Momentos Alegria Fernando Pessoa
Se ele te faz sorrir, em momentos que seus pensamentos estejam perdidos,e faça seu coração feliz, e devolva o brilho em seu olhar,ele é merecedor do seu amor. Ofereço a você a chance de pensar? que talvez a única coisa que realmente importa, seja o desejo de ter, de sentir essa alegria, mas cuidado,para seu sorriso não se tornar choro, o brilho de seus olhos se apagarem,e o amor se perder em meio a tristeza, e a decepção. nunca foi,e nem será fácil compreender a mente e o coração. Somente haverá um momento que serás vistas, não por sua beleza, mas sim pelo seu coração,e alma; Apenas aprenda! Apenas acredite! E não julgueis, pois cegos não enxergaram,o surdo não ouvirá, e o mudo não falará. Agora o coração se cala; mas sua mente não! E sua alma clama por amor! por querer ser abraçada! e apenas ser beijada intensamente sem querer saber do tempo, que passa, do tempo que passou. Não sejas o inimigo da vida. Sejas a vida para muito corações.
O verdadeiro aprendizado do ser humano na vida estará sempre nos momentos de dificuldades. Nos dias de angústia; tudo se transforma. tudo que pensassaste em transformar,conquistar,buscar ideais,tornar possível seus sonhos,na simplicidade e na humildade de ser apenas compreendido na absoluta verdade que possibilitará a entregar todo meu conhecimento, na compreensão de que o homem pode encontrar sua grandeza dentro de si próprio. As batalhas não são vencidas com gritos, tão poucos serão capazes de provocar medo. O soldado que caminha dentre as trincheiras do inimigo em silêncio,esse é capaz de mostrar sua força. O medo permanece nos corações dos fracos. Me história começa quando o amanhã chegar,mas não saberei lhe responder pois não sou fraco,e tão pouco permito-me sentir medo. Já venci e lutei contra meus demônios, hoje sou parte de um mundo que me faz compreendido na absoluta realidade da minha vida. Se lutou e não morreu é que sua jornada ainda não term
Eu jogo com as cartas certas nos momentos certos. E serei julgado, condenado pelas minhas ações. Mas ninguém compreenderá minhas verdadeiras intenções, eu sou a voz no silêncio, a luz que brilha na escuridão, o caminho a ser percorrido na mente dos fracos de espírito, sinta o calor! Não compreende sua existência, não compreende a grandeza do mundo. sejam mais do que pensamos, e nem o mundo saberá que desejas, é um único ser que não se pode esquecer, que o amor pela vida, transborda em todo o seu coração, e na sua existência, como ser humano.
Não esqueça! Brinde sempre todos os momentos, não importa se serão bons,ou ruins, o que realmente importar, é viver, viva cada dia! sejam eles de lutas.. mas os façam se tornar dias de glórias, e reescreva cada página... apenas sejas o sol que ao nascer no céu, sua luz reluzente cega o mal, aquece os bons, ilumina o mundo.... E tão intenso é? Mas sempre em silêncio... Amanhã sempre será um novo recomeço.
Muitos são momentos; poucos são os pensamentos.passando-se pelo silêncio, procurando pelo tempo perdido. encontrando o novo,e quando se perceber no espelho, compreenderá que nada é perfeito no mundo, apenas o sorriso de viver apaixonadamente cada minuto.
Há momentos em que... mesmo com tantas pessoas a nossa volta, nos sentimos sozinhos. Porque a questão não é dos outros, é de nós mesmos.
ARGOS E A VIGÍLIA DA FIDELIDADE ABSOLUTA.
O episódio de Argos constitui um dos momentos mais silenciosamente trágicos e moralmente elevados da narrativa antiga. Não é uma façanha de guerra nem um triunfo político que encerra a longa errância de Odisseu, mas o olhar cansado de um cão esquecido no limiar da casa que um dia foi nobre.
Após vinte anos de ausência, dez consumidos pela guerra e outros dez diluídos na provação do retorno, o herói chega à sua pátria reduzido à aparência de um mendigo. Tal metamorfose não é apenas corporal. Ela é simbólica. Odisseu regressa despojado de glória visível, privado de reconhecimento social, colocado à prova em sua essência moral. A casa está ocupada por usurpadores. A esposa está cercada. O reino encontra se em suspensão ética.
Argos, outrora um cão vigoroso de caça, fora abandonado num monte de esterco, negligenciado pelos servos que já não respeitavam a antiga ordem. Velho, doente e quase cego, conservava apenas aquilo que o tempo não pode corroer a memória do vínculo.
