Motivação
Você sabendo disso é o que vale :
o problema é e eu acredito nisso, é você EMANAR tanto feito trevas ou luz, e mesmo sem mostra fazendo ou mostrando-se com atividades.
Mas fazer o que, se como uma bioluminescência física ela também é espiritual e tem umas mariposas que se sentem bem e se aproximam ao sentirem isso também ?
Para Deus, o seu ponto final é como uma vírgula. Ele é ótimo em acreditar que podemos recomeçar e escrever uma nova história em nossas vidas.
A gente batalha para conquistar uma estabilidade na vida, mas muitas vezes acaba pagando um preço muito alto na velhice. Só lá na frente percebemos que toda essa estabilidade não valeu de muita coisa, porque gastamos tanto tempo tentando garantir o futuro que esquecemos de aproveitar a vida enquanto ela acontece.
Devaneio e Verdade
Já acreditei em utopias,
na ilusão doce de um amor perfeito,
em promessas que pareciam poesia,
mas se desfaziam no peito.
Devaneio é crer que tudo é sonho,
que o amor não tem falhas nem fim.
Mas aprendi, com o tempo e os tombos,
que o amor de verdade começa em mim.
Carrego marcas que não me ferem,
mas me lembram de onde vim.
E mesmo quando tudo se perde,
me reencontro no que há de mais simples, enfim.
Como um gato que dorme no colo,
e diz com o olhar o que o mundo não diz,
há amores que não cobram nada,
só ficam. E ali sou feliz.
Não busco mais perfeição,
mas presença, verdade e abrigo.
Quem quiser ficar que fique inteiro,
porque vazio...
eu já não sigo.
O QUE A MATRIX TE DÁ?
Há muito que tem se feito: um árduo trabalho para se levar a justiça, paz, a liberdade, a verdade e a luz naqueles que se encontram na escuridão e preso na ignorância causado pelo sistema denominado matrix. Enquanto filósofo: Eu te mostro o caminho da verdade, mais tu me rejeitas, eu te falo a verdade mais tu me odeias; eu te mostro o por quê da minha subversão e tu me persegues. Reajo contra toda injustiça que o sistema comete contra você e ainda assim tu continuas a defende-lo e abraçar o teu opressor. O que queres afinal de conta? Qual é o propósito que você pretende para tua vida? Nós filósofos, temos caminhado todos os dias em direção ao saber e buscando incessantemente a verdadeira luz, afim de iluminarmos a todos que se encontram preso na caverna para melhor conseguirem sairem dela e seguirem o trilho (caminho) que os levará em direção a liberdade. Apesar do nosso esforço árduo em prol do povo, em prol da partilha da verdade e de uma nação com liberdade, mesmo assim muitos não têm reconhecido o peso e o valor da nossa dedicação e entrega total e imparcial no que concerne no combate contra: injustiça, opressão e defasagem em todos os sentidos que a matrix promove e incentiva á todos os órgãos de informação e instituições académicas e governamental. Nós (filósofos) temos nos entregado de forma integral e cabal. Apesar das perseguições, dos boicotes e lixamentos que temos sofridos, temos permanecido íntegro apesar de estarmos enfrentando os ventos impetuosos que sopram contra nós, dificultando o nosso trabalho e a nossa missão. Temos dado a nossa vida em prol da liberdade do povo e da nação mais mesmo assim muitos dos que temos defendido a sua causa e os seus direitos: têm levantado o seu calcanhar e suas mãos contra nós. Aplicam a lei farisaica contra nós, dizendo: crucifiquem, crucifiquem. Porque nós não precisamos de filósofos para poder pensar: por que nós já temos: as escolas, as universidades, a igreja, o pastor e o estado. Porquê termos um filósofo por perto, se estás instituições já nos ajudam e nos ensinam a pensar e a raciocinar? Quando isto acontece o que saem a ganhar são os tais chamados de: Caifás e Anás, aqueles que incitam o povo a se rebelar contra o seu salvador aquele traz a verdadeira Luz para todos que se encontram preso do sistema governado pela matrix. Parece um conto de fada mais é o que muitos de nós filósofos passamos, enfrentamos e suportamos diante das multidões corrompida e corroída pelo sistema que tudo faz para enganar, roubar, matar e destruir em prol do poder. O que faz muitos nos odiarem e perseguirem não é a nossa riqueza material e muito menos o nosso dinheiro. Mais sim a forma como usamos o nosso know e acima de tudo: por ensinarmos como usar o aplicativo chamado cérebro. Apesar deste bem que fizemos e doamos somos combatidos e odiado pelas massas que pensam que são livres mais são escravas do sistema. Será o que você ganha do sistema é mais valioso do que a tua liberdade para aceitares seres escravo da matrix?
