Muda que quando a Gente Muda
Se a moda muda, deveriam mudar também os cegos que costuram os pecados do mundo e não querem ver a mudança daqueles que estão na passarela de uma estação melhor, a nova vida em Cristo.
Perdoando o ofensor o coração muda, cura e se recupera e quanto ao ofendido Deus espera a sua transformação para que seja abençoado na reconciliação.
O tempo muda as prioridades, o entusiasmo, as responsabilidades, os desafios, os sonhos, os amigos e os traços da vida festiva; então voltamos a refletir: quando iremos marcar a nossa presença no mundo sem que a nossa consciência nos inocenta as oportunidades que perdemos?
A cultura cristã muda os fracos objetivos dos homens e altera a fórmula do seu sucesso pessoal, quando os alvos do coração procuram promover a paz, a felicidade e o amor do próximo e fortalecer os relacionamentos e a busca de realizações com as bênçãos e a sabedoria de Deus.
Assim como as flores que desabrocham e murcham, pode parecer que
o tempo não muda, nem o cenário, mas sempre há uma luz no fim do
túnel. O ponteiro que alterou o curso das coisas transformará cada
situação, e aqueles que escolheram o caminho da crueldade serão
derrubados pela força implacável da natureza. Há uma terra radiante,
cheia de sorrisos, onde os bondosos se banham na fonte da
verdadeira paz.
Com o avanço do tempo e da rotina, com desentendimentos diários, em um instante, tudo muda, inclusive o sentimento.
Às 23h42 ele chega —
não faz alarde,
mas muda tudo.
O Inverno entra com passos elegantes,
casaco de bruma nos ombros
e um cheiro bom de memória no ar.
Em Jaboticabal, o vento vira pincel,
bordando as manhãs com névoa leve,
como quem desenha poesia no ar.
As flores que resistem florescem com mais força,
sabem que o frio também tem sua beleza.
É tempo de pratos fumegantes,
de vinho que aquece mais do que o corpo,
e de conversas que se prolongam no calor
de uma presença boa.
Os tons mudam:
o céu ganha sinceridade,
as ruas pedem passos lentos,
e até o silêncio parece ter mais profundidade.
Toda estação que entende de tempo
também ensina transformação.
O Inverno vem,
nos desacelera,
e convida a olhar para dentro.
Quando ele se for, às 15h19 de 22 de setembro,
vai deixar rastros:
um cobertor dobrado,
o cheiro do café,
e a lembrança de que até o frio
pode revelar o lado mais quente da vida.
Porque há calor em tudo o que é feito com cuidado.
Nosso quadro nunca muda nosso caminho que nunca termina, mas o nosso prazo não se encerra com a cor do pecado;
Você chegou transformando toda a minha vida me encantei com a voz dos seus olhos;
Nossa diferença se dissipou dando lugar a verdade e a coragem;
Já perdi o medo de te amar e os meus indícios se desfez com olhares fixantes;
Sei que está tudo tão difícil de enxergar com momentos tão incertos que muda o caminho e sonhos para fincar o amor verdadeiro;
Mas com tudo isso eu tento aprender a ser mais presente em sua presença para não dá chance para a concorrência;
Pois essa vida se faz tão louca que desfaz histórias belas e as vezes verdadeiras;
Ficar sem afinação em certa ignorância sentindo na pele o esquecimento que muda entre os duas difíceis que simulam os versos mais serenos;
Perto das estrelas perceba o que te assiste para que possa ver que és amado até o nascer do sol que certifica os sentimentos;
Não chores pelo que não se fez como quisestes, acredite que sempre haverá esperanças de viver uma felicidade de verdade;
Para tudo há procedência, por isto existem as leis, e quem não gosta delas, mas também não pode muda-las, sofre das consequências por não cumprí-las. Assim é o mundo socialmente, até mesmo de pontos de vistas naturais, em qualquer que seja o lugar, em qualquer que seja o tempo. Afinal de contas, onde se viu o fígado fazer o papel do rim? Ou a boca fazer o papel da orelha? Ou o boi dar leite no lugar da vaca? Ou mesmo a lua iluminar o céu porque o sol quiz tirar férias?
Faça a sua parte!
