Muda que quando a Gente Muda
Eu estava recuperado, de pé, vacinado.
- Mentira. Vi que tudo não passava de uma farsa quando me derreti com um sms que dizia:
- Sinto sua falta, acompanhado de um coraçaozinho.
E quando tudo parecia acabado... você apareceu e me mostrou um mundo diferente, sem ambos saber que tudo tem seu tempo e fim.
Quando um sentimento bom, tem data certa pra acabar, o que é que fazemos? Intensificamos o "negócio" vivendo ele até o último milésimo de segundo permitido, e consequentemente com isso sofreremos mais quando tiver que acabar? Ou preferimos acabar logo, enquanto não estamos ainda tão ligados? Assim dói menos, embora ainda doa.
O futuro? Pertence a Deus. Quem sabe (risos)
QuaseEraVocê#
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Valeu a pena!
O amor quando perto nos arranca sorrisos e qdo longe lágrimas; nos dá vontade de viver, mas também nos esgota o ânimo; sara, mas também machuca. O amor quando tomado na dose certa faz maravilhas, mas também pode provocar alguns estragos.
Quando o sonhador pôs os pés no chão, viu que voar não era tão fácil assim. Principalmente que suas asas não estavam crescidas ainda.
Eu nem vi quando tudo começou a mudar, mas notei algo errado acontecendo ao ver você se afastar de mim .
E terminou. Terminou como um dia de praia quando chega a tempestade,quando o outono vai embora dando lugar ao inverno e quando o sorvete derrete.Terminou antes de ter começado.
Ele foi sorrateiro,sorrateiro como um ladrão e quando eu vi ele tinha me roubado.Sim,ele me roubou de um modo lento e profundo e depois me atirou facas.Me atirou facas com a elegância de quem atira flores.
Queria que você o tivesse conhecido naquela época;quando ele era meu.Era meu sem desconfiar,sem ninguém desconfiar porque só eu sabia.Era meu segredo.Só que depois ele mudou,foi corrompido por tudo e por todos.E eu ainda sou a tola que olha nos olhos dele esperando ver o fantasma do passado lá.Mas aquele garoto,aquela essência desapareceu dele,ele agora é apenas um exoesqueleto de um inseto.Uma casca deixada ao vento para apodrecer.Porque o ser que eu amava,aquele maravilhoso e doce garoto desapareceu para sempre.
Só que não chove,embora eu preferisse que chovesse pois quando as gotas de chuva caem elas me tranquilizam,me lavam a alma como se fosse eu que chorasse e que aliviasse minhas dores que não cicatrizam mais e não as nuvens.Mas não podemos culpá-las,todos todos tem um dia ruim de vez em quando,se irritam e ficam sobrecarregados.A diferença é que elas não precisam disfarçar nada para ninguém,quando estão tristes simplesmente choram,não fingem que está tudo bem.
E aí quando a primeira lágrima rolou por meu rosto percebi o quão tola estava sendo,pois afinal,eu não estava imune ao amor.Um amor que me sufocava por dentro.
Mas você sabe,não é?sabe que pode bater na minha porta quando quiser,que sempre estarei lá por você.Eu sei,é uma atitude idiota,mas fazer o que?Certas coisas nunca mudam…
Quando a imprensa é venal, a matéria é tendenciosa, a opinião é mentirosa e o apoio é imoral.
Nas grandes corporações da imprensa, existem divisões de tarefas. As redações e os departamentos comerciais devem ser bastante diferenciados, distantes até.
Algumas das maiores têm até um ombudsman que teoricamente tem o dever de criticar, duramente se necessário, deslizes que possam contaminar as notícias por conta do suporte que o patrocínio dá com os anúncios à receita subsidiária dos veículos de imprensa.
Vira e meche a população se revolta com o excesso de notícias que uma ou outra rede dá às mazelas das suas concorrentes.
A guerra santa que as emissoras dos bispos, bispas e milagreiros travam com outras parecem Guerras Santas e as outras revidam como se fora a Inquisição.
No caso dos jornais e revistas, as vendas despencaram de tal maneira depois do advento da internet, que em alguns casos o desprezível resultado mal paga a distribuição e o retorno do encalhe.
Por enquanto os anúncios estão pagando a conta e esse é um assunto tão longo e difícil que nem os envolvidos sabem como resolver.
Meu intuito é levar à consideração de leitores atenciosos qual o peso da opinião de certas publicações gratuitas que elogiam ou batem forte em quem não paga e elogiam quem paga anúncios.
O que tem se visto ultimamente é uma vergonhosa chantagem onde cada um bate nas autoridades com a força que acha que tem e quem apanha paga quanto e como acha que vale o silencio desses “veículos de imprensa” que nada mais são do que estelionatos.
Em alguns desses “veículos” o editor é o caixa e o caixa é quem faz a pauta.
Não são todos, mas a gente sabe quem e quais são.