Pecadores
Como pode acreditar em mim
Entregar sua vida ao meu egoísmo
Carregar minha vergonha no chicote
Ajoelhar ao meu orgulho ignorante
Deixou pregar em ti minha maldade
Espetado na ira a confirmação da vida
De braços abertos deixou teu amor
Teve fé nos pecadores sem luz
Nós filhos que seriam
Tua própria cruz
Confie no agir de Deus para transformar a sua vida, pois Ele trabalha o tempo todo por aqueles que Nele confiam e esperam, e ninguém atrapalha quem Ele guia. O mesmo Deus que sustenta o universo tem a sua vida na palma da mão Dele. No tempo certo, Ele vai atender aos desejos do seu coração e conceder-lhe vida nova. (Código 2305)
(Nelson Locatelli, escritor de Foz do Iguaçu)
Ser advogado ou advogada é trabalhar para que a justiça seja justa e imparcial, sempre baseada na legalidade, protegendo os direitos de quem realmente tem direito. A justiça não deve ser influenciada por paixões políticas ou emoções, mas sim pela razão. E essa responsabilidade cabe a nós, profissionais do direito, que atuamos como verdadeiros fiscais das leis.
Às vezes, acreditamos que a amizade é um laço eterno, mas o tempo nos ensina que é o caráter que sustenta essa conexão .
Desde cedo ouvimos que, se trabalharmos duro, estudarmos e "formos pessoas de bem", o sucesso virá naturalmente. Essa é a promessa da meritocracia. Mas muitos — especialmente aqueles que nasceram em contextos de exclusão, pobreza ou violência — sabem, na pele, que essa promessa não se cumpre para todos.
E porquê? Pierre Bourdieu, sociólogo francês, dá-nos uma resposta desconfortável, mas verdadeira: a sociedade está montada para que "o mérito" beneficie sobretudo quem já nasceu com as cartas certas na mão.
O conceito de habitus, criado por Bourdieu, ajuda-nos a perceber porque, mesmo quando tentamos "fazer tudo certo", sentimos que não pertencemos. O habitus é o conjunto de marcas invisíveis (forma de falar, estar, reagir, sonhar) que trazemos da nossa origem — e que o mundo interpreta como "adequadas" ou "inadequadas" sem dizer nada.
Ou seja, o habitus também inclui relações de confiança que se adquirem ao longo do tempo. Por exemplo: um adito em recuperação, mesmo estando limpo há algum tempo, continua muitas vezes com pensamento criminoso. Ou seja, sabe os atalhos para conseguir o que quer de forma rápida, sem ter que passar — ou sequer experimentar — o percurso dito "normal". O habitus está tão enraizado que nem se lembra das consequências, pois o mais importante é o prazer imediato. Aliás, até refaço o que acabei de dizer: sim, lembra-se das consequências, mas já está habituado à dor dessas consequências.
Para Bourdieu, não é só o dinheiro que dá poder. Há outros capitais: o cultural (saber o que dizer, como se comportar), o social (quem conheces que te pode abrir portas), e o simbólico (o valor que te é reconhecido pela sociedade).
Muitos têm talento, coragem e conhecimento, mas não têm acesso a essas redes, a esses "sinais" que a sociedade valoriza. E assim, fica-se preso no mesmo lugar — fazendo tudo certo, mas com o jogo sempre inclinado contra nós.
A escola diz: "Estuda que chegas lá". Mas como dizia Bourdieu: "A escola reproduz as desigualdades sociais enquanto finge neutralidade". Quem já vem das classes médias ou altas já chega à escola a falar a sua "língua", com acesso a livros, apoio, espaço para errar. Já quem vem da exclusão, chega a correr atrás de tudo — e muitas vezes, sozinho.
É por isso que tantos desistem. Não por serem fracos, mas por o sistema nunca ter sido feito para eles.
Isto é um facto, mas não uma certeza ou um ato final.
Bourdieu explica como "isto" está montado, mas cabe sempre ao ser humano ser — ou não — capaz de desmontar a "coisa".
