Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

Cerca de 253799 frases e pensamentos: Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

Onde Cair Morto?

Há tanta terra.
A justiça social?
Foi pro espaço.

Inserida por FrancismarPLeal

Alguém tem medo do ridículo?

Nem sabia do meu sentimento por ele, não sabia ser portadora de uma paixão, uma fé, uma esperança, um amor, uma certeza da legitimidade desse sentimento. Ainda alimentava a raiva e a mágoa pelo outro, pelo primeiro, pelo pai da minha filha.
Estava zonza, imaginando coisas, vivendo momentos de mulher, sonhos, cores, flores, felicidade. Eu estava atraindo o que estava transmitindo aos quatro ventos do universo.
Saí de um relacionamento em que tinha que fazer tudo o que o meu marido dizia e entrei no mundo em que eu era paparicada e tinha minhas vontades atendidas sem questionamentos.
No primeiro momento estava com pé e mão nos freios, eu não sai correndo atrás dele como meu coração desejava, eu estava sozinha há três meses, tinha superado um sofrimento em tempo recorde, mas não saia da minha cabeça a ideia de que estávamos destinados um ao outro, que tinha chegado a minha vez, que eu não deveria ter subestimado o amor de Deus.
Eu era o passado vivendo no presente, tive um ano difícil, mas provavelmente vivi muitas coisas perfeitas pelo mundo, sem nenhuma justificativa intelectual e psicológica, coisas que continuarão registradas no meu currículo, na minha vida.
Encontrei um Homem cada vez mais raro, gentil, educado, moderno, fofo, lindo, com exageros a parte e com sentimentos serenos, ternos, fraternos, maduros, uma verdade eterna em sentimentos descomplicados.
Foi difícil entender que meu marido amava outra pessoa, que o pai da minha filha sempre amou outra e quis se unir a mim para não ficar distante da filha apaixonante, abraçando o pesado fardo de uma gravidez indesejada com um serzinho desejado dentro da barriga.
É isso que se faz por alguém que se ama, pensava eu comparando os relacionamentos, fiquei chateada com as comparações que fazia, mas parecia inevitável, pareci que eu queria provar para mim mesma as escolhas erradas do passado e apostar todas as fichas no valioso, belo, flexível Homem Atual.
Amigos, vocês podem acreditar, comparar fez com que eu ficasse segura, feliz, centrada, me sentisse amada, mesmo em situações ou circunstâncias adversas a maneira como ele se manifestava me apaixonava e foi por ele e por amor a ele que aceitei o fim do meu relacionamento anterior.
Nos conhecemos pela internet, que foi para mim a mais nova lâmpada de Aladim, eu não acreditava em internet, nunca me animei para isso, mas segui os impulsos da harmonia, deixei a guerra da tristeza fora e cheguei ao denominador comum de tentar e assim a vida me presenteou.

Inserida por Arcise

Quem sou, onde estou, de onde vim, para onde vou?
⁠Quem sou determina para onde vou?
As escolhas foram feitas por você(nome, idade, nacionalidade, família, sociedade, escola, política, religião e etc).
Se lhe perguntam quem é, irá para o nome que lhe deram. Se lhe perguntam quantos anos tem, irá para a idade que lhe deram. Como se todas as respostas lhe fossem dadas. Logo, para onde vai, já está escrito.

Inserida por Guinter

Diariamente passam-se milhares de pensamentos em minha cabeça, onde me pergunto se vale a pena escrever cada um deles, realmente se eu fosse escrevê-los minha coleção de pensamentos ficaria gigante, talvez nem coubesse aqui, simplesmente eu saturaria os leitores com todo tipo de pensamento.
Baseado nessa reflexão, eu tentei encontrar a diferença entre os pensamentos que eu normalmente escrevo, e os que eu não me atrevo a escrever, tentei achar uma lógica, um raciocínio específico que fizesse essa diferenciação de produtos mentais, aquilo que separa os pensamentos produtivos dos improdutivos, mas nada encontrei.
Depois de tanta procura e reflexão, finalmente encontrei minha tão aguardada e desejada resposta: Não existe separação alguma, ninguém, nem nada nos impede de escrever tudo que queremos, a única exceção se resume em duas palavras, nós mesmos. Nós criamos inconscientemente uma barreira, uma limiar que nós achamos que as outras pessoas não vão gostar, ou vão reprovar. Nós, seres-humanos nos importamos demais com as opiniões alheias, com o que o outro acha, se tem a aprovação do seu próximo.
Viver para os outros não nos trás a felicidade, devemos viver sem nos importar com as opiniões alheias, fazer aquilo que na nossa concepção é correto e ético, não o que os outros acham.
Você tem livre arbítrio para fazer o que quiser, apenas lembre-se, Tudo lhe é licito, mas nem tudo lhe convém.

