Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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⁠A família é uma fantástica Escola onde todos somos professores e alunos ao mesmo tempo, nela ensinamos e aprendemos.

Inserida por Valdecir

⁠Ideias não surgem e eu fico a deriva com uma falsa esperança de voltar para os velhos tempos onde eu apenas chorava e sequer tinha uma consciência, para os tempos vindouros que virão em prol do prazer humano e da juventude, que uma vez foi perdida com o tesouro do grande profeta. Rogo por dias melhores, por uma nostalgia que não posso ter no momento, vivo em uma ambiguidade da minha própria existência caótica em um mundo que não me pertence, vozes ecoam da essência do vazio e da loucura humana desenfreada. Luto com demônios dia pós dia e eles querem minha carne, meu ser e minha mente, seria isso um pedido de ajuda? Ou apenas uma citação de uma alma fragilizada com tanto? Apenas sei que por mais que nós tentássemos iriamos ruir em meio ao frenesi da carne e do espírito.
Decorei a mais profunda dor do meu ser e convivo com a incerteza do amanhã e a certeza da noite fria. Meu coração clama por sua atenção e carinho entretanto não posso ter minha dose de felicidade momentânea tão cedo, o sol já se pôs e eu sequer pude ler seus juramentos naquela folha.

Inserida por Lugoa

⁠A Jornada de Dentro

Na vastidão do ser, onde poucos ousam ir,
Tu és o viajante corajoso,
Que, com olhos serenos e coração aberto,
Desvenda caminhos e encontra o que é precioso.

Não buscas consertar, mas compreender,
Não trazes respostas prontas, mas perguntas que libertam,
No espaço entre as palavras, no silêncio que acolhe,
É onde teu ofício verdadeiramente desperta.

Cada alma que encontra abrigo em tua presença,
É um universo que se revela,
E tu, com paciência e respeito,
Ajuda a vida a contar sua novela.

És o sopro suave em meio à tempestade,
A mão firme que guia sem forçar,
És o reflexo da humanidade,
Que aprende, que sente, que sabe esperar.

Neste dia, celebramos teu dom,
De transformar dor em possibilidade,
Pois és psicólogo, aquele que vê,
Além das sombras, a própria verdade.

Que tua jornada seja sempre luminosa,
Como o farol que és para tantos,
E que em cada encontro, possas também encontrar,
A beleza do humano em seus encantos.

Feliz dia do Psicólogo

Inserida por LeandrodePaulo

⁠Flores, Versos e Poesia


Entre flores e versos, brota a poesia, no jardim do coração, onde o amor é melodia.

As pétalas dançam no vento, como rimas na canção, e cada cor é um sentimento, pintado com devoção.

Os versos fluem suaves, como rio em calmaria, e em cada linha escrita, nasce nova alegria.

Flores, versos, poesia, trilogia do sentir, onde a alma se encontra, e a vida volta a florir.

SimoneCruvinel

Inserida por simone_cruvinel

⁠Se não sabe amar, vá onde aprender. Eu vim de lá.

Inserida por LindaAlmeida

⁠ONDE VIVE A ALMA HUMANA?

De acordo com Epimênides:

A Alma Humana gestora do Corpo Humano vive, se move e tem o seu ser no Espírito Humano construtor e mantenedor do Corpo Humano.

A Alma Humana vive, se move e tem o seu ser no Espírito Humano.

A Alma recolhe-se no centro do Espírito quando dorme em sono profundo e sobressai do centro do Espírito quando acorda do sono profundo.

O Sujeito Homem vive, se move e tem o seu ser na Vida Mantenedor do Corpo Humano.

O Homem vive no representante de Deus e, assim, vive em Deus.

A Alma Humana vive no Espírito Humano que é representante do Espírito Cósmico no Organismo Humano e, assim, vive no Espírito Cósmico.

Portanto,

A Alma Humana vive no Espírito Humano.

Inserida por Amanciorego

⁠Acolhedor

Acolhedor é o lugar onde o coração descansa,
Onde o sorriso faz morada, em paz e confiança.
É um refúgio sereno, de ternura sem par,
Onde a vida gosta de estar, feliz a vibrar.

