Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
ONDE ESTÃO OS MEUS FANTASMAS
Onde estão as vozes
Que se calaram
E já não me questionam
Nos meus lapsos de memória
Dos devaneios que me faziam
Escrever poesias
E as sombras que dançavam
Alheias as minhas vontades
Pelas madrugadas frias
E que de alguma forma
Me faziam companhia
E os delírios nos desejos
Que eu gostava de cultivar
Para que me sentisse ainda viva
Mesmo que fossem só quimeras
Impossíveis de se realizarem
E a capacidade de a tudo isso transformar
Em palavras rimadas
Dando a falsa impressão
De que eu era poeta
No vale da minha imaginação
Por onde ando eu
Que vago entre a ilusão
E a dura realidade
De um despertar sem expectativas
De nada ver mudar
E essas linhas que se embaraçam
Formando teias que enclausuram
E sufocam minha mente
Num emaranhado latente
Sem palavras vigentes
Os meus fantasmas se foram
Me deixando sozinha
Na realidade fria e sem opção
De sonhos ou medos
Ou nenhuma outra sensação
Calaram-se as vozes
Sumiram as miragens
Foram-se as vontades
Restou um branco na escuridão
Do meu caminhar
(Nane - 01/06/2015)
Ja disseram uma vez, que Deus se encontra na busca por Ele! Penso que não se vai onde já se está, não se busca a Eternidade justamente por estarmos nela! É mais ou menos como nunca se alcançar o horizonte pela simples razão de já estarmos, de alguma forma em algum horizonte....
O problema não é a segunda-feira, e sim onde você está!
Eu estou trabalhando e feliz! Feliz segunda-feira!
O beijo
O sonho
A sorte.
A vida
O tom
O mote.
O rumo
A reta
O remo.
Por onde ficaram?
Onde se perderam?
Ingrato destino!
Por que impuseste
Tão duras escolhas?
Tornaste tão amargo
Criatura outrora sonhadora?
“A beleza da criação artística reside na limitação de dois mundos: Um, onde tudo se realiza com a perícia das mãos e mente, e outro, onde se imagina concretizar o improvável poético, entre a paixão e o racional, entre o belo utópico e a matéria-prima que se tem em mãos.”
―Evan Do Carmo
Semeia-me flagelos essa alvoroçada vida, seus encantos me levaram até aqui onde me encontro, perdido por tua faminta dor que me acaricia, me vejo agônico por me inflamar as chamas quais me disseminam, harmônico descrer...
Não me fixei a nada, mas não quero ir, talvez seja, não sabe onde está, que me faz acovarda, não quero muda deste lugar, sendo assim não tenho lugar pra ficar. Apenas vagueio, nesse caos que é a minha mente, que está debilitada por tantos atos inconsequentes, estou preso, mas largado, estou livre, mas, mais armargurado.
E é isso, onde nós precisamos estar?
Ou nós estamos cansados de esperar?
Procurando por mais do que os olhos podem ver,
Para acreditar em alguma coisa
Deslizou para longe, caiu distante, tentando jogar consigo mesmo
Sem volta, tão sozinho e não há mais ninguém
Quem realmente sabe que eu estou ausente?
O que faz a águia diante da tempestade? Onde ela se abriga? Ela não se abriga. Abre suas possantes asas, que podem voar a uma velocidade de 90km/h, e enfrenta a tempestade. Depois de superá-la, voa tranquila, acima da turbulência das nuvens. Ela sabe que as nuvens escuras, a tempestade e os choques elétricos podem ter uma extensão de trinta a cinqüenta metros, mas lá em cima brilha o sol. E nós, humanos, o que fazemos diante das tempestades da vida?Escondemo-nos em ostracismo ou as enfrentamos com coragem e confiança - certos de que, após as dificuldades, conquistaremos a vitória?
Uma palavra de carinho é, também, uma forma de caridade. Estamos numa época onde a situação anda complicada. Aos invés de tacarmos pedras, ofereçamos flor, ofereçamos amor. O momento é o agora! Vamos, aos poucos, construir um mundo melhor! Lembrem-se:
- Ofereçamos flor;
- Ofereçamos amor;
Seja para quem for.
um olhar
é silêncio de lágrimas e sorrisos perdidos,pelos cantos do mundo.
eu quero apenas
onde for e até onde quer que for
quero só e singelamente lhe devorar.
E então acreditaremos juntos! Onde a almas em condição de pertencimento se faz uno, uma obra da consagração em graça, para necessária união e atuaremos fazendo emergir a consciente mudança, com nosso refazimento evolutivo
Pacifica nossa existência, na condução dos mares nos elevamos em ventos, sólidos, onde alma liquida á chuva se deixa conduzir pela cálida solidão...
Os vencedores simplesmente entendem o direito de perdoar e fazem da vida um palco onde o perdão é o principal dos atores. Saúde e Paz!
