Muda que quando a Gente Muda
As vezes a gente precisa ser um pouco má pra deixar de ser idiota! Nunca aceite que te façam de boba..nunca aceite migalhas... nunca aceite que te desmereçam ou que te pisem... nunca aceite menos do que você mereça...melhor ser considerada má por aprender falar não..
Aprende de uma vez por todas... todos tem que te amar pelo que você é..não pela sua utilidade... corra de gente folgada, gente interesseira e sem noção...
Com o tempo a gente aprende que amar não é um sentimento e sim uma escolha, ninguém começa amando, o amor vem do contato, do carinho, do cuidado diário,
da vontade de partilhar como foi o seu dia triste ou feliz, mas saber qual é os braços que você quer se debruçar.
Amar é poder partir, mas por opção querer ficar, amar é fazer e não somente falar, é escolher
a mesma pessoa todos os dias, é estar no mar e não ficar apenas as margens, mas se jogar sem medo, porque sabe que o outro vai te segurar.
Às vezes só o que a gente precisa e por os pés pra cima e fingir que tá tudo indo bem.
Uma hora começa a dar tudo certo de verdade!
Enquanto a gente não conviver, enquanto as pessoas não puderem falar com honestidade das coisas, a gente vai continuar sendo um país desonesto em tudo. Desonesto na opinião, desonesto na político. Nós somos desonestos porque hoje a gente não pode falar. A gente não pode conviver.
E a gente segue colhendo uma delicadeza aqui, um sorriso ali, um carinho acolá. Vira e mexe esbarra na gentileza de pessoas amáveis e segue florindo ternuras e trazendo mais cor para a vida.
À medida que os filhos crescem, a mãe deve diminuir de tamanho. Mas a tendência da gente é continuar a ser enorme.
Às vezes, as pessoas de quem gostamos não gostam da gente, e dói, mas não há nada que possamos fazer.
Muita gente se preocupa com a vida da gente.
Já eu, preocupo_me é com a minha barriga.
Que está ficando muito saliente.😂
como vou explicar para os meus netos
como era viver em uma época que a gente
tinha que pedir desculpa por respirar?
Sinto saudade de muita gente: pais, filhos, irmãos, amigos, parentes distantes, gente que vi apenas uma vez e outros que eu jamais vi ou sei quem é. Só não sinto saudade de Deus.
Na angústia – dizemos nós – “a gente sente-se estranho”. O que suscita tal estranheza e quem é por ela afetado? Não podemos dizer diante de que a gente se sente estranho. A gente se sente totalmente assim. Todas as coisas e nós mesmos afundamo-nos numa indiferença. Isto, entretanto, não no sentido de um simples desaparecer, mas em se afastando elas se voltam para nós. Este afastar-se do ente em sua totalidade, que nos assedia na angústia, nos oprime. Não resta nenhum apoio. Só resta e nos sobrevém – na fuga do ente – este nenhum’. A angústia manifesta o nada.
