Montanha Russa Marta Medeiros
A última obra de Paulo Freire, ainda publicada em vida foi “Pedagogia da Autonomia” onde ele apresenta propostas de práticas pedagógicas para a educação afim construir a autonomia dos educandos. Segundo Freire, ensinar é organizar o caminho para autonomia de quem aprende, fazendo um cidadão consciente de seus deveres e direitos.
Um cidadão deve ser consciente de seus deveres e direitos independente de estar motivado. Independente de qualquer coisa, o aluno de EaD deve ter autonomia e disciplina para a base de construção de conhecimento nesta modalidade de ensino.
A autonomia é um dos princípios didáticos do Ensino a Distância, onde o discente é o maior responsável pela aprendizagem.
Paulo Freire [*] já falava que um dos pilares do ensino é autonomia, independente de ser no ensino presencial ou a distância.
Contudo, esta autonomia deve ser primordial pois através dela o discente deve compreender e discernir as informações, organizar seu pensamento e a estrtura do seu processo de aprendizagem.
Muitos falam que a característica principal discente deve ser “autodidatismo”. Porém são características diferentes, pois enquanto o autoditada tem a capacidade de buscar o conhecimento e ensinar a si mesmo, o autônomo vai além disso devendo atuar de forma responsável e disciplinada de acordo com a metodologia de ensino oferecida.
Por esta razão faz-se necessário que as “regras do jogo” estabelecidas pela equipe pedagógica e docentes estejam claras e objetivas, intervindo, mediando e zelando para que os objetivos de ensino sejam alcançados.
[*] FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996
Não necessariamente um excelente aluno da educação presencial poderá ser um excelente aluno da educação a distância, pois para o EaD há caractertísticas fundamentais para uma aprendizagem independente. Segundo Gunawardena e McIsaac (*) para a construção do conhecimento nessa modalidade são necessários elementos essenciais como responsabilidade do estudante pela própria aprendizagem, disponibilidade para instrução, combinação de métodos e meios, adaptações às diferenças individuais, variadas opções para iniciar os estudos, distância transacional, controle, interação, contexto sociocultural e presença social.
(*) GUNAWARDENA, C.N., MCISSAC, M. S. Distance Education in Handbook of Research on Educational Communications and Technology: A Project od the Association for Educational Communications and Technology, Por David H. Jonassen, Association for Communications and Technology, Lawrence Erlbaum Associates, 2004.
A motivação pode ser um fator de destaque no processo de ensino aprendizagem inclusive na modalidade a distância. Mas, vamos supor que o aluno receba como “missão” fazer um curso a distância sobre confeitaria. Ele pode não gostar desta área de atuação, mas é missão e deve ser realizada. Independente de estar motivado ou não, o aluno precisa ser autônomo na construção do conhecimento. Contudo, estando motivado, obviamente, a missão será melhor cumprida.
Quando falamos de Educação, penso que precisamos tratar em todo o seu processo e pilares. Não nos limitar ao sentido filosófico como muitos por aí fazem “bonitamente”. Mas na prática, uma Educação eficiente, adequada a realidade atual. Isso dá trabalho....
O professor é um instrutor neste modelo de educação por módulos como se fossem produtos, reproduzidos e distribuídos. É uma visão de modelo industrial da EaD que nas pesquisas Bechavioristas estavam aliadas às práticas de instrução programada. Um novo desenho educacional começou com CMC (Comunicação Mediada por Computadores) oferecendo atividades pedagógicas e recursos tecnológicos mais específicos. Contudo, o professor ainda é um co-responsável pelo resultado.
Conforme Gunawardena e McIsaac (2004) o aluno de EaD é o responsável por seu processo de aprendizagem e resultados devendo desenvolver as características de independência e autonomia.
Referência:
GUNAWARDENA, C.N., MCISSAC, M. S. Distance Education in Handbook of Research on Educational Communications and Technology: A Project od the Association for Educational Communications and Technology, Por David H. Jonassen, Association for Communications and Technology, Lawrence Erlbaum Associates, 2004.