Aqui, e apesar desta estrutura, há duas hipóteses:
Aqueles que vão usar isto para continuarem onde estão e passarem a vida a culpar tudo e todos — o sistema, os outros, o mundo. Acham-se rebeldes por o fazerem, mas a verdade é que isso é um ato de submissão inconsciente. Contraditório, não é? Pois de facto, esta contradição é aquilo que eu chamo de luta interna perpétua. O indivíduo gasta o seu tempo a comparar-se aos eruditos, a ressentir-se deles, e no passado até os chamavam de "betinhos". Acabam por gastar a energia nesta auto-piedade sem fim, que só leva a comportamentos destrutivos e perpetuação da baixa autoestima.
Depois há aqueles que saem do RASI e começam um caminho de reinvenção. Em vez de ressentir os eruditos, começam a gerar um novo pensamento: "Eu um dia serei um deles! O que tenho que fazer para lá chegar?". Assim, em vez de estarem em auto-piedade contra o sistema, começam a trabalhar na sua mobilidade social, chutando para canto cada pedra que aparece no caminho. Eu até acho que esta é uma das mais belas construções que existe: quando o indivíduo agarra no seu passado e se auto-constrói no meio do sistema. Bem aplicado, estes indivíduos que trazem experiência passada conseguem ter uma visão que vai para além dos manuais escolares. Muitos deles são resilientes porque têm tolerância à dor emocional, então, em vez de desistir, continuam em frente.
Compreender estas dinâmicas é libertador. Nomear o habitus, os capitais, a violência simbólica... é como acender a luz num quarto escuro onde sempre nos disseram que a culpa era nossa: "não nasci em berço de ouro; fui excluído; não tive esta ou outra realidade" — sim, é um facto. E agora? O que se pode fazer com isso? Nada! Mas pode-se transformar em mais-valias.
Ao estudar Sociologia, ao falar sobre isto, ao escrever a nossa história — transformamos dor em consciência, e consciência em ação. Porque "fazer tudo certo" não basta, mas saber como o sistema funciona dá-nos força para o desafiar, mas de forma construtiva, trazendo valor para a sociedade e para aqueles que mais necessitam em vez de desgraça. Não estamos só a construir o nosso bem-estar social, estamos sim a construir o bem-estar social da sociedade.
Eu, há dois anos, fui fazer voluntariado para o Refood. Não sei porquê, metiam-me sempre a lavar loiça — e eu lavava, por que não? Quando chegava a hora das pessoas chegarem, eu voava para a linha da frente para estar a falar com cada pessoa que ia lá buscar comida. Queria saber as suas histórias, trazia brinquedos para oferecer às crianças de forma a minimizar uma possível vergonha que elas pudessem estar a sentir ao ir ali com os pais. Era suposto dar X de comida a cada pessoa e eu dava o abecedário todo ah ah ah. Os meus colegas olhavam para mim como se eu fosse um alien (algo normal, já estou habituada), não compreendiam tanto envolvimento da minha parte. Eles saíam de lá com a tarefa cumprida e eu saía de lá riquíssima com cada história que ouvia. As pessoas saíam de lá com comida e com a sensação de que foram ouvidas e que não eram invisíveis.
Agora, Comte.
Cada vez que vejo um vídeo no YouTube, falam dele de forma breve, quase tocando no irrelevante em comparação com os outros sociólogos famosos.
Comte é o pai da Sociologia e o fundador do positivismo. Ele acreditava que a sociedade devia ser estudada com o mesmo rigor das Ciências Naturais (como a física, a biologia ou a química). Por isso, tentou aplicar o método científico ao estudo da sociedade: observação, experimentação, leis, previsões.
Comte fundou uma ciência social (a Sociologia), mas inspirada nas ciências naturais, porque achava que o mundo social também tinha leis objetivas e universais, como a natureza.
Frase típica do pensamento dele: "Conhecer para prever, prever para agir." Ou seja: estudar a sociedade para prever comportamentos e controlar melhor a ordem social.
Para mim, este sociólogo tornou-se a minha base neste novo mundo académico que entrei.
Começando pelas ciências naturais: Dois irmãos, vindo do mesmo pai e mãe — uma noite, os dois experimentam drogas. Um continua nas drogas e o outro não gostou da experiência e nunca mais repete.
Genética – apesar de irmãos, não são geneticamente iguais (a não ser que sejam gémeos verdadeiros). Um pode ter uma maior predisposição biológica à dependência de substâncias (há genes relacionados com o sistema de dopamina, por exemplo).
Neuroquímica – o cérebro de cada um reage de forma diferente à droga. Um pode sentir euforia intensa (reforço positivo), o outro pode sentir mal-estar (reforço negativo).
Saúde mental e personalidade – pode haver diferenças hormonais, traços como impulsividade, sensibilidade ao risco, ansiedade — tudo isso tem bases biológicas.