É o canto da alma, o abraço do mar,
O sopro do vento, a luz a brilhar.
Acolhedor é o laço que nos faz sonhar,
Um abrigo seguro, onde o amor quer ficar.

SimoneCruvinel

Inserida por simone_cruvinel

⁠"Escolhemos viver em um mundo onde nosso ódio é mais forte..."

Inserida por Dan_Shinigami

⁠"Vivemos em um mundo onde todos são falsos e gananciosos..."

Inserida por Dan_Shinigami

⁠Um lugar sem vidas
Um lugar de dor
Onde se escondem pessoas deprimidas
Com medo de um predador

Uma cidade de ansiosos
Que apenas querem parar de sentir
Confusos, medrosos, misteriosos
Com medo de existir

Escondem-se em suas habitações
Casas de almas penadas,
Desesperam-se por causa de suas imperfeições
Bem vindos à cidade dos fantasmas.

Inserida por mond

⁠"Escolhi viver em um Mundo onde seu sorriso jamais deixará minhas lembranças..."

Inserida por Dan_Shinigami

⁠"Estamos presos num Mundo onde tudo o que sentimos é Ódio..."

Inserida por Dan_Shinigami

⁠Quando a dor passar, o silêncio deixado será o terreno fértil onde a alma florescerá novamente.

Inserida por OSMANFREITAS

⁠Eu me pergunto, onde eu estaria nesse momento se tivesse decidido tal coisa, e se eu tivesse ouvido tal opinião e conselho e mudado o rumo. A vida é uma jornada incrível e nos leva para muitos lugares e dúvidas me surge de coisas que deixaram de acontecer por um simples não ou sim.
Só sei que todos os meus erros e acertos me trouxeram aqui ...

YakuzaMoon § JW

Inserida por YakuzaMoon_JWC

⁠Não permaneça em lugares onde quem está acima de você sabe menos que você. Normalmente esses lugares são opressivos para você, pois os que sabem menos do que você vão te enxergar como uma ameaça; e eles terão prazer em feri-lo.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A Revelação de Fia
Era uma vez, em um vasto campo verde, um formigueiro próspero onde vivia uma formiga chamada Fia. Fia era conhecida por sua lealdade e dedicação à rainha e à sua colônia. Ela acreditava firmemente que todas as suas ações, desde a coleta de folhas até a defesa do formigueiro, contribuíam para o bem-estar e prosperidade de sua comunidade.
Fia sempre foi uma guerreira valente, participando de todas as batalhas contra intrusos e ajudando a expandir o território de seu formigueiro. Ela acreditava que suas lutas garantiriam uma vida melhor para todas as formigas, com mais recursos e segurança.
No entanto, um dia, após uma intensa batalha, Fia decidiu subir ao ponto mais alto do formigueiro para observar o resultado de seus esforços. Ao chegar ao topo, ela foi tomada por uma visão chocante. O mundo ao redor era um vasto campo marrom, não de terra, mas de formigas marrons, sua própria espécie, engajadas em uma batalha feroz contra outros insetos.
Fia viu como as formigas marrons, suas irmãs, dominavam e destruíam outros seres vivos. Elas não apenas lutavam por recursos, mas também subjugavam e eliminavam outras espécies de insetos. As vítimas se debatiam desesperadamente por liberdade, engolidas pela maré imparável de formigas marrons.
Abalada, Fia permaneceu lá, observando a carnificina até o pôr do sol. Quando a noite caiu, ela olhou para o outro lado do formigueiro e viu algo ainda mais perturbador. No cume do formigueiro, a rainha estava cercada por troféus macabros – as cabeças de vários insetos, um símbolo de suas conquistas brutais.
Fia, então, percebeu que as batalhas que ela pensava serem nobres eram, na verdade, atos de agressão e opressão. O que ela considerava defesa do formigueiro era, na realidade, uma expansão imperialista que levava sofrimento a tantos outros seres.
Desolada, Fia desceu do topo do formigueiro, sua visão do mundo completamente alterada. Ela compartilhou suas descobertas com as outras formigas, provocando debates e reflexões em toda a colônia. Embora fosse difícil mudar as velhas crenças e práticas, Fia dedicou o resto de sua vida a promover a compreensão e a coexistência pacífica, em vez de conquista e domínio.
Moral da história: O que é bom e nobre para apenas um, e usa a força para reprimir sua oposição, só pode ser nobre visto de uma perspectiva. A verdadeira nobreza se revela quando consideramos o impacto de nossas ações em todos os sere

