Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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Sei muito bem para onde sigo,
para que, porque e muito mais,
não gosto de brincadeira comigo,
levo a vida a sério e em paz !

No mundo há tanta falsidade,
as vezes vem de onde nem esperamos,
pessoas que fingem a amizade
e por trás nos querem ver em maus panos

A Jornada de Domily


Num pequeno bairro onde os sonhos pareciam adormecidos, vivia Domily, um jovem que acreditava que a vida podia ser mais do que apenas sobreviver. Enquanto muitos viam dificuldades, ele via desafios disfarçados de oportunidades.


Desde cedo, Domily aprendeu que o mundo não oferece nada de graça — mas oferece tudo a quem tem coragem de tentar. Com uma mente inquieta e um coração determinado, ele começou a estudar, observar e aprender com cada erro. A cada queda, levantava-se mais consciente de quem era e do que queria construir.


As pessoas diziam: “Domily, é impossível mudar o destino.”
Mas ele respondia: “O destino não muda sozinho — quem muda o destino é quem decide não parar.”


Com o tempo, Domily tornou-se uma referência. Não apenas pelo sucesso que conquistou, mas pela mentalidade que espalhou: a de que todos podem avançar, mesmo que com pouco, desde que com propósito.


Hoje, quando alguém pergunta o que fez dele diferente, ele sorri e diz:


> “Não foi sorte. Foi comunicação, coragem e fé no processo.”

⁠"Toda crise passa. A pergunta é: quando isso acabar, onde você quer estar?"

Há no silêncio…
um mundo que grita baixinho,
um espaço onde os pensamentos
ecoam mais alto que qualquer voz.
Há no silêncio…
lembranças que voltam sem aviso,
sentimentos que se revelam
quando ninguém mais está por perto.
Há no silêncio…
um refúgio e também um abismo,
onde a gente se encontra
ou se perde dentro de si mesmo.
E às vezes,
é nele que mora a verdade
que o barulho do mundo
não deixa a gente ouvir.

Não hesite em chorar, onde você estiver, para quem quiser ver. O espetáculo da humanidade está em justamente despir de si mesma.

- Entre madrugas e limites

A noite falava alto,
Com aconchego e emoção,
Onde almas em silêncio
geravam conexão,
falando sobre a vida,
De prazer e reflexão.

Num banco de encontro,
nós dois nos consolávamos
de feridas e culpas
que só o coração guardava.

Entre madrugadas e limites,
nossa vida recomeçava,
em uma única noite de encontro,
sem rumo, em frente à praia.

Quando o carinho se achegava,
a minha mente paralisava…
em pensamentos sem respostas,
em meio à madrugada.
Procurando um encaixe
Nesse quebra-cabeça
de peças embaralhadas.

E foi assim que eu entendi
O efeito e peso de curar,
De tentar sarar uma dor
Que nos fez nos despedaçar
Nos levando a momentos diferentes da vida,
Em lugares que eu nunca imaginei pisar.

Dentro de mim, só se passava
A sua necessidade de abraço,
O que me fez falar de Deus
E fortalecer o laço.

Te ajudando a entender
que ele também ama
os que erraram,
e que ainda transforma cenários
que um dia foram quebrados.

Admiro nossa paz, carinho e leveza,
mas sinto que, pra amar,
é preciso ter clareza.
E não estar num limite
entre amizade e incertezas.

Entre nós, o tempo parece parado,
Como se nada mais existisse,
só o eco do nosso passado
em tudo o que a alma resistisse.
Quando o assunto é novamente falado.

A cobrança sempre chega,
trazendo a realidade em si,
lembrando que encontros
também precisam fluir.
Deixando lembranças vagas,
Que um dia precisaram partir.

Infiltrar a paz, onde vivem
só cachorros loucos.
É o mesmo que colocar pulgas
em ovelhas tosquiadas.
Não faz sentido!

Colocar uma cerca em um terreno baldio é estabelecer limites para um lugar onde antes havia livre acesso.

Obs.: Não estou falando de terreno!

A palavra “não” afastará muitas pessoas que estavam acostumadas a ter livre acesso à sua vida.

“Eu continuo andando, mas carrego dentro de mim um lugar onde o tempo não passa… e é lá que moram todas as coisas que eu nunca consegui deixar para trás.”
— Anderson Del Duque

