Aos poucos frases
"PASSEI SÓ PARA DIZER... Faltam poucos dias para o Natal e acho que vocês ainda não compraram meu(s) presente(s). Buáaaa!
Texto Meu 0979, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
1792
"Meu Profeta vive dizendo que 'Sorte é algo que poucos têm pelo simples fato de que não aceitam haver sorte!' "
0588 📜 "Descobri que todos têm opinião e querem ser ouvidos, mas poucos aceitam a opinião dos outros. Esta é a minha (Opinião)!"
Fantasmas
Vestígios de você me fizeram apagar aos poucos a existência da minha própria consciência,
sejamos intensos nos nossos olhares, nas nossas atitudes e nos nossos sorrisos, caso contrário o desinteresse passará a tomar conta do caminho cuja as palavras não terão mais força para evitar o que o corpo sente,
a constância anda de mãos dadas com a resistência, mas quando as memorias passam a assombrar, criam-se sombras da desistência no ar.
O que eu vivo não é para muitos; é para poucos. Sou a parte do universo que não se encontra em nenhum outro lugar, até que eu reprograme o jogo.
Não falo de luxo, falo de uma paz que poucos alcançam. Sou o fragmento único do universo que se recusa a ser apenas parte do jogo.
Propósito e Tempo
"Muitos buscam o topo, mas poucos valorizam o fôlego que a subida exige. O sucesso sem raiz é apenas um castelo de areia."
@serluciareflexoes
Lúcia Reflexões &Vida
Educação, mais caro que ouro,
mais raro que Painita,
quem têm são bem poucos
e essas sim são as pessoas mais ricas!
Passar a vida tentando caber tem um custo silencioso.
Aos poucos, você aprende a se ajustar, a evitar excessos, a calibrar quem é para não desagradar, não perder, não sair do lugar.
Mas, nesse movimento constante de adaptação, algo essencial vai ficando para trás.
Habitar é outra coisa. É estar na própria vida sem se editar o tempo todo. É reconhecer limites sem tratá-los como falha. É sustentar a própria presença, mesmo quando ela não é confortável para o outro.
Nem todo vínculo acolhe quem você é de verdade. Alguns só funcionam enquanto você se reduz. E é aí que algo precisa ser visto.
Porque existir de forma inteira exige escolha. Nem sempre fácil, nem sempre imediata, mas necessária.
No fim, a pergunta não é onde você cabe. É onde você pode, de fato, estar.
Existe um custo em ajustar a própria voz para ser aceito.
Aos poucos, você começa a medir palavras, suavizar verdades, evitar o que pode desagradar.
E, sem perceber, já não fala a partir de si, mas a partir do que será bem recebido.
Isso desconecta.
Porque a voz que não pode ser habitada por você se torna um lugar estranho.
Algo que até funciona fora, mas não sustenta por dentro.
Nem toda verdade será compreendida.
Nem toda expressão encontrará espaço.
Mas quando você se escuta antes de se adaptar, algo se alinha.
A fala ganha raiz.
No fim, não é sobre ter voz.
É sobre conseguir permanecer nela sem se fragmentar.
A vida não desmorona de uma vez. Ela se desgasta aos poucos.
No “depois eu resolvo”.
No “mais pra frente eu decido”.
É assim que o tempo perde o prazo.
E cada coisa que você empurra
para amanhã vai cobrar um preço depois.
A vida não muda com grandes discursos, ela muda no “agora eu faço”.
Ande com poucos, fale pouco e confie apenas em Deus. Quando essa sabedoria descer de verdade no seu coração, você nunca mais volta a ser quem era.
Ser observador são para poucos, mas ser desta forma e ter atitude de ação, são somente apenas aqueles que sabem domar a si mesmo.
Meu foco é inegociável, meu destino é traçado por Deus, e minha audácia me leva onde poucos têm coragem de chegar.
Há uma verdade incômoda que poucos têm coragem de encarar: a maioria das pessoas não vive, apenas reage. Seguem padrões, repetem pensamentos herdados, obedecem medos que nunca questionaram. Chamam isso de destino, quando na verdade é ausência de consciência.
Essa visão não pede fé cega exige lucidez.
Ela revela que a luz não vem de fora para te salvar. Ela nasce quando você ousa olhar para dentro sem filtros, sem desculpas, sem máscaras. Quando você encara suas próprias sombras e percebe que o maior cárcere nunca foi o mundo… foi a sua própria mente condicionada.
Ser livre não é fazer o que quer. É não ser controlado pelo que te limita.