Inserida por julianokimura

⁠O amor nasce onde nunca imaginávamos poder nascer com apenas um olhar⁠ e cria raízes profundas se for correspondido.

Inserida por Colicigno

⁠Nas ruas de São Luís, onde poetas repousam,
A Praça exalta versos, em honra aos seus laços.
Ferreira, Catulo, Nauro e Sousândrade,
Caminhamos pelos versos que a memória invade.

Bandeira, José, Gonçalves na trama,
Maria Firmina, Dagmar, e Lucy na chama.
Palavras que dançam como folhas ao vento,
Na Praça dos Poetas, o tempo é momento.

Mirante que abraça o horizonte vasto,
Vendo o Maranhão, onde o passado é contrasto.
Entre versos e olhares, a cidade se revela,
No poético trajeto, a alma se encantela.


"Corações Ancestrais", São Luís em poesia e pin-hole,
Nas páginas, o tempo se desenha como um farol.
Cada verso, um eco de corações que resistem,
Pin-hole, artista da luz, em cada imagem persiste.

A cidade, um poema entrelaçado nas vielas,
Corações ancestrais, guardiões de memórias singelas.
O pin-hole, como um portal para o passado,
Em cada clique, um diálogo com o tempo marcado.

Palavras e imagens dançam nessa sinfonia,
São Luís, em cada rima, uma poesia viva e vazia.
Corações ancestrais, pulsando nas linhas,
Pin-hole, capturando instantes como pequenas vinhas.

Inserida por wbrit

⁠Sobre os caminhos da cidade, versos de Ferreira Gullar dançam,
Onde o Ribeirão acolhe minhas lavagens,

Na Rua da Estrela, a poesia se desenha, se lança.
No Beco do Precipício, escorrego na trama,

Mergulho na Fonte do Bispo, onde o tempo se desfaz,
Na Rua do Sol, o brilho cega, na Paz me revolto, sem paz.

Entre Hortas e Prazeres, floresço e soluço, mistério que se desata,
Na Rua do Alecrim, meu perfume sutil se espalha,

Na Saúde, adoeço, na do Desterro, encontro-me, busca que nunca falha.
A Rua da Alegria, um labirinto onde me perco, e na Aurora, adormeço,

Na Rua do Carmo, ecoa meu berro, na Direita, desvios que percorro,
Ferreira Gullar, em Poema Sujo, na teia das palavras, teço.

Inserida por wbrit

⁠Ruas de São Luís...

Nas ruas que sussurram histórias, São Luís,
Calçadas de memórias, onde o passado reluz.
Pedras que ecoam passos de outrora,
Caminhos que entrelaçam cada aurora.

Pelos becos estreitos, segredos a contar,
Casarões coloniais, a cidade a se revelar.
Cada esquina, um verso guardado,
No silêncio das pedras, o tempo é eternizado.

O vento, mensageiro dos contos do passado,
Em São Luís, o encanto é preservado.
Nos azulejos, o colorido da tradição,
Pintura viva que resiste à efemeridade da estação.

As praças, testemunhas dos encontros e despedidas,
Em cada canto, São Luís tece suas vidas.
Ruas que sussurram poesia a cada esquina,
Na cidade que guarda em si uma rica sina.

São Luís, nas entrelinhas do seu calçamento,
É poesia viva, pulsante sentimento.
As ruas sussurram, e nós, seus leitores,
Imersos nesse livro, exploramos seus arredores.

Inserida por wbrit