Morre Lentamente Marta Medeiros
O homem nasci na culpa, vive na culpa e morre em culpa,
os que não ver a vida desta forma é que ainda não despertou para o mundo da sinceridade, mas vive na hipocrisia.
Amor é só um, ele não morre, fica adormecido em nós até o momento que resolva florescer. Talvez ele nunca adormeça, apenas se acalme, e como seres humanos apredemos a convivver com ele em silêncio e nos momentos que ele resolve gritar, o abafamos por saber seus gritos não podem ser ouvidos por quem deve realmente, e nisso consiste o verdadeiro ciclo da vida... amar, e amar, cada um por cada um. Amores distintos, mas só um é AMOR.
A beleza física é como uma folha que se desprende de uma árvore morre, seca e se despedaça, mas a beleza interior dura por toda uma vida.
Tudo que nasce, um dia morre. E tudo que morre um dia tem sua chance de voltar e concertar seus erros!
Que a paz seja nosso guia
E o amor pão de cada dia.
A esperança nunca é a última que morre
Último é o suspiro.
A fé segura as lágrimas que escore
Para que amanheça sorrindo.
Mãe: filha e agora oque você vai fazer ?
Filha:Eu ? Se e pra morre que seja feliz .
Mãe: oque você quer fazer ?
filha:Não morre seria uma boa alternativa .
Amor
O amor é realmente um lugar muito estranho.
Morre-se dele
Morre-se por ele
Vivi-se dele
Vive-se por ele.
AMAR DEMASIADAMENTE
Quem muito ama, vive sem amor;
Quem muito ama, morre sem amar;
Amar demasiadamente não trás vida
Amar demasiadamente não trás morte.
Amar demasiadamente cega e deixa insensível o coração
A ponto de se tornar duro aos demais sentimentos
Ao mesmo tempo em que senti a todos.
Amar demasiadamente cansa, entristece e mata a alma,
Faz querer parar, desistir e até esquecer,
Ao mesmo tempo em que decide insistir.
Amar demasiadamente é deixar de viver,
É deixar de sentir um único amor,
É deixar de viver um amor de novela,
É se sentir sufocado com a própria respiração.
É perder o brilho dos olhos em busca de brilho de outros.
Amar demasiadamente é deixar de viver,
É tornar-se escravo da utopia, do sonho,
Da farsa de um amor que de tão grande que é,
De fato nunca existiu.
