Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
TAO
Lua serena,
noite tranquila,
águas refletem como um espelho
minha alma dourada.
Na solidão, batalha sangrenta.
Ventos que passam astuciosamente,
ora me carregam,
ora me acariciam o rosto.
O ato de voar pertence a todos,
mas como fazê-lo graciosamente?
Diante do infinito o cansaço toma conta.
cair num labirinto de ilusões
ou enfrentar o árido deserto?
Naja, ventre venenoso rasteja sobre o pó,
pés calejados não sentem mais dor,
corpo nu ao relento.
Do cume de um monte avisto o horizonte,
céu azul e nuvens de concreto voltam a me aterrorizar.
Quebrando o silêncio um grito,
o rompimento de uma vida.
Lágrimas rolam pela face queimando como chama ardente e caem pelos pés molhando a terra.
A semente germina e ao sol queima a planta, novamente o marasmo volta a dominar.
Seguindo pegadas, notei que andava em círculos, um calor começa a corroer,
quando percebi que sob encurvados lombos a paz volta a dominar,
Então, águas paradas refletiram minha alma dourada novamente.
Deus
Possuo a idade do tempo
invejado
amado e odiado
sou único e sou miríades
manifesto minha luz nas criações;
Eu sou.
Falando de amor
No teu colo senti a calma de ser amada em minha totalidade,
a graça da simplicidade que não necessita de palavras.
Simples gesto de afeto, tu és direto, teu sorriso e olhar me acalentam a alma, lembranças da minha infância distante, tempo e geografia...
Quando junto de ti tudo isso se passa só fica o amor puro e real que se expande aos meus.
O que faço quando minha tristeza chega?
O que faço quando me perco em meu choro?
O que faço quando minha alma esta vazia?
O que faço quando quero esquecer mais lá no fundo eu quero amar?
Não sei o que faço,pois sou imperfeita
E sou nova de mais pra saber todas as resposta do mundo
E erros muito então fica a duvida de eu não saber amar!
Numa estrada parei pra admira lindas rosas vermelhas
Me lembrei dos dias que você chegava em minha casa me fazendo surpresas com rosas
Minha vida começou a lembra do passado e em meu rosto caiu lágrimas
A saudade foi tomando conta da minha alma
Eu chorava como uma criança
Eu lembrava como eu estivesse na cena
Eu nunca queria que isso terminasse queria esta ao seu lado minha vida toda
Mais o destino não queria eu com você
E fez de tudo pra me ver sofrer
Agora ando nesta estrada sozinha
Pensando na vida
Me imaginando com você novamente
Meu medo hoje só piorou
Minha força se escoltou
Eu não conseguia acreditar que isso acabou
Então parei de admira o jardim e seguir em frente
Esperando outra chance novamente!
Estou feliz, por isso já não escrevo, porque estou feliz;
É incrível como minha inspiração vai embora sempre que a felicidade chega.
Maldita felicidade!
Não estou nessa vida a passeio e nem de brincadeira, vivo todos os detalhes na minha simples intensidade no qual não transpareça o medo;
Entendo que sou herança... Herança da inspiração e presente da nossa própria vida para que pudesse te conhecer, aprender... E amar você;
UTOPIA
Meu coração já não mais bate tão tranquilo,
minha consciência tornou-se uníssona imaginação.
De tantas filosofias que sinto, vejo, ouço, transmito,
e do lábaro que ostento; suas estrelas: “conflito!”
contestamos com a mudança da relação.
E o brado retumbante, quem o ouve? O que este diz?
E a voz dos filósofos contemporâneos, alguém escuta?
Suas teorias, alguém as lê?
E o que segues, é de fato apoteótico
ou são obras das novas tecnologias?
A influência do Novo desperta-nos um senso crítico:
o senso insensível; o juízo, uma utopia!
Que tudo nos traga reminiscências,
todos os campos, desde os profissionais,
das artes às ciências;
filhos e pais...
[...] e que Deus nos livre das tecnológicas hegemonias.