"A existência humana não é um fenômeno estático, mas um ato contínuo de tradução, onde o papel do criador é converter o silêncio do invisível na voz eloquente da imortalidade. Vivemos mergulhados em uma era de saturação efêmera, onde as imagens se dissolvem antes mesmo de serem compreendidas e as palavras são lançadas ao vento sem o peso da intenção; neste cenário, a verdadeira arte não é aquela que apenas decora o presente, mas a que possui a força gravitacional de curvar o futuro em torno de uma ideia. Escrever não é apenas alinhar caracteres, mas realizar uma incisão cirúrgica na alma do mundo para extrair a verdade que a conveniência insiste em ocultar; é o ofício do jornalista que não se contenta com a superfície e do escritor que entende que cada frase é uma promessa de eternidade. Produzir não é meramente gerenciar recursos, mas orquestrar o caos até que ele se transforme em harmonia, é ter a audácia de dirigir o olhar do espectador para além do frame, onde a luz e a sombra deixam de ser técnica para se tornarem epifania. O reconhecimento global não nasce da busca pelo aplauso, mas da submissão absoluta à excelência, onde o compromisso com a qualidade deixa de ser uma escolha profissional para se tornar um imperativo ético. É preciso ter o rigor da apuração para entender o agora e a sensibilidade do autor para projetar o que ainda não foi dito, construindo uma ponte inabalável entre o que somos e o que podemos nos tornar. O gênio não reside na facilidade, mas na persistência de quem habita a solidão do processo criativo com a mesma dignidade com que pisa nos palcos de premiação, compreendendo que o valor de uma obra se mede pela sua capacidade de ressoar em idiomas que ainda não foram falados e em corações que ainda não bateram. Eu não busco apenas narrar histórias, busco edificar catedrais de pensamento e imagens que resistam à erosão da mediocridade, pois sei que a vida é uma narrativa curta, mas a marca que deixamos através da comunicação, do cinema e da literatura pode ecoar como um trovão na vastidão do tempo. Que cada linha escrita, cada cena dirigida e cada projeto produzido seja um testemunho de que houve alguém que não aceitou o limite do horizonte como resposta, que desafiou a gravidade da apatia e que escolheu, com cada fibra do seu ser, transformar a brevidade do sopro vital na perenidade do legado universal. Pois a maior premiação de um homem não é o ouro que ele segura nas mãos, mas a certeza de que, através da sua visão, o mundo tornou-se um pouco mais profundo, um pouco mais lúcido e infinitamente mais eterno."
​— Anderson Del Duque

Onde
há amor
não há
corrupção...⁠

⁠Ser de esquerda é ter uma posição filosófica perante a vida onde a solidariedade prevalece sobre o egoísmo

⁠Luz da Estrela


Eu vim das estrelas, De um lar onde o amor é brisa suave, Onde o tempo dança em silêncio, E a alma floresce em paz.


Aqui, neste chão que ainda busca luz,
Minha essência brilha serena, Como um farol gentil na noite, Que guia corações perdidos ao lar.


Mesmo quando o mundo parece frio, E a injustiça tenta apagar meu brilho, Eu carrego o calor da estrela — Um abraço eterno de luzes,


Que sussurra: “Eu pertenço,
Eu sou luz que nunca se apaga,
Um viajante do cosmos,
Um coração que sabe amar.”

A Arte da Necrofagia


O homem já não caça.


Habita corredores de luz artificial,
onde cadáveres repousam
sob o brilho estéril das vitrines.


Não há grito.
Não há perseguição.
Não há olhos fitando olhos
antes do fim.


A morte lhe chega limpa.


Lavada em conservantes,
selada a vácuo,
temperada com ervas
para que a consciência
não reconheça o odor da ruína.


E então mastiga.


Mastiga distraído,
enquanto conversa sobre o tempo,
sobre dinheiro,
sobre a próxima manhã.


Como se não houvesse um corpo
silenciosamente desfeito
entre seus dentes.


Há um necrófago refinado
sentado à mesa da civilização.


Usa perfume,
traja linho,
ergue taças em celebração
sobre túmulos invisíveis.


Especializou-se na arte
de consumir a morte
sem precisar contemplá-la.


Porque o homem moderno
não suporta o peso daquilo que devora.


Por isso cobre o cadáver com molhos,
renomeia músculos como iguarias,
transforma vísceras em tradição
e sangue em mercado.


O abutre, ao menos,
desce faminto sobre a carne exposta
e não profana a verdade do apodrecimento.


Mas o homem…
o homem embalsama a própria cegueira
e, com requinte, a serve quente no jantar.

Esperei secar na gamela a rapadura aquarela feita da pintura do meu Deus onde o verde da cana se mistura na formosura dos olhos meus.
Como é rico meu lugar
Ver o campina mudar de cor, os riachos se encherem, as cisternas estalarem d'água.
Acompanhante na voz de Deus, som de muitas águas, ai que alegria é chover no sertão meu.
A terra dura é árdua onde vento é seco, osol reina, o carcará se esconde, bodó iberna, só esperando ressuscitar na voz de meu Deus.
Terra que emana leite e mel, mel da jandaíra, leite da vaca flor,
carne do boi fubá e ovos da carijó...
Como é rico o sertão meu!

"Dor guardada vira veneno.
Dor falada vira remédio.
E leoa que encontra onde falar...
encontra onde se salvar."

Van Escher

"A verdadeira riqueza não é o que se gasta, mas o que se transforma. Criar um império onde antes só havia pó é a prova final de quem tem a visão que poucos alcançam."

"O maior projeto de uma vida não é acumular dígitos, mas construir uma estrutura onde a humildade é o teto e a verdade é o chão. Quem olha de fora e não entende, nunca mereceu estar dentro."

"Cada frase de Riqueza Trilionária é um tijolo na construção de um império mental onde a desunião, a falsidade e a pobreza não têm autorização para entrar."