Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Vivemos em uma época onde os sentimentos estão cada vez mais frágeis, relacionamentos se desfazem com muita facilidade, a pergunta é; ‘Como ser Amor?’
De onde viemos, quem foram nossos antepassados, nossos avós, bisavós, tataravós, suas histórias, de onde vieram, seus sentimentos, atitudes, profissões, são inúmeras perguntas que nos despertam cada vez mais curiosidade e vontade de descobrir o que ficou encoberto por tantos anos.
E não importa para onde eu vá, há forcas penduradas em todos os lugares. Nas árvores, nas sacadas dos prédios, até mesmo na porta do meu quarto. Estão lá, vocês podem enxergar? Às vezes posso me ver, ora estou pendurada agonizando, ora me vejo imóvel, morta.
Vivemos uma época torpe, onde cobrar o correto é abuso, exigir disciplina é afronta, impor obediência a regras é ofensa, e recusar o baixo nível é insulto. É a geração hipersensível cheia de não-me-toques, que miseravelmente acredita que a vida seja fácil e simples como curtir uma foto na rede social. Os que conseguirem sair desse mar de ilusões e entenderem que só a persistência, disciplina, retidão e devoção aos métodos é capaz de levar o ser ao ápice, alcançarão as verdadeiras e consubstanciais realizações.
Um espelho, um olhar
onde me ver;
um silêncio onde escutar
as minhas palavras; algo como uma vida para viver
Estranho paradoxo esse de viver em uma época onde podemos de forma instantânea nos conectarmos a qualquer parte do mundo e ao mesmo tempo estarmos nos isolando de tudo e de todos, inclusive de nós mesmos.
Por vezes procuro lugares
Mas me pergunto: -Qual é esse lugar? Onde não haja pranto nem dor neste mundo contaminado por seres egoístas!
Dê asas a sua imaginação e eleve bem alto... Lá onde a estrela mais brilhante habita e mantenha-se puro!
Podemos nos amparar no nosso amor que é a base onde tudo começou e onde tudo irá terminar, um amor tão lindo não deve ser desperdiçado, que ele seja a nossa essência e com ele nos tornamos indestrutíveis.
Traçamos olhares no decorrer da evolução humana, onde gerações se encontraram, se encontram e se encontrarão de mãos dadas, independente da distância. Mas com um único intuito: HARMONIZAR A VIDA DO PLANETA!
chuva que arma escuridão dos mais profundos sentimentos,
para onde esteja a dor homogênica,
num estagio singular de atenuantes,
sob fugidos no glamour a expressa voz,
tudo paira num segundo seguinte.
a natureza de cada um,
num vulto emergente se da ausente.