Quando Odisseu cruza o pátio, nenhum humano o reconhece. A aparência engana os olhos treinados para os signos do poder. Argos, porém, não vê com os olhos sociais. Ele reconhece pela presença essencial. Ao ouvir a voz e sentir o odor do seu senhor, ergue as orelhas, move a cauda com esforço e tenta aproximar se. Não ladra. Não chama atenção. Apenas confirma, em silêncio, que a fidelidade sobreviveu ao tempo.
Odisseu vê Argos. E nesse instante ocorre uma das mais densas tensões morais do poema. O herói que enfrentou monstros e deuses não pode ajoelhar se diante do próprio cão. Revelar se significaria colocar em risco o desígnio maior da restauração da justiça. Ele precisa seguir adiante. Contém as lágrimas. O silêncio torna se uma forma de sacrifício.
Argos, tendo cumprido sua vigília, morre. Não de abandono, mas de conclusão. Esperou o retorno para poder partir. Sua morte não é derrota. É cumprimento. Ele fecha o ciclo que a guerra abriu. Onde os homens falharam em reconhecer, o animal guardou a verdade.
Este episódio revela uma antropologia moral profunda. A fidelidade não depende da razão discursiva nem da convenção social. Ela nasce da constância do vínculo. Argos não exige provas, explicações ou aparências. Ele sabe. E ao saber, encerra sua existência.
A grandeza deste momento reside no fato de que o primeiro reconhecimento do herói não vem da esposa, nem do filho, nem dos aliados, mas de um ser esquecido, humilhado e descartado. A ética antiga ensina aqui, com sobriedade severa, que a verdadeira nobreza não está na glória visível, mas na lealdade que resiste quando tudo o mais se dissolve.
Argos não fala. Não combate. Não julga. Apenas espera. E ao fazê lo, torna se imortal na memória humana, pois há fidelidades que não atravessam o tempo para viver, mas vivem para atravessar o tempo, tocando a imortalidade daquilo que jamais traiu.
A Lâmina da Luz que Revela Quem Somos.
Há momentos em que a existência se torna um espelho sem polimentos, é justamente aí que descobrimos que o amor e a rejeição não são opostos, mas respostas diferentes à mesma autenticidade. Quem te ama pelo que és encontra afinidade; quem te rejeita pela mesma razão revela apenas os limites da própria sombra.
A personalidade verdadeira essa que não se curva, não finge, não mendiga aceitação ilumina. E toda luz, inevitavelmente, cria contornos: alguns se aproximam para aquecer-se, outros se afastam para não serem vistos. Mas nada disso diminui a grandeza de permanecer inteiro.
A tua essência não foi talhada para caber em espaços estreitos. Ela foi moldada para mover ventos, despertar afetos e provocar mudanças. Ser quem és, sem reservas, é uma dádiva rara; e quando alguém não suporta tua verdade, é porque ainda não sabe o peso da própria máscara.
Conclusão.
Segue firme na tua identidade. A vida sempre coloca ao teu lado aqueles que reconhecem tua força, e afasta silenciosamente quem não tem maturidade para caminhar contigo. Nunca escondas tua luz por medo de incomodar; ela é precisamente o que te torna único, necessário e inesquecível.
“Sê inteiro, mesmo quando isso custar incompreensão. Quem precisa da tua verdade, encontra-te. Quem teme tua luz, apenas passa.”
“Muitos te amarão pelo que és; outros, pela mesma verdade, te rejeitarão. A luz que te revela também é a luz que incomoda. Sê quem és, mesmo quando isso desnuda o silêncio alheio.”
Quando o perdão liberta antes do amor.
Há momentos em que o coração, ferido pela incompreensão, pelo abandono ou pela injustiça, precisa antes se despir do peso da mágoa para então reaprender o verbo amar.
O amor, em sua pureza, é um ato de entrega; mas o perdão é um ato de libertação, e às vezes é ele quem chega primeiro, abrindo as grades invisíveis que nos aprisionam ao passado.
Perdoar não é aceitar o erro, é compreender que a dor não deve governar o destino. O perdão não absolve o outro apenas; ele resgata a si mesmo. Porque enquanto o ressentimento persiste, o amor não respira, ele sufoca entre as lembranças, tentando florescer em solo infértil.
É no instante em que o perdão se faz ponte, e não muro, que a alma se reencontra consigo. E somente então o amor, que sempre esperou em silêncio, pode voltar a ser caminho, não mais ferida, mas aprendizado.
Alguns amores só sobrevivem quando são libertos pelo perdão. Outros só nascem depois dele. Mas, em todos os casos, o perdão é o primeiro gesto de amor, ainda que disfarçado de despedida.
