Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
O que quer que você não esteja mudando você está escolhendo. Se você não gosta de onde está, mude essa situação; Você não é uma árvore.
São Luís, Cidade dos Azulejos e Sobradões
São Luís, ilha de ventos e maresia,
onde o tempo dança entre o céu e o chão,
em cada esquina, uma história contida,
em cada azulejo, um traço da nação.
Teus azulejos brilham sob o sol ardente,
pintam de azul o sonho e a tradição,
feito mosaico, o passado ainda vive,
gravado em pedras, murais e canção.
Sobradões imponentes, guardiões da história,
têm janelas que espiam o mundo passar,
entre os arcos e as portas, se ouvem memórias,
sussurros da terra e do velho mar.
Cidade morena de graça e bravura,
és poema e encanto aos olhos do amor,
São Luís, que do tempo fez arte pura,
azulejos e sobradões — teu eterno valor.
Esse Meta verso de vida, onde as pessoas não reconhecem mais nada e nem ninguém. Pare um pouco, respire fundo e olhe ao seu redor novamente. As vezes isso é super necessário! para seu eu hoje, e seu eu amanhã.
“A constelação se faz estrelas, e você se faz você.“
Num universo onde
os filtros cobrem a realidade com uma névoa, encanta quando
o envelhecimento é aceito com naturalidade.
A poesia do meu silêncio é definida pelo fato de não ter para onde ir, assim mergulho em mim para não voar em direção ao vazio que me cerca.
Vigie os seus pensamentos sempre, pois deles dependem a sua vida. Olhe por onde anda. Cuidado com sua alimentação e com o seu corpo.
Cuide-se!
E quando menos esperamos
Nos é colocado um problema
Essa situação em que nos encontramos
Onde só um lado rema
É mais comum do que se imagina
Não é só comigo, nem só com você
É tão comum, é só observar, vem vê
Acho que é canônico, uma sina
Agora eu entendi
Mas só depois que senti
Mas vou continuar assim
Pedindo até sinceramente receber um "sim"
Depois de tanta coisa passada
Meu peito ainda soa uma badalada
Isso não é um sino
E o que guardas agora pra mim, Sr Destino?
São Luís, Ilha do Amor
São Luís, cidade de encantos mil,
Onde o sol beija o mar com um brilho sutil,
Cores e sons se misturam no ar,
Na Ilha do Amor, onde o coração quer estar.
Ruas de história, casarões a contar,
Segredos antigos que o tempo não vai apagar,
O vento do Atlântico traz a canção,
Da terra que pulsa com emoção.
Nos becos, nas praças, a alegria a dançar,
O reggae ecoa, convidando a sonhar,
E a brisa suave, que vem de longe,
Abraça a cidade, como um poema de monge.
São Luís, tu és um canto de paz,
Onde o amor floresce e o futuro se faz,
No teu chão, raízes de luta e fé,
Na Ilha do Amor, eu sempre vou te ter.
Cada amanhecer, um novo despertar,
Na tua beleza, impossível não amar,
São Luís, minha ilha, meu lugar,
Onde a alma repousa e o coração quer cantar.
Onde todos seguem o rebanho, ali a verdade se perde, pois o que é aceito pelo público nunca é o caminho do sábio.
Eu diria que nem tudo passa.
"Em meu coração, um jardim abandonado, onde as flores que um dia floresceram por você, agora murcham sob a sombra da saudade. A cada passo que dou, sinto o eco dos nossos risos, me lembrando de um tempo que parecia eterno. A dor da ausência é um fardo que carrego comigo, um peso que me impede de seguir em frente. Ver você feliz com outro é como assistir ao pôr do sol mais lindo, sabendo que a noite está por vir."
questionar o meu próprio valor. Será que nunca mais vou conseguir amar alguém como te amei?"
Ter clareza de onde viemos, quem somos e para onde vamos é o cerne para que não soframos por tudo quanto é inevitável.
"Jardim Sem Flores"
Em meu jardim, onde o eco se perde,
Não há cores a brilhar, nem vida a cantar.
As flores se foram, e o vento se lembra
De um tempo que, em silêncio, insiste em voltar.
As raízes que um dia se entrelaçavam,
Agora buscam no vazio um caminho a seguir.
O sol se esconde, as sombras se amparam,
E a terra, solitária, chora sem fim.
Onde risos dançavam sob o luar,
Agora só se ouvem suspiros de dor.
O perfume das manhãs se foi, a restar,
Apenas a lembrança de um mundo sem cor.
O jardim sem flores é um reflexo de mim,
Que perdeu a sua essência no compasso do tempo.
Mas talvez, um dia, o vento traga a fim
De renovar as saudades que guardo em pensamento.
Se hoje estou onde estou é porque tenho caminhado nesse sentido e, principalmente, porque Deus aqui me permitiu estar.
Agradeço por isso, infinitamente,todos os dias.
Helda Almeida
13/11/2024
O verdadeiro amor, as vezes vive nas profundezas do nosso coração, onde há uma porta trancada por dentro inacessível a todos.
O silêncio do eu te amo
Há um vazio onde o "eu te amo" morava,
um espaço suspenso, entre um ontem próximo
e um hoje de silêncio, onde as palavras
se desvaneceram como névoa ao sol.
Era uma certeza, doce e frequente,
o som que se repetia em cada manhã,
em cada despedida breve, cada retorno.
Agora é uma ausência, fria, que ecoa.
Às vezes parece que ainda vou ouvir,
como quem espera uma onda que nunca chega,
mas o tempo insiste em seu modo firme
de calar o que antes fluía livre e leve.
No começo, dói fundo e inesperado,
como se o peito se apertasse ao lembrar,
o que antes era simples só um "eu te amo",
agora é uma falta que grita no silêncio.
Mas a realidade se acomoda, lenta e dura,
onde antes havia promessas, constância,
agora há espaço e um eco de saudade,
um aprendizado em caminhar sem palavras.
E seguimos, na vida que insiste em calar
tantos "eu te amo" que julgávamos eternos,
aceitando o silêncio como parte de nós,
um espaço vazio, sem eco, sem voz.