O professor que atua no EaD é muito mais um orientador pedagógico ou um tutor. Para o sucesso da sua missão, precisa utilizar uma comunicação de forma empática e a linguagem dialógica afim de atuar como facilitador da aprendizagem.
Do ponto de vista filosófico, a epifania significa uma sensação profunda de realização, no sentido de compreender a essência das coisas. Ou seja, a sensação de considerar algo como solucionado, esclarecido ou completo.
Até que ponto temos essa certeza? Até que ponto nos sentimos realizados? Até que ponto podemos ajudar o outro a realizar-se?
Tem uma música de um amigo meu, cantor conhecido no Brasil, Ricky Vallen, que diz: “A palavra e o som residem na canção, na harmonia das baladas imortais.
No picadeiro do meu circo de emoção, me equilibro em minha voz, nas minhas cordas vocais. ”
Engraçado, as cordas vocais são tão sensíveis, na verdade o correto são pregas vocais, e como podemos equilibrar-nos nelas? Será que temos o poder de fazer forte aquilo que temos de mais sensível? Que poder é esse que nos evoca para manter-nos fortes? Sejamos forte mesmo em meio as nossas fragilidades, nas coisas pequenas e grandes, mas fortes o suficiente para sermos nós mesmos, fortes e seguros de que sempre queremos o melhor... e no picadeiro do meu circo eu que dou o show, da vida, do amor e da predisposição em estar sempre em favor do próximo...
agora pela manhã pensei sobre legado... que é algo que deixamos para o outro, a nossa história ou estória. Dinheiro? Bens? Creio que não... sabedoria, conhecimento, inteligência, isso sim levamos para sempre, o resto, é resto... portanto deixemos de ser materialistas e pensemos no ser e não no ter, faÇa o melhor de si, dê o melhor de si, seja você, não temos que viver em função do outro, mas se podemos ajudá-lo... que o façamos... na vida, que é temporária, deixamos o que temos e levamos o que recebemos...
Eu gosto de pensar que o amor e o orgulho não conseguem morar na mesma casa, o amor está adoecido, o amor não é condicional, não tenho que colocar condições de amor, não tenho que pensar que pensar que te amo se você me der isso, se você fizer aquilo... temos que nos curar das condições que colocamos sobre nosso amor, o amor é puro, é vida ele é viver... só posso amar o outro na totalidade quando eu passo a amar o outro como ele é, se sou uma pessoa egoísta vou amar de uma forma egoísta, mas na medida que passo a entender que cada um é diferente eu passo amar na totalidade... de uma maneira real...
Eu gosto de pensar que o amor e o orgulho não conseguem morar na mesma casa, o amor está adoecido, o amor não é condicional, não tenho que colocar condições de amor, não tenho que pensar que pensar que te amo se você me der isso, se você fizer aquilo... temos que nos curar das condições que colocamos sobre nosso amor, o amor é puro, é vida ele é viver... só posso amar o outro na totalidade quando eu passo a amar o outro como ele é, se sou uma pessoa egoísta vou amar de uma forma egoísta, mas na medida que passo a entender que cada um é diferente eu passo amar na totalidade... de uma maneira real...
Hoje em dia as pessoas andam tão esquecidas do amor, e no final só o amor nos salva da barbárie!!!
As vezes precisamos levar um choque para perceber que a única coisa que levamos da vida é o amor que damos e o que recebemos, o restante é bobagem!!!!!
Por isso AME INCONDICIONALMENTE!!!!
Hoje em dia as pessoas andam tão esquecidas do amor, e no final só o amor nos salva da barbárie!!!
As vezes precisamos levar um choque para perceber que a única coisa que levamos da vida é o amor que damos e o que recebemos, o restante é bobagem!!!!!
Por isso AME INCONDICIONALMENTE!!!!
Quando estou prestes a cair,
ouço a sua voz que me guia,
tento alcançá-la, distante,
esvaece e desaparece
entre as nuvens que se vão,
em meio a escuridão,
apenas a solidão.