Agora vamos ao "Conhecer para prever, prever para agir."
Neste momento, o mundo ignorou este ensinamento de Comte e eu passo a explicar porquê:
Com o surgimento das redes sociais, surgiram os influencers, que têm milhares de seguidores devido ao poder carismático que exercem sobre os outros.
Nota: Isto até se torna interessante de ver como o curso de Ciências Sociais se completa com estas UCs.
Ligo a televisão para ver as notícias e vejo uma data de comentadores muito surpreendidos com o porquê de aquele partido ali e de além, daquele país e deste país, estarem a escolher aquele ou o outro partido.
Em vez de: "Conhecer para prever, prever para agir", ficam ali em opiniões tolas e até já chegaram a dizer que quem vota em X ou Y é porque não tem muitas habilitações literárias.
Acho que o mundo ainda não entendeu que o surgimento das redes sociais e influencers originou um novo poder: o poder carismático.
Pior que isso, recusam-se a assistir a esta nova era.
Eu vou muitas vezes ao TikTok para ver as LIVES, não porque quero falar, mas para analisar as dinâmicas do que vou vendo — o que dizem e como os seguidores respondem nas mensagens.
Quem do grupo tem poder carismático é quem tem mais pessoas a gostarem dele(a).
Aqui dá-se uma outra previsão que ninguém ainda está a falar:
Nestas LIVES, o que se vê mais são mulheres e homens adultos que passam horas a fio nisto.
Por vezes, passa-me pela cabeça perguntar-lhes: “Boa noite, tudo bem? Olha, onde estão os teus filhos? No quarto? A fazer o quê e a falar com quem?”
Em julho vou fazer esta experiência — vou-me meter nas LIVES todas e perguntar: "Estás aqui há horas, o que sabes acerca dos teus filhos e com quem eles estão a falar na internet no quarto deles? E o que estão a ver?"
Ah ah ah. Claro que vou ser maltratada, mas darei o remate final com: “Arranca e não faças pó.”
Se estão horas nas LIVES e nada sabem do que os filhos estão a fazer do outro lado da casa... como podem conhecer, para prever e poder agir?
Porque há hoje em dia tantos jovens com comportamentos desviantes?
Não nasceram assim. De certeza que quando eram crianças e lhes perguntaram o que queriam ser quando fossem grandes, nenhum disse que queria ser bandido, mas sim polícia, bombeiro, Spiderman, etc...
Então, afinal, o que se está a passar? Será só a estrutura da sociedade ou algo novo está a acontecer?
Se há algo de novo que esteja a acontecer, então está na hora de um update e upgrade. Ir à procura desse "algo novo", inserirmo-nos nele, analisar e prever de forma a conseguir fazer uma intervenção eficaz.
Comte acreditava que a sociedade progride quando abandona superstições e adota o conhecimento científico para organizar a vida social. Isso só é possível quando vamos para o terreno, seja ele qual for, e em vez de estar a tentar adivinhar ou criticar, vai-se lá ver as dinâmicas envolvidas e o porquê delas estarem a surgir.
Ivone Vale
"O erro de muitos é achar que não precisam de ninguém."
Se enganam os que acreditam que vencer é só mérito individual.
Porque no fundo, todo mundo precisa de apoio, de troca, de alguém pra dividir o caminho.
Não é fraqueza precisar é humano.
Arrogância é acreditar que se anda melhor sozinho pra sempre.
A vida ensina: o orgulho isola, a humildade constrói pontes.
E no fim das contas, quem reconhece o valor do outro, cresce junto.
Algumas coisas, conseguimos com inteligência!
Outras com fé, dedicação e trabalho;
Mas tem coisas que só conseguimos com raça.
Não basta só o planejamento!?
Temos de lutar e buscar.
Enquanto anteriormente os trabalhadores podiam aprender um único conjunto de habilidades com a expectativa de assim galgar posições em uma rígida hierarquia organizacional, agora se espera que periodicamente adquiram novas habilidades enquanto pulam de posto em posto, vagando de empresa em empresa.
Enfrentar temas que pretendam limitar
garantias fundamentais conquistadas
...faz a liberdade caminhar...
"Você não precisa que as pessoas acreditem em você, quando Deus já acredita. O fato de Deus acreditar já é o suficiente."
“Ética e direitos humanos no trabalho não são apenas princípios — são compromissos diários com a dignidade, o respeito e a justiça.”
“Trabalhar com ética e respeito aos direitos humanos não é um diferencial — é a base de qualquer ambiente profissional justo e digno.”
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