“” Amor da minha vida
Olha quantas estrelas temos pra contar
Olha quantos mares temos que navegar
Olhe por nossos sonhos

Amor da minha vida
Olhe por mim, seu cantador
Olhe por nós, por nosso amor
Olhe por nossa vida...Juntos

Amor da minha vida onde andarás?
... Além das fronteiras do meu desejo
A terra é fértil em sua homenagem
Amor da minha vida quando chegarás

Amor da minha vida não deixe que a vida passe
Sem que possamos fazer dos nossos beijos
Botões de rosas a se despetalar
Em cada toque dos lábios, lentamente as pétalas cairão.
Formando um caminho para o nosso amor passar...””

Eu entendi que você não será minha. Você não será de ninguém. Você será somente sua. E vai escolher onde quer ficar.

Inserida por DeilsonFranco

⁠O seu limite é variável.

Inserida por ARRUDAJBde

Não importa o tamanho do buraco em que você esteja. Pense que, por enquanto, ainda não há terra em cima.

Vós sois o sal da terra. Vós sois a luz do mundo.

Jesus Cristo
Bíblia Sagrada. Mateus 5:13 e 5:14

Um dia você vai parar pra se perguntar, não somente por que a terra é azul, ou como as crianças nascem, e sim, por que você existe. Vai pensar na vida como se fosse um filme, e fará planos, que talvez, não serão lembrados. Vai pensar no porquê de toda vida. E por quê?Um dia você vai se perguntar por que você errou. Por que você acertou. Por que você aprendeu. Vai perceber que o tempo não se controla, e perguntar se houvesse uma segunda chance, como seria. E, por mais que pareça que foi tudo em vão, um dia você vai lembrar de cada coisa errada, como tivesse sido tudo certo. Não vai importar que você de sua vida por uma pessoa, simplesmente ela pode não querer isso. Vai achar que tudo tem um preço, mas tudo tem é um valor. Vai amar e odiar a mesma pessoa. Vai querer morrer, e vai querer viver mais. Vai se perguntar o porque de gostar. O porque de amar. Vai rir das coisas que passou, vai rir de como você era, de como você é, e de como você pensa ser. Vai querer mudar de nome. Vai querer ser outra pessoa. Vai perceber que você mudou muito, ou que você sempre foi a mesma pessoa. Vai querer entender o que te faz feliz, quem te faz feliz, e porque te faz feliz. Vai achar pessoas, perder pessoas, amar pessoas, esquecer pessoas, e ver que você é uma pessoa também, que pode ser achada, perdida, amada e esquecida. Vai querer voltar atrás, ou andar a dois passos de cada vez. Vai querer rir com vontade de chorar, chorar com vontade de rir. Vai acreditar, e desacreditar. Vai se perder em sua própria vida. Vai arriscar, mesmo sabendo das conseqüências. Vai deixar de tentar por medo. Duvidas. Vai se arrepender. Vai querer voar. Vai querer sumir, se mudar pra outro país. Vai querer recomeçar, mesmo nunca tendo começado. Vai fazer planos com outra pessoa, mesmo ela nunca ter feito parte disso. Vai depender de alguém. Vai pedir ajuda. Vai perder o orgulho. Vai perceber que mesmo sendo sempre a mesma pessoa, você nunca é você mesmo. Vai entender porque mudar é bom, porque tentar ajuda a ser feliz, porque arriscar perdoa as duvidas, porque você simplesmente existe. Sua vida nunca será sempre a mesma. Vai entender que de um dia pro outro tudo pode mudar, sim. As pessoas podem esquecer você, podem lembrar de você. Você vive, você existe, e isso tudo faz parte. Um dia você vai se perguntar porque você se pergunta. Por que você deixou de agir, por que é tudo assim? POR MAIS QUE NÃO PARECA , NADA É EM VÃO . TUDO UM DIA FAZ SENTIDO , POR MAIS TARDE QUE SEJA

O europeu saltava em terra escorregando em índia nua; os próprios padres da Companhia precisavam descer com cuidado, senão atolavam o pé em carne. Muitos clérigos, dos outros, deixaram-se contaminar pela devassidão. As mulheres eram as primeiras a se entregarem aos brancos, as mais ardentes indo esfregar-se nas pernas desses que supunham deuses. Davam-se ao europeu por um pente ou um caco de espelho.

