Morre Lentamente Marta Medeiros
Sonhos são por si só uma esperança, quando um morre o outro morre junto, logo, o indivíduo vem à sucumbir.
"Infelizmente maturidade
não é sinônimo de idade.
Tem gente que morre de
velho e não aprende
a viver."
Livro: Aceite ou Mude...
"Ao longo de sua carreira, o advogado morre um pouco diante de cada injustiça e renasce com a recomposição da moralidade e do justo."
Quem prova do meu sabor não esquece ...quem prova do meu veneno ... morre de amor... quem prova da minha saudade não me esquece ... quem prova do meu gosto ..vicia ..
É lamentável, tanta gente morre por motivos tão banais; escolhas compõem a vida, escrevem a história, a sua história, a sua vida, sim escolhas, as suas escolhas, são extremamente importantes.
Por isso, tome cuidado, tome muito cuidado, saiba jogar o jogo da realidade com excelentes estratégias, o prêmio? sobreviver.
Tudo o que nasce um dia morre
Temos que colher com o amar,
Porque a água não pára corre
Neste rio que vai dar ao mar.
Amizade é ter tudo em comum. É ter nada em comum. É ser incomum. Amizade é um amor que nunca morre. Amor que não se pode impedir. Apenas aceitar. Pois a imensidão desta cordialidade entre irmãos, nem pessoa, nem o tempo pode apagar. As memórias para toda a eternidade irão se perpetuar.
A gente não morre apenas quando para o coração, a gente morre também de saudade, tristeza e desilusão.
"Por seu apego particular ao som morre o cervo, ao tato o elefante, ao olfato a abelha negra, ao paladar o peixe e a cor da chama a mariposa. Podes imaginar o que espera ao homem que está apegado aos cinco sentidos."
O peixe morre pela boca, o rato é apanhado pelo rabo, o gato é pego pela curiosidade. Mas o ser humano morre principalmente pela ignorância e soberba.
O vaidoso e orgulhoso não se lembra que o corpo é apenas um saco de bosta. Se cair estoura e morre! O mais importante é buscar a beleza que não se acabar, e que não tem fim. A beleza espiritual.
“A esperança é a última que morre”.
Algumas dizem isso com tristeza no coração mas acreditando que tudo ficará bem.
Algumas pessoas não acreditam mais em si mesmas, e simplesmente desistem de tudo, de todos, da própria vida.
Todas as escritas acabam aqui.
Nunca faz ou fizeram diferença.
Sempre alguém morre o tempo todo;
e às vezes não é enterrado.
O funeral acontece aos poucos,
sendo velado sob risadas escalafobeticas
de quem você achava que era importante.
E aos poucos,
me consideraria bom o suficiente pra desparecer lentamente; sem comoção de aplausos.
Sumir ao poente de uma alvorada lenta e desperdiçada em minha cama infinita e dormente.
Sempre alguém deixa de existir,
e não é por escolha.
Você segue as massas ou se contenta com uma solitude inaceitável e desvastadora. Não há outra escolha.
Sua mente não se aconchega.
E eu não sigo ninguém que pensa igual ao outro.
Por que me sinto tão suficiente,
que os assuntos discutidos ao meu pé do ouvido
são totalmente desinteressantes e sem brilho.
Pudera eu poder rir das mesmas velhas piadas e me considerar sortudo por isso.
Elas são desgastantes e ingratas, confusas, chatas e arrogantes, sem graça.
Teu sorriso inibido contra meu pudor,
pode me desencadear tanta maldição.
E teus elementos atirados ao fogo,
me colocaram colares sufocantes; esperando de mim o que eu não posso entregar.
Nunca serei páreo, nunca serei ácido, nunca serei sério.
Alguém morre o tempo todo.
E essas são minhas últimas frases estacadas em uma estaca no chão, que não sobrarão, senão, caliças e destroços de mais uma vez que "tentei ser" o que alguém procurava. A última vez que fui enganado por sentimentos em formato de migalha.
E os acontecimentos precoces que me ponderaram a escória de passar por tantas guerras sem armas, me tornaram infrágil diante de todas as carcaças que levei diante minhas costas.
Então,
o que apaga de repente
não causa alarde constante.
E ser facilmente esquecido
na estante
é o que mais desejo.
Nunca serei constante.
E essas são as últimas frases que escrevo nessas lápides.
E meus fios de cabelo se desvanecem diante a escuridão de madeira.
Minha barba cresce junto com a arrogância, com a impertinência, e me torno tão frio que já não me reconheço mais.
Meia dias delongos,
esvairados: no tempo certo da minha loucura sentimental.
É tão barato não ter um preço a se pagar.
E minhas dividas estão sanadas diante seu inquérito de passagens de idas e voltas; abrindo machucados sarados.
Como se eu pudesse tapar todos os seus buracos.
Fui uma caravela que soprava teus dias, fazendo dele um dia bom.
Fui embarcação, que você se apoiou e usou pra se esquecer de si mesma.
Sem mais,
navegar não é e nunca foi preciso.
Aceno.
Ninguém balança à mão do horizonte.
Nada corresponde.
E Todas as escritas acabam aqui.
E me vou junto com elas.
E como se eu não fosse nada,
se faz de indiferente
no meio de tanta gente
que só queria
contabilizar mais um digito
em sua cadeia alimentar.
Se faz de diferente,
no meio de tanta indiferença
que não fez, se quer, nenhuma sequência
em meus atos,
degradando minha inocência.
E como se eu não fosse nada: se esquece fácil.
Se desloca, novamente, pra sua quietude,
me separando do resto do mundo.
Me excluindo de tudo que julga ser incorreto.
Me esquecendo como um passar de vento mechendo seus lençóis na janela.
Já não há mais motivo pra seguir.
Eu amo vocês,
mas é tarde.
FIM DOS TEMPOS
Dia a dia, corre-corre
Vida em falta de momentos
Chega o dia que se morre
Sobra tempo, enfim, dos tempos.
Ton Jófer.
