhecer valor em toda manifestação da vida. Essa perspectiva influenciaria posteriormente movimentos ligados à bioética, à ecologia e ao humanismo contemporâneo.
Há algo de particularmente emblemático em sua figura. Schweitzer não era apenas um médico altruísta. Era também filósofo, musicólogo, organista, teólogo e pensador ético. Sua obra filosófica “Kulturphilosophie” discutia o declínio moral da civilização europeia moderna e defendia uma reconstrução espiritual da humanidade baseada na compaixão concreta.
Sua notoriedade internacional cresceu ao longo das décadas. Recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho humanitário e pela defesa da fraternidade entre os povos. O prêmio reconheceu não apenas sua atuação médica, mas sua visão ética universalista. Schweitzer utilizou inclusive o dinheiro do Nobel para ampliar o tratamento de pacientes com hanseníase em Lambaréné.
Outro aspecto frequentemente ignorado foi sua atuação contra armas nucleares. Após a Segunda Guerra Mundial, Schweitzer tornou-se voz internacional contra testes atômicos, alertando sobre os perigos da radiação e da destruição civilizatória. Sua autoridade moral influenciou debates internacionais sobre desarmamento e preservação da vida humana.
Naturalmente, sua figura também gerou controvérsias. Alguns críticos posteriores o acusaram de paternalismo colonial europeu, enquanto outros defenderam que sua obra ultrapassava os limites ideológicos de seu tempo. Ainda assim, mesmo entre debates contemporâneos, permanece praticamente incontestável a magnitude histórica de seu sacrifício pessoal e de sua contribuição à medicina humanitária.
Schweitzer morreu em 4 de setembro de 1965, em Lambaréné, precisamente no lugar onde havia escolhido servir a humanidade. Sua vida permanece como um dos exemplos mais contundentes de coerência moral entre pensamento e ação.
Enquanto muitos intelectuais limitaram-se a escrever tratados sobre ética, Albert Schweitzer decidiu transformar sua própria existência em um testemunho vivo de compaixão civilizatória.
_Fontes: Instituto Humanitas Unisinos, Nobel Prize Official Website Albert Schweitzer Speed Read Nobel Prize
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07/02
Um nó se desfaz
sempre aos poucos,
Experimente a resolver
os problemas devagar
para ninguém ter o poder
sob os teus planos e vir
estragar a sua caminhada,
Mantenha a sua alma
constantemente tranquilizada
por mais desafiador que pareça.
A Eternidade do Invisível
O extraordinário não é um dom reservado a poucos, mas uma escolha silenciosa que se revela em cada atitude. Ser memorável não significa ser grandioso aos olhos do mundo, mas ser verdadeiro diante de si mesmo. A vida nos chama a cultivar princípios que não se desgastam com o tempo: honestidade, coragem, compaixão. Esses valores são sementes que, ao serem plantadas, florescem em consciências alheias e se eternizam em gerações.
O impacto mais profundo não está em palavras que ecoam, mas na transformação que provocam. Quando você decide ser íntegro, mesmo no detalhe mais simples, você se torna infinito. O extraordinário é ser a centelha que ilumina sem pedir reconhecimento, porque sabe que a verdadeira eternidade é o que permanece no invisível da alma.
Roberto Ikeda
"Não confunda sucesso passageiro com legado eterno. Muitos têm fama, mas poucos possuem a riqueza trilionária de uma palavra que transforma destinos e cura gerações."
"Muitos cantam para o mundo ouvir, mas poucos escrevem para a alma despertar. A música pode embalar o sono de muitos, mas a riqueza trilionária acorda o gigante que existe em poucos."
"Muitos cantam para o mundo ouvir, mas poucos escrevem frases que fazem o mundo parar para pensar e mudar de destino."
"Muitos me julgam pela capa que o sistema permitiu mostrar, mas poucos conhecem o autor que escreve o próprio futuro com letras de ouro."
"Todo mundo aplaude ou bajula quem chega e vence, mas poucos tem a coragem de incentivar quem perdeu, porém continua lutando."