Gilberto Freyre
FREYRE, G., Casa-Grande & Senzala

Breve me mudo.
Estou de partida. Breve me mudarei para a curva do teu braço. Busco a terra sem vento, a mansa terra do teu peito. E a batida surda e quente do magma mais profundo para embalar o meu sono. Busco a tranquilidade da enseada. Já conheci as águas que eu preciso saber. Fui bem além das colunas de Hércules, e há muito descobri que, por mais longe o mar, jamais despenco.

Desbravei os mares, lancei-me por entre espumas. Naveguei seguindo as estrelas do céu, contando as estrelas do mar, até chegar a portos dos quais nem suspeitava a existência.

Agora é tempo de lançar meus braços'a água, deixando que enlacem nos rochedos ancorando - me ao meu destino. Escolho o teu lado esquerdo , onde me beija o sol poente. E espero que tua mão direita amaine minhas velas.

Assim, acima do teu coração, encosto a cabeça. E pequena como um grão, deito raízes. Aprenderei a conhecer-te através da planta dos meus pés, como o cego sabe onde pisa, como o índio que conhece a trilha.

Se for mansa a maré das colinas, terei certeza de que dormes, ou pensas em silêncio.Se de repente meu solo se encrespar tangido por um vento só seu, será o frio que te toca. O medo, saberei no tremor subterrâneo. E quando o suor correr farto enchendo rios sem peixes, ameaçando me levar, será tempo de calor, será o verão cantando na tua pele.

Aprenderei a tatear-te com as mãos, procurar meus caminhos nos vales dos músculos. Fluirei devagar, dormirei nas axilas. Não preciso de casa. Não preciso de abrigo. A terra de tua carne é quente, e nada me ameaça. Posso deitar-me nua, tranquila, ou ficar acordada olhando para o alto. O céu é calmo, as nuvens passam indo a outros lugares. Nenhuma traz a chuva ou a tempestade.

Não preciso de pente, não preciso de panos. O orvalho da tua pele me banha de manhã, e a tua respiração arruma os meus cabelos. Só quero um cavalo. Galoparei com ele as dunas do teu corpo, descerei pelos braços, avançarei pelas mãos, arriscando-me a queda nos penhascos dos seus dedos.

Explorarei teu ventre, matarei minha sede no poço do teu umbigo. E armada de desejo, penetrarei na selva de teus pêlos, emaranhada e perfumada noite, delta dos sumos, labirinto que imperioso me chama e suave me perde.

Só depois, percorridas as pernas, visitado os pés, voltarei corpo acima ; ventre, peito, subindo em peregrinação até o pescoço, repousando no vale da omoplata. Talvez leve um cantil, para a dura escalada do teu queixo. Subirei com cuidado, procurando a caverna das orelhas para repouso e abrigo. Barulho não farei, prometo. Nada que te perturbe.

Talvez no dia seguinte, ou mais ainda, passando-se outro dia na difícil subida , eu procure chegar até os teus olhos. Se estiverem fechados , sentarei com paciência esperando o milagre da íris descoberta, o nascer dos olhos que se renova a cada despertar, o astro de luz surgindo sob o horizonte da pálpebra . Se estiverem abertos, sentarei a beira deste lago, fonte, olho d'água, encantada com a dança dos reflexos ilusórios, peixes deslizando suas sombras sobre um fundo sem algas. E haverá um momento em que vencendo o medo, mergulharei na transparência para nadar em direção ao redemoinho negro da pupila.

A aresta do nariz é perigosa. Eu bem conheço sua linha sinuosa , sua falsa maciez sobre o duro arcabouço. Não convém que a acompanhe. Seguirei pelo lado, encostando -me as
ventas, esgueirando-me para não ser tragada. Não tentarei desvendar o mistério do sopro.