“Quando a Vida Te Obriga a Mudar”
Há momentos em que o mundo parece se mover sob nossos pés, sem aviso. Situações que nos arrancam da zona de conforto, desmoronam planos, silenciam certezas. O que antes parecia estável se desmancha em segundos e então compreendemos, entre lágrimas e espantos, que a vida não nos pede permissão para nos transformar. Ela simplesmente o faz.
Não há manual para o instante em que tudo desaba. Mas existe um chamado silencioso dentro de cada um de nós uma força que sussurra: ou mudas, ou serás mudado. É uma frase simples, mas carrega o peso de séculos de evolução humana e espiritual. Porque mudar por escolha é ato de coragem; mudar pela dor é rendição inevitável.
A diferença entre um e outro está na consciência.
Aquele que desperta antes da ruína percebe os sinais sutis do destino as pequenas frustrações, os encontros fortuitos, os alertas do corpo e da alma. Ele aprende a ler a linguagem da vida antes que ela precise gritar. Já o outro, distraído por medos e apegos, só compreende quando a dor o sacode. Ainda assim, não há culpa nisso. A dor é apenas o método extremo que a existência utiliza para nos fazer ver o que ignoramos.
Do ponto de vista filosófico, mudar é a arte de morrer sem deixar de existir. É permitir que partes de nós, velhas e cansadas, cedam espaço ao novo. Heráclito já dizia: “Nada é permanente, exceto a mudança.” E talvez essa seja a mais difícil das lições humanas: aceitar que até o amor, o pensamento e a fé precisam se renovar.
Sob o olhar psicológico, resistir à mudança é um tipo de autodefesa do ego. O cérebro busca previsibilidade, teme o desconhecido, cria rotinas como muralhas emocionais. Quando a vida rompe essas barreiras, o medo se confunde com dor e muitos chamam de sofrimento o que, na verdade, é apenas a travessia necessária para um novo estado de consciência.
E, no plano moral, mudar é assumir responsabilidade por si. Não há virtude maior do que a humildade de reconhecer o próprio erro, a própria estagnação, e recomeçar. Quem muda não trai o passado apenas o ressignifica. Aprende que crescer não é negar o que fomos, mas compreender que já não somos mais aquilo.
A vida muda, sim.
Mas quando ela o faz com força, não é castigo. É convite.
Convite a ser mais do que aquilo que você julgava possível. Convite a se olhar com ternura e perceber que, sob as ruínas, há uma nova versão de si mesmo pedindo para nascer.
E, ao final de tudo, quando o coração cansado enfim aceita o que o orgulho negava, vem a paz. Uma paz mansa, limpa, quase infantil. A mesma que sentimos quando paramos de lutar contra o vento e, enfim, deixamos que ele nos leve não para longe de nós, mas para o nosso verdadeiro centro.
Conclusão.
A vida muda, ainda que não a compreendamos. E, às vezes, é preciso perder quase tudo para descobrir o que nunca foi perdido: a capacidade de recomeçar. Porque no fundo, a existência não nos quebra ela nos lapida. Cada dor é um cinzel invisível que esculpe em nós a beleza que antes dormia.
Assim, se a vida te obrigar a mudar, deixa que o coração se comova. Chora, mas não resistas. Pois a lágrima que cai é também o orvalho da alma que floresce.
Eu sou um garroto,com boas capacidades de agir e reagir, há momentos que eu me sinto preguiçoso, e há momentos que eu me sinto a vontade, mas nunca deixo de ser quem sou.
Houve momentos em que um abraço era tudo que eu precisava… mas ninguém estava lá. A solidão se torna um grito mudo, um vazio que aperta o peito, quando o corpo implora por calor e só recebe o frio implacável das paredes gélidas. Nessas horas, a ausência do toque se torna tortura, e o abraço que nunca veio rasga ainda mais a minha alma já despedaçada.
"Muitas vezes, a minha... a sua... a nossa saudade agradece aqueles momentos
que você nos proporciona de volta!..."
Otávio ABernardes
Goiânia, 04 de abril de 2025.
Um casamento não se resume a alguns momentos íntimos. Casamento é ser amigo, ser irmão, ser ouvido, ser perdão e, às vezes, ser correção. Ponha em prática esses princípios e você verá Deus fazer um milagre na sua família.
26/08
O folclore é o alicerce
espiritual de cada povo
e nos momentos mais
difíceis proporciona
o aconchego que falta
para não esquecer
da nossa essência
e fazer o caminho de volta
06/02
Se permita momentos
de diversão para a vida
ficar mais divertida
e leve para viver,
Não deixe o melhor
da vida se perder.
Beijar na minha imaginação
Rezar por nós
Imaginar momentos
Sensuais a sós
Algo que faço entre auroras
07/06
Em momentos complexos
abrace os seus silêncios
como oportunidade
para angariar equilíbrio
e eleger a paz como destino.
