Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
O primeiro trilhão é construído na mente, onde a Visão Trilionária transforma a escassez em abundância e o medo em uma estratégia de crescimento imparável.
"A riqueza que permanece é aquela construída sobre valores sólidos, onde a Visão Trilionária guia cada decisão em direção à honra e à excelência."
Às vezes o conforto é uma prisão de janelas abertas, onde a mente confunde dinheiro com prosperidade!
Paradas são necessária em todas as áreas da nossa vida, pois são momentos onde avaliamos a trajetória da caminhada e reabastecemos para seguir em frente.
Criamos raízes profundas em solos onde não nascemos, muitas vezes sem perceber a força desse vínculo. A solidez de um novo lar ou de uma nova fase se constrói no silêncio do cotidiano. Só tomamos consciência do tamanho dessa fundação quando aceitamos o risco temporário de perder o que já se tornou fixo, firme e real. É na vulnerabilidade do desapego que descobrimos onde o nosso coração realmente fincou base.
Não entre em discussão onde as pessoas gritam. Quem grita em uma discussão, apresenta patologias clínicas e precisa de tratamento psiquiátrico.
Como assistentes sociais devemos estar onde o povo vulnérvel está, rompendo as barreiras das desigualdades sociais.
Pessoas insensatas preferem amar próximo a orla do perder, onde muitas vezes a queda não pode ser evitada.
Você já se divertiu em um parque de diversões, onde ninguém sabe seu nome, e por um instante o mundo esquece sua história, e você também?
Mudança não habita a promessa.
Ela vive no dia comum,
quando ninguém vê,
exatamente ali onde repetir o padrão seria o caminho mais fácil.
Às vezes a gente sabe nadar, sabe onde está, sabe o que fazer… e ainda assim falta ar. Não por fraqueza, mas por excesso de carga.
Venho de uma época diferente.
Demasiadamente distante daquilo que o mundo se tornou.
Onde as coisas eram um tanto menos fragmentadas.
Não no sentido literal.
Mas há algo em minha essência
que nunca pertenceu completamente a este tempo.
E talvez seja por isso
que eu tenha buscado refúgio
nas ruínas silenciosas do passado.
Onde ainda havia silêncio na contemplação.
Nas marcas deixadas pelo tempo sobre as páginas.
E em diálogos que existiam apenas para serem sentidos.
Às vezes sinto
como se estivéssemos nos afastando
daquilo que nos torna humanos.
Não pela tecnologia.
Nem pela globalização.
Mas pela incapacidade
de manter vínculos reais.
E enquanto o mundo corre desesperadamente
em direção ao excesso e à distração,
minha alma ainda anseia
por profundidade.
De forma silenciosa.
Quase hermética.
Talvez seja por isso
que eu admire tanto aquilo que resiste ao tempo.
As palavras escritas à mão.
Os sentimentos que permanecem em silêncio.
E as raras pessoas
que ainda sabem sentir
em um mundo anestesiado por estímulos.
Porque no fim,
como escreveu Shakespeare,
“somos feitos da mesma matéria dos sonhos”.
E talvez o maior erro deste tempo
tenha sido transformar sonhos em consumo,
e almas em vitrines.
NADA COMO ANTES
De onde eu vim,
Lembro com muita saudade.
Ruas e quintais não são mais como antes.
Por lá eu cresci, vi muitas flores se abrindo
No raiar das manhãs. Quantas vozes eu ouvi.
Atrelado ao ar do lugar, Timbó está incravado em mim.
Suas praças me recordam bem, profundas lembranças
Que o tempo marcou.
Não posso esquecer dos amigos que um dia
Comigo sorriram. Aqueles que foram,
Os que me disseram, os que propuseram, os que se fecharam,
Os que se abriram e aqueles que nunca mais vi.
As vezes me pergunto quem eu sou de onde eu vim e ate aonde vou chega sera que um dia vou encontrar algem que gosta de me ou sera que vo. Vive sem amor, sera que um dia eu ja fui amado por alguem.
🫦🕯️🔥
"Apago o mundo lá fora para celebrar o nosso amor entre quatro paredes,
Onde a doçura do anjo se perde no fogo de todas as tuas sedes."
