Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Sobre os caminhos da cidade, versos de Ferreira Gullar dançam,
Onde o Ribeirão acolhe minhas lavagens,
Na Rua da Estrela, a poesia se desenha, se lança.
No Beco do Precipício, escorrego na trama,
Mergulho na Fonte do Bispo, onde o tempo se desfaz,
Na Rua do Sol, o brilho cega, na Paz me revolto, sem paz.
Entre Hortas e Prazeres, floresço e soluço, mistério que se desata,
Na Rua do Alecrim, meu perfume sutil se espalha,
Na Saúde, adoeço, na do Desterro, encontro-me, busca que nunca falha.
A Rua da Alegria, um labirinto onde me perco, e na Aurora, adormeço,
Na Rua do Carmo, ecoa meu berro, na Direita, desvios que percorro,
Ferreira Gullar, em Poema Sujo, na teia das palavras, teço.
Ruas de São Luís...
Nas ruas que sussurram histórias, São Luís,
Calçadas de memórias, onde o passado reluz.
Pedras que ecoam passos de outrora,
Caminhos que entrelaçam cada aurora.
Pelos becos estreitos, segredos a contar,
Casarões coloniais, a cidade a se revelar.
Cada esquina, um verso guardado,
No silêncio das pedras, o tempo é eternizado.
O vento, mensageiro dos contos do passado,
Em São Luís, o encanto é preservado.
Nos azulejos, o colorido da tradição,
Pintura viva que resiste à efemeridade da estação.
As praças, testemunhas dos encontros e despedidas,
Em cada canto, São Luís tece suas vidas.
Ruas que sussurram poesia a cada esquina,
Na cidade que guarda em si uma rica sina.
São Luís, nas entrelinhas do seu calçamento,
É poesia viva, pulsante sentimento.
As ruas sussurram, e nós, seus leitores,
Imersos nesse livro, exploramos seus arredores.
A máquina do tempo na ponta dos dedos,
Em São Luís, onde o passado se faz segredo.
Ruas que respiram o pulsar do tambor,
Blocos tradicionais, dança que encanta com fervor.
Cada tecla pressionada é um portal aberto,
Nas letras digitadas, o tempo é descoberto.
A cidade é palco, o bloco é poesia,
No ritmo do tambor, a história se inicia.
"Você carrega Ódio e dor onde um dia isso jamais existiu.. não deve confiar em ninguém além disso..."
"Você é fraco, perdeu tudo que lhe dava forças.. me pergunto até onde chegará não tendo mais nada..."
Inspire mais do que suspire — traga leveza onde o ar é pesado. Afinal de contas, quem reclama já está ofegante.
Do que adiantaria mandá-los ir para aquele lugar onde não bate o sol, se já estão indo sem que eu precise fazer isso? Hoje, seria o mesmo que desejar-lhes boa sorte. Eu optei por apertar o botão do "tanto faz", ser higiênico e manter o distanciamento social. Permito-me apenas o mínimo de socialização. Estamos juntos e misturados, mas sem grudar!
"Diga-me com quem andas e direi quem és"
Amar você é muito mais do que só dizer um Eu Te Amo! É estar com você e por você onde quer que esteja! Eu te amo!
"A luxúria é um tipo de experiência que machuca a alma, onde um ser humano é sugado pelo outro, se torna objeto, uma coisa sem valor". (Dino)
"Onde se reúnem uma ou mais pessoas para fofocarem, falar da vida alheia, inventar estórias, criar conflitos, ali não se faz presente o bem, mas a obra do mal". (Dino)
Um homem de valor constrói um lar onde sua esposa se sente amada, segura e valorizada todos os dias.
"Nos momentos silenciosos, onde o ordinário encontra o extraordinário, é onde a verdadeira motivação desperta." — Renê Barcellos
Você é a definição de elegância e graça,
Com um brilho único que ilumina onde passa.
Sua presença é como uma brisa suave,
Delicada, mas forte, deixando marcas profundas.
Cada gesto teu exala beleza e bondade,
E é impossível não se encantar com sua luz.
[...] Onde a poesia, é uma hipótese ou hipocrisia que nunca seria interferida, ou ferida de forma que a saudade não seja neutra, mas intensa.[...]
Em alguns momentos da vida, você encontrará verdades onde antes havia mentiras, certezas nas incertezas, e até o verdadeiro amor, nos braços de outra pessoa.
The Vincit (Klaus)
Escolha um ambiente onde você sinta que pode realizar todo o seu potencial. Se não houver um, crie um.
Sobre “OS NÃO VÃO CHEGAR PRA TODOS”
Vivemos em um mundo onde a comparação virou norma. Pessoas competem silenciosamente, medindo suas vidas pelos sucessos alheios, desejando aquilo que os outros possuem, como se a felicidade estivesse no que falta. Querem o carro que o vizinho tem, a vida que o amigo posta, o sucesso que nunca testemunharam de perto.
Mas nessa corrida insana, ninguém se pergunta: e o que realmente me faz feliz?
A busca pelo "ter" ofusca o "ser". As conquistas dos outros tornam-se espelhos distorcidos da nossa própria autoestima. E, no fim, nos perdemos, esquecendo que a verdadeira vitória não está em superar o outro, mas em encontrar paz no próprio caminho.
Pare. Respire. Não é sobre a competição. É sobre se libertar dessa prisão invisível que nos amarra ao que não somos.
