Muda que quando a Gente Muda
O meu amor me faz tão bem quando estou com ele, mais ao mesmo tempo me traz uma insegurança tão grande, tenho medo, medo do amanha, será que amanha ele estará comigo? será que amanha ele continuará me amando como eu amo ele? tenho medo te todas essas incertezas e inseguranças...
"" Quando há um grito na alma
o pensamento vai além
as noites não serão as mesmas
verdades e perfumes se misturarão
em nós...
A vida nos prega cada peça.
Quando pensamos que falta muita coisa para viver descobrimos que nunca devemos confiar em ninguém o caratér o respeito estão se perdendo nao se tem consideração entre as pessoas hoje fico triste de ver ate onde ser humano tente a prejudicar o outro cade o carisma o abraço amigo, para que tanta agreçao os jovens estao se perdendo a inveja fala mais alto na escola onde busca cultura alguns sao insultados por poucos, filhos herdao exemplos se prega amor recebe amor.
Quando a tarde te lembrar alguém
e o vento te acariciar
quando fores ao encontro da vida
e achá-la bela
não esperes trocas
aprecies
quando os olhares forem um só
e as mãos quiserem se tocar
quando o coração bater apertado
Não esperes o amor,
o amor é inesperado
olhes ao lado
e se ele estiver lá
viva-o ...
As pessoas são sempre previsíveis. E são-no quando não se age de acordo com aquilo que esperam de nós. Mas a imprevisibilidade, após isso, recorta-se na densidade de toda uma essência.
Nos tempos em que quadrilha era só uma dança.
Quando eu tinha uns quinze anos, no mês de junho não se falava em outra coisa a não ser nas festas caipira.
Santo Antônio, São Pedro e São João.
Quermesses, barracas de comidas, dança de quadrilha, faziam com que a gente se aconchegasse numa fogueira, comesse pipoca, pinhão, milho cozido, caldo verde e um sem número de outros quitutes, quase sempre à beira de uma fogueira e olhando os balões que coloriam o céu.Alguns mais ousados tentavam escalar o pau-de-sebo e todo mundo usava fantasia, ou pelo menos algo que estilizasse o tema, como remendos coloridos nas calças de barras viradas e nas saias rendadas. Camisas xadrez, lenços no pescoço, chapéu de palha e botas eram imprescindíveis.
As meninas mais bonitas se fantasiavam de noiva, usavam grandes tranças e espalhafatosa maquiagem vermelha, tudo cobrindo totalmente o corpo, mal se vendo as mãos. O ápice da festa era o casamento caipira.
Não havia celulares, whatsapp, twitter nem Facebook e o negócio era mesmo o correio elegante, com recados inocentes e promessa de beijos que na maioria das vezes não passavam da imaginação.
A dança era a das quadrilhas, sempre bem ensaiadas e nada parecidas com as de agora, que têm uma corrupção que sempre existiu, mas se comparada à do bandidão da época, o Adhemar de Barros e a atual do Lula, poderíamos dizer que ele foi um trombadinha aprendiz do grande ladrão.
As festas terminavam sempre com uma grande queima de fogos de artifício que ou eram mais seguros, ou o pessoal mais cuidadoso, porque pouco me lembro de acidentes com rojões, queimaduras de bombas ou incêndios provocados por balões.
Quem não tem saudades dos seus quinze anos?
Pensamento do dia 09/06/2017
Quando falamos em não olhar para o passado, não quer dizer que temos que abandonar nossos sonhos.
Bom dia 09/06/2017
Não devemos interferir para que as pétalas das rosas se abram, quando fazemos isso anulamos a ordem natural das coisas em nossas vidas.
Os maiores inimigos do crescimento profissional são a falta de motivação e o comodismo. É quando a pessoa não sabe aonde quer chegar e se contenta em ficar aonde está. Saia do comodismo e faça sua via brilhar inovando cada vez mais em novas expectativas.
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