A maioria espera um sinal, uma oportunidade, um “momento certo”. Mas o momento certo é uma ilusão confortável para quem teme agir. O poder real sempre esteve no agora na decisão consciente, firme, inegociável.
Não é sobre rebeldia vazia. É sobre a ruptura com a ignorância. É sobre recusar viver no automático. É sobre assumir a autoria da própria existência, mesmo que isso custe o conforto de pertencer ao comum.
Isso exige algo raro: responsabilidade total.
Sem culpar o passado.
Sem terceirizar o futuro.
Sem negociar com a própria consciência.
Você não é vítima do mundo.
Você é reflexo daquilo que tolera, alimenta e repete.
E aqui está o ponto que transforma tudo:
Tudo o que você não domina… te domina.
Seus pensamentos.
Seus hábitos.
Suas emoções.
Suas decisões adiadas.
O caminho não é externo. Nunca foi.
É interno, silencioso e muitas vezes solitário.
Mas é nesse caminho que você deixa de ser espectador da própria vida… e se torna criador.
Então a pergunta que permanece não é espiritual, filosófica ou abstrata.
É direta:
Você vai continuar sendo conduzido…
ou finalmente vai assumir o controle?
Quando ela partiu, minha vida mudou.
O brilho dos meus dias aos poucos se apagou.
Se eu pudesse voltar no tempo só por um momento,
ouvir sua voz em ligação e acalmar meu sofrimento.
Se eu pudesse te dizer, mãe, tudo que guardo no coração,
talvez a saudade doesse menos na escuridão.
Porque a vida já não é a mesma desde a sua partida,
uma parte de mim também perdeu a vida.
Quando me olho no espelho, vejo quem eu queria ser,
mas perdida em mim mesma, ainda tento sobreviver.
Parece que meus sonhos perderam o sentido,
desde que você partiu, meu coração ficou ferido.
A verdade é que nada voltou ao lugar,
minha alma aprendeu silenciosamente a chorar.
E eu queria somente o silêncio, sem precisar explicar,
porque existem dores que ninguém consegue enxergar.
A dor diária me corrói por dentro lentamente,
como se meus ossos gritassem silenciosamente.
Meu coração aperta, a vontade de chorar é intensa,
mas sigo de pé, mesmo vivendo essa sentença.
Por muito tempo precisei apenas continuar,
mesmo sem forças para sentir ou desabar.
Talvez por isso minha dor ainda fale tão forte,
como uma saudade que nunca encontra o fim nem a sorte.
Porque eu preciso viver, mesmo sem direção,
mesmo carregando saudade em cada respiração.
Talvez agora eu tenha a liberdade que sempre quis alcançar,
mas de que vale a liberdade se você não está para compartilhar?
Espero um dia conseguir mostrar minha verdade,
as dores e os silêncios que escondi por necessidade.
Eu vivo o meu luto todos os dias sem cessar,
e talvez por isso as pessoas não consigam me entender ou escutar.
Porque essa dor não sara, ela aprende a permanecer,
e todos os dias eu escolho não me perder.
Você pode escolher vencer ou desistir,
pode escolher sonhar, acordar e seguir.
E mesmo cansada, mesmo sem forças para entender,
eu continuo aqui… tentando vencer.
A Gestação do Amor: do Útero ao Coração
O feto começa aos poucos a ser formado e um afeto grandioso passa a ser construído; ambos vão crescendo lado a lado e a cada mês, mais nutridos por um amor incalculável entre a mãe e o seu filho ou filha e a depender do caso, filhas ou filhos — um belo vínculo: forte e cheio de vida; sujeito a lutas e sacrifícios.
Todavia, e não menos importante, às vezes, a bênção da maternidade é gerada no coração e, num momento genuíno e emocionante, nasce na adoção, ao criar um laço que não é de sangue, mas que certamente é feito da mesma essência — a vontade constante e sincera de praticar a conjugação incomparável do verbo amar.
O papel materno é singular, indispensável; então, devido a certas circunstâncias, também pode vir a ser desempenhado por uma avó, por um pai ou por qualquer outro parente, distante ou próximo — aquele que decidiu ficar e assumir essa missão, essa responsabilidade, não uma substituição e sim uma honrosa proximidade.
Independentemente de qual seja a personificação materna, Graças ao Senhor, todas elas reúnem um amor repleto de vitalidade, incondicional, uma força que não se explica, que oferece colo, demonstra zelo, um esforço fora do normal, o alento especial durante as adversidades — a certeza de que o amor materno é descomunal entre formas e fases.
