Monologo sobre Relacionamento

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⁠Acalme o coração e aquiete a alma. Você não tem nenhum controle sobre a tempestade, mais está contigo aquele que tem tudo em suas mãos.

⁠Quando tudo parece cair sobre ao seu redor, lembre-se que a chuva passa no seu tempo certo .

⁠A noite é o melhor momento para
refletirmos sobre nós mesmos, nosso comportamento,
nossos deveres, nossas relações afetivas, nosso dia, nossas
saudades... e principalmente agradecer... por podermos
ter a capacidade para refletir.

⁠Falar sobre: pessoas, bens materiais e bens espirituais é inerente ao ser humano de espírito: pequeno, médio e grande! Quando você aponta o dedo pra alguém, tem três apontados de volta!

Tempos difíceis são tempos de reaprender sobre como aprender para continuar a fazer!

⁠Uma Verdade sobre a vida, é que nós nunca recomeçamos, apenas continuamos com atitudes e motivações diferentes ou restabelecidas...

⁠Vivemos numa constante incerteza sobre o que o amanhã nos reserva. Não podemos prever se ele chegará para nós ou para as pessoas que mais amamos. E é por isso que devemos aproveitar o presente, mostrar que nos importamos, declarar nossos sentimentos e afirmar que nossa vida é mais bonita graças à presença de alguém especial ao nosso lado...

- Edna Andrade

⁠Vivendo num iceberg


Sobre uma ilha flutuante de gelo eu vi a profundidade da água no seu escurecer,

navegando lentamente e silenciosamente tentei plantar mais não vi nada crescer,

surfando ondas involuntariamente o bloco de gelo foi levado pra longe em alto mar,

a distancia da terra firme, o desastre do vazio para quem antes pisava em solo fértil, transformou uma corrente ancorada no mar profundo em uma triste passagem sem volta até o fim do mundo.

O primeiro sucesso que antecede todos os outros na vida de uma mulher de valor é o sucesso sobre si mesma, no desenvolvimento de seu caráter.

⁠Quando demasiadamente falas sobre o que fazes
Quando procuras saber sobre o que os outros fazem
Mas pouco ou nada dizes sobre o que és
Ou nada sabes sobre os que os outros são
Prepara-te para saber que não te conheces
E acumulas fraqueza e escuridão na tua autoconstrução.

Deus não é sobre controlar tudo é sobre confiar quando nada está sob controle.

Nunca cantaria sobre o amor, se ele não fosse real.
Nunca escreveria sobre o amor, se ele não pulsasse em mim.
O sol nasce sempre no leste,
a bússola não guarda segredos,
apenas um sinal simples a decifrar.
E, ainda assim, no meio de todas as certezas,
ele é a única exceção.

Investimento financeiro é menos sobre números e mais sobre emoções.
Vence quem domina a própria ansiedade.

Não é sobre prever o amanhã, mas sobre estar pronto para criá-lo.

A depressão é, afinal e acima de tudo, uma teoria sobre o mundo, sobre a vida.

Mark Fisher
Fantasmas da minha vida. São Paulo: Autonomia Literária, 2022.

Conversamos sobre coisas simples: a bebida, o clima, os detalhes da viagem. Mas por trás de cada palavra, há uma tensão doce, uma vontade de dizer mais. Eu percebo que ela também está diferente. Mais leve. Mais aberta. Talvez mais pronta.
Se eu pudesse, colocaria em palavras tudo o que você desperta em mim. Mas tem coisa que só o coração entende... (CG)

A casa sobre a Rocha e a gente querendo um Castelo, que somos capazes de construir-Los em grandezas de ilusões em cima de areias e quando vier a tempestade, o que nos restará?

Me peguei pensando



As vezes me peguei pensando,

sobre todos aqueles delírios constantes,

delírios sobre o amor,

delírios sobre a dor,

delírios sobre a alegria de um instante.



As vezes me peguei pensando,

sobre todos aqueles sonhos constantes,

sonhos de um amor,

mas com o medo e receio

de que um dia viraria dor.



A dor que por um tempo esqueci,

porque com você parecia não existir,

dor na qual me perdi, quando vi que

não estaria mas aqui.



E foi nessa dor que me perdi,

porque pensei que esse amor um dia

poderia existir .

Sobre gafanhotos, borboletas, música, violão, vinhos e outras coisas…


Numa tarde de céus que se adiantam ao anoitecer, o Gafanhoto irrompeu no meu jardim – curador de batimentos alheios com mãos de cirurgião que domam arritmias com a delicadeza de um sussurro, mas que descompassaram o meu coração com um olhar gentil, que promete tudo sem falar nada.
Logo no primeiro voo cruzado, ele não esperou o ritmo das horas: “quer me ver Amanhã?”, perguntou como um inseto faminto por luz, pulando cercas invisíveis com a teimosia de quem sabe que o coração não obedece calendários. Ri, recordando a personagem de um livro guardado na alma: “Calma, gafanhoto!”. E assim o apelido floresceu, leve como pena inquieta ao vento, afetuoso como o jeito dele de se fazer presente mesmo no silêncio.
Ele me devolveu o encanto, batizando-me Borboleta, e, como aquilo balançou as minhas asas!
Meu Gafanhoto tocava como ninguém: dedos que, de dia, salvam vidas em salas brancas e auditórios cheios de olhares ávidos, à noite se rendiam ao violão, dedilhando notas que acalentavam minha alma e coração.
Uma noite de taças rubras, erigiu um palco só para mim: uma apresentação solo no breu acolhedor da sala, onde as cordas gemiam chorinho com a ternura de um abraço e bossa nova com a suavidade de quem sabe pausar o tempo.
Fechei os olhos e me entreguei: uma daquelas raras noites que se inscrevem na memória, especiais por sua natureza e inesquecíveis, onde a música não era só som, mas ponte entre almas que se reconhecem no improviso de uma noite qualquer.
Mas sombras sem nome, medos que pulam antes do compasso, razões tecidas de fios invisíveis e frágeis, nos guiaram para um recuo suave, que pesam como uma pausa no solo. Dói? Como corda esticada ao limite, vibrando com o eco do que foi. Mas o Gafanhoto se faz presente em Mensagens que chegam como notas avulsas, leves e persistentes: um “como vc está minha borboleta?” camuflado de gracejo, outra “beijos, beijos. Borboleta!” que carregam o aroma de noites passadas. É o jeito dele de se fazer eco, de curar o afastamento com a mesma paciência que dedica a batimentos errantes e alunos inquietos – teimoso, afetuoso, como quem sabe que saltos verdadeiros não caem em esquecimento.
E eu, Borboleta de retalhos coloridos, remendada pela brisa das boas melodias, guardo o violão na memória tátil, o pulsar na veia aberta, e sorrio para o refrão que insiste em voltar.. Porque encontros como o nosso são breves na forma,mas eternos no ritmo…

LRFN

👉🏼 A Verdade que Nenhum Debate Entrega


“Não é sobre debates entre crentes e ateus, religiões contra religiões, verdade ou mito, acreditar ou não acreditar.
É sobre consciência lúcida para perceber quando tudo vira disputa, palco e vaidade. Consciência para não transformar nem fé nem razão em arma contra pessoas.
A verdadeira medida é se o que eu carrego dentro me torna mais honesto, justo e humano.
Se não gera amor real, é só ruído fantasiado de verdade."