E a democratização do saber,
anestesia o povo ou populariza e promove o conhecimento?
E o brado retumbante, que o ouve e compartilha no convívio social?
Quem o estimula no campo e na cidade?
E quem o analisa com os nossos menores de idade,
se estes estão embriagados e viciados numa rede também social?
Emerge, portanto, o senso trágico
que esteve ora adormecido, ora desperto;
por consequência o conflito do jovem contra a ortografia
e que vença o que for certo!
Lamentavelmente teremos um jovem reprovado no vestibular
vagando pelo mundo com seu destino incerto.
Ontem fora um sonhador – ele queria!
Hoje ele sofre a dor – ferida da realidade,
da tecnologia, da contemporaneidade.
– Mas é hora de mudança! – Disse este rapaz.
– Vou fugir da hegemonia, abandonar as desvantagens da tecnologia,
enfim, viver uma vida de paz. Vou estudar ortografia,
matemática, geografia, e outras matérias mais.
Sendo moderno, vou com a tecnologia me informar,
com seus benefícios, transbordar;
vou refazer aquela prova e passar no vestibular.
– A utopia ensinou-me uma lição e este brado retumbante com todos irei compartilhar:
“Retroceder sim. Render-se jamais!”.
Somente no dia em que terminar minha pesquisa sobre qual razão leva algumas pessoas a se encontrarem por fazer tudo, movidos pelo amor, é que vou entender qual a razão que leva outras a se perderem por fazer tudo, movidos pelo dinheiro, pois um, é o avesso do outro.
Permita-me contar-lhe um segredo. Eu já tentei ser uma garota normal, e sou, dentro da minha anormalidade, eu sou normal. Mas, eu falo que já tentei ser como os outros. Sim, por conveniência eu já cedi as aparências, fingi por muito tempo ser o que não sou, emiti emoções que eu não senti, menti sobre sentimentos que não me pertenciam, hipocrisia ou não, só tentei encontrar um lugar em meio aos demais. Por que eu não posso ser como todo mundo? Por que eu sou a única que não ri da piada? Por que sou a única que não consegue se situar? Qual o meu problema, afinal? Obriguei-me a rir com eles, obriguei-me a sorrir para eles. Sim, eu seria como todo mundo. Encontraria o meu lugar entre eles, e, estranha ou não, ensaiaria o meu comportamento para parecer igual. E sim, eu fiz isso. Me saí bem, até. Pensei por um tempo, mas só pensei, ter um lugar entre eles. Mas, meu Deus, o que estou fazendo? Obrigando-me a ser igual? Convertendo-me a uma vida que não é minha apenas para ser aceita? Eu gosto do escuro da noite, do silêncio dos olhos, gosto do meu café amargo, gosto das músicas tristes. Sou nostálgica, melancólica, amarga... Sou eu, eu sou eu, eu preciso ser eu. Não há outro assim. Eu já olhei nos olhos da escuridão, e eu posso jurar, eles sorriram para mim. Mas qual louco acreditaria em mim?
seja minha alma clara branca
em um desejo supremo
glorificado de sentimentos,
nos entre tandos dessa vida,
seja meus amores estejam na minha vida,
entre os capítulos dos meus sentimentos,
esteja a pura vida do amor,
seja acometidos os pecados,
mas não diga que é amor,
mate não falei foi por amor,
pois amor puro em um sentimento,
verdadeiro em tua voz mesmo que seja passageiro,
o amor é um ferida profunda que não tem cura...
basta amar e ser amado...
estará construindo um templo para eternidade.
por celso roberto nadilo
Entre vozes rastejantes da amargura minha, há uma
esperança quase esquecida arranhando um canto escuro
de minha alma.
Se a história da minha vida não lhe agradou,
me desculpe, mas é porque você não serve para participar dela.
Diante dos problemas da minha vida
preciso de 3 Fs...
Força e Fé para superar...
o terceiro F vai para quem me julgar sem saber como é minha vida...
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