A boca chegarei com respeito. Irei pelo canto, para descer ao lábio inferior, o mais carnudo. Avançarei deitada, rastejando de leve na pele úmida, até chegar a borda. E me debruçarei sobre suas palavras...

Breve me mudo para a curva do teu braço. Não saberei mais de você do que já sei. Nem você saberá mais de mim. Mas talvez assim tão perto , encostada na raiz do teu ser, eu possa me esquecer de onde começo, e me esquecer em ti na minha entrega...

“Desde os confins da terra clamo por ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim” Salmos 61:2
Muitos de nós sabemos o que significa estar abatido de coração. As descobertas de nossa corrupção nos colocarão neste estado, se o Senhor permitir que as águas profundas de nossa natureza pecaminosa se agitem e lancem de si lama e imundícies. Mágoas e desapontamentos nos tornarão abatidos de coração, quando uma onda após outra rola sobre nós e nos tornamos como uma concha arremessada por elas. Bendito seja Deus, porque em tais ocasiões não estamos sem uma consolação todo-suficiente. Nosso Deus é o porto para os navios batidos pelas intempéries, o abrigo para o peregrino solitário. Ele é mais elevado do que nós. Sua misericórdia é maior do que os nossos pecados; e seu amor, mais sublime do que os nossos pensamentos.

É doloroso ver homens colocarem sua confiança em algo menor do que eles mesmos. Nossa confiança está colocada em nosso sublime e glorioso Senhor. Ele é uma Rocha, visto que nunca muda; Ele é uma Rocha alta, visto que as tempestades que nos abatem destroem-se aos pés deles. Se nos refugiarmos no abrigo dessa Rocha elevada, podemos enfrentar o furacão, pois tudo é calma sob a proteção da Rocha elevada. A confusão da mente atribulada frequentemente é tão severa, que precisamos de um guia celestial para esse abrigo divino. Ó Senhor, por meio do teu Santo Espírito, ensina-nos o caminho da fé e guia-nos ao teu descanso. O vento nos empurra para o mar, e o leme não responde à nossa mão enfraquecida. Somente Tu podes conduzir-me entre as rochas submersas e levar-nos com segurança ao porto formoso. Quando dependemos de que Tu nos guie com sabedoria e nos conduza à segurança e paz!

Sinto que a terra girou ao meu redor
Sinto que estamos mais longe da razão
Sinto uma saudade do que não me aconteceu
Sinto os teus instintos tão fortes quanto os meus

Os Justos

Um homem que cultiva o seu jardim, como queria Voltaire.
O que agradece que na terra haja música.
O que descobre com prazer uma etimologia.
Dois empregados que num café do sul jogam um silencioso xadrez.
O ceramista que premedita uma cor e uma forma.
O tipógrafo que compõe bem esta página, que talvez nem lhe agrade.
Uma mulher e um homem que lêem os tercetos finais de um certo canto.
O que acarinha um animal adormecido.
O que justifica ou quer justificar um mal que lhe fizeram.
O que agradece que na terra haja Stevenson.
O que prefere que os outros tenham razão.

Essas pessoas, que se ignoram, estão a salvar o mundo.

TERRA: "Em breve a internet vai acabar com o papel". Quando você se pegar um dia limpando a bunda com o notebook é sinal que o futuro chegou.

⁠O valor que você tem é seu.

Inserida por pensador

Toda a vida da Terra se resume a minha pessoa, e meu coração é o único a pulsar nesse mundo despovoado.

E em todas aquelas angustias algo insano passava-se em minha cabeça. Coisa abstrata a qual não sabia definir, mas absorvia-me os sentidos, deixando-me cativa em meu próprio mundo. Como pode você amar algo que não te pertence! Ela vivia em meu mundo, como algo inexorável e não efêmero. Aquilo consumia meus dias, horas e minutos e no fundo eu queria sentir tudo isso.

Inserida por Gizeleps

Eu sabia...Eu sempre soube.Desde o momento que você não respondeu minha mensagem,era só uma questão de confirmação.
Agora você não poderá mais sorrir daquele jeito encantador,não poderá me xingar por todas as vezes que eu te ignorei...Ahhh e esse foi o meu grande erro...se eu tivesse conversado com você por mais míseros segundos,esses seriam os segundos mais felizes de toda a minha vida.

Inserida por CarolAlvesOf