Aos poucos frases

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Ideologia de "Democracia" esquerdista: todo mundo igual no mínimo e poucos no máximo.

Socialismo é abundância para poucos, o todo vive pelo mínimo, pela escassez.

Todo mundo igual no mínimo (escassez) e poucos no máximo.
"Socialismo Democrático"

A Lealdade é prática de poucos à desvantagens de muitos.

Tenho poucos, mas bons amigos, e os meus amigos escolho eu.


Benê Morais

Palavras cabem na boca de qualquer um; sentimentos, no coração de poucos.

Troque suas lentes, aos poucos…
e se permita se ver no espelho sem pressa.
Existe um brilho em você
que às vezes se esconde —
não porque deixou de existir,
mas porque o medo de enxergar
fala mais alto que a coragem de sentir.
Helaine machado

​"Muitos vendem a escada para as estrelas, mas poucos se dispõem a carregar a madeira para o primeiro degrau."

⁠Crê em Deus é uma condição para poucos, a crença não é um ato externo. Esta é o sentimento que vem do âmago, a sensação mais íntima que um ser humano pode experimentar.
Bertoudo Matos

O ar parece tão belo quando o respiramos ,
temos sensação de alívio,
Aos poucos ousamos puxar na imensidão um toque angelical, suspenso na imersão de nossas vidas.
Somos servos de uma paixão...
Numa cascata de emoções,
somos o espírito compadece com tempo...
E espairece num estante que tudo parece ser o último suspiro...
Somos servos de uma condição que nos tornamos limitados pelo curto tempo da existência humana.
Nossos sentimentos pairam para eternidade...
Cada reflexão é simplicidade um pingo no oceano de lembranças e alegrias...
Para os quais enfrenta desafios foram feitos eternos em nossos corações.

O conhecimento, reservado a poucos, vira domínio; negado a muitos, impõe subserviência.

O sucesso é, para a multidão, uma estatística de posses, para os poucos lúcidos, é a solidez inegociável do Ser.

Muitos anseiam pelo protagonismo da chama, mas poucos se sujeitam à humildade da cinza que carrega o potencial de todo recomeço.

A dor tem uma língua própria, poucos se oferecem para traduzi-la. Conto-a com as mãos e às vezes com olhos partidos. Não peço aplausos, só que alguém tente entender o sotaque. Quando encontro esse ouvido, a dor muda de tom e emagrece. Dividir o idioma do ferimento é já metade da cura.

A esperança é um mapa rabiscado com lágrimas e mãos calejadas, apontando caminhos que poucos ousaram pisar.

Quem encara o escuro sem medo descobre estrelas tímidas que poucos percebem.

Minhas certezas foram roubadas aos poucos, restou uma delas: respirar. Respiro com a disciplina de quem treina para uma guerra que não entende. Cada suspiro é um fio que me liga ao presente, me impede de desmoronar, e me lembra que resistir também é forma de poesia.

O desapego me veio aos poucos, como quem descasca fruta. No começo dói, depois suaviza o gosto amargo. Libertar é reconhecer que não trazemos nada do mundo. Só algumas estrias e memórias para contar. E isso basta para sermos ricos de experiência.

Há uma majestade silenciosa no esforço de Sísifo que poucos têm coragem de contemplar, ele não é vítima da pedra, é senhor do seu próprio peso. Cada ruga em seu rosto é um testemunho vivo de uma vontade que aprendeu a não se curvar, mesmo diante do inevitável. O sucesso não está no topo inalcançável, mas na paz que nasce durante a subida, como quem entende que há propósito até no cansaço. A verdadeira glória não repousa no fim, mas na firmeza de quem continua, como se cada passo fosse visto por algo maior que o próprio mundo.


- Tiago Scheimann

A lucidez é um fardo austero, daqueles que poucos conseguem sustentar até o último suspiro sem vacilar, e, ao mesmo tempo, é a lâmina silenciosa que dilacera os véus delicados das ilusões onde tantas almas distraídas repousam, acreditando estar seguras. Ver sem ornamentos, sem os filtros reconfortantes da fantasia, exige uma coragem rara, quase litúrgica, pois desmonta com igual rigor tanto a esperança ingênua quanto o cinismo cômodo que nos protege da vertigem do real. Há, nesse estado de clareza, uma solidão peculiar, quem enxerga demais já não pode retornar ao abrigo das mentiras suaves. Ainda assim, é nesse olhar despojado que a existência adquire densidade, como se cada verdade, por menor que seja, carregasse em si o peso de algo eterno e irrevogável. E então, aquele que recusa o brilho fácil das aparências passa a habitar o mundo com uma dignidade silenciosa, a dignidade de quem compreende que o essencial quase nunca se oferece aos olhos, mas insiste em existir, firme, nas regiões invisíveis do ser.


- Tiago Scheimann