Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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Com amor no teu coração, chegas onde quiseres, principalmente aos que mais falta de amor demonstram , esses precisam de mais atenção, não desistas deles! Lembra-te, eles só não demonstram, mas são por vezes os que mais sentem e recebem o teu amor, como quem está a morrer de sede! Lentamente habituam-se a beber dessa fonte de Amor, e muitas vezes tornam-se o melhor canal do amor de Deus a outros necessitados! Não julgues...AMA.

⁠Onde Há Maturidade Não Há Competição.

Fisioterapia: onde a dor de hoje vira força de amanhã.

Hoje resolvi escrever pra você !! Quantos planos fazemos ao longo dessa jornada, onde o tempo é apenas uma dádiva no qual não temos a mínima ideia de quando seremos retirados daqui. Você so entende o valor de um momento quando ele virá lembrança, so entende o valor de uma pessoa quando ela não esta mais por perto. Hoje é resultado de ontém e amanhã é resultado de hoje por isso devemos escolher com sabedoria nossas palavras e atitudes hoje, para amanhã não lamentarmos o ontém. Um dia a cortina da vida vai se fechar, aqui ou acola, o ontem já passou, o amanhã pode nem chegar, e a saudade e a única que vai ficar !
Boa noite.

Ali onde a alma goza suspiros de paz, no silêncio de si mesmo, às margens de um lago de águas tranquilas onde borboletas douradas e libélulas pairam doces e placidamente. Ali, se puder achar, dobrando a esquina do inferno, à direita do desalento. (Walter Sasso)

Qualquer lugar, onde quer que você esteja, um paraíso, o céu. Se você não tiver a liberdade para partir tornar-se-à um inferno.(Walter Sasso)

Um rapaz diz pro outro:
- onde não existe nada sempre há alguma coisa!
o outro responde:
- mas o que você quer dizer com isso?
o primeiro responde:
- Nada.
O último responde pensativo...
- ainda acho que aí tem alguma coisa.

O amor é o vento

Para onde o vento sopra?
para os horizontes,
para as casinhas perdidas nos campos,
leva as folhas que surfam em bandos.
Vai subindo e descendo os montes
e sopra na alma,
acorda e acalma
numa brisa suave
que nos toma e invade.
De onde vem o vento?
do mar e lento,
do túnel do tempo,
ou da imaginação,
como quem nasce num furacão,
impulsionado pelo olhar,
como aquele que sonha
e sabe onde quer chegar.
Esse vento é o amar,
deixe o amor soprar!

A mente confusa é como um labirinto sem mapa, um território onde cada passo ecoa em corredores intermináveis. A viagem de uma mente perturbada não conhece fronteiras, não possui destino certo, e se estende além do que a razão consegue alcançar.
Nem mesmo a tecnologia, com toda sua força e precisão, é capaz de decifrar o colapso silencioso que habita dentro de uma mente em tormento. O caos interior não se deixa capturar por algoritmos, não se deixa medir por máquinas. É um universo próprio, feito de sombras e enigmas.
Essa jornada nos lembra de uma verdade dura: diante da vastidão do mundo e da fragilidade da existência, não somos nada além de poeira em movimento. A grandeza que acreditamos possuir se dissolve quando confrontada com a imensidão do desconhecido.
E é justamente nesse reconhecimento da nossa pequenez que surge a possibilidade de paz. Não a paz superficial, mas aquela que nasce da aceitação. Aceitar que não controlamos tudo, que não precisamos vencer todos os labirintos, que o silêncio pode ser mais sábio do que a luta.
Assim, o melhor a fazer é estar em paz — não como fuga, mas como escolha. A paz é o único porto seguro na longa viagem da mente confusa.

O significado do Pré-escolar
O Pré é a ponte.
É onde a criança deixa de ser apenas pequena
e começa a se reconhecer como aluna, amiga e protagonista.
Se o Berçário é o acolhimento
e o Jardim é a descoberta,
o Pré é o despertar.
No Pré, a criança:
aprende a esperar a sua vez
entende regras com afeto
começa a expressar ideias e sentimentos 🗣️
desenvolve autonomia (“eu consigo!”)
se prepara emocionalmente para o Ensino Fundamental
Não é sobre saber ler ou escrever perfeitamente.
É sobre estar pronta por dentro.
"Projeto Gotinhas de Amor que Acolhem "

Eu não sei por que, nem por onde.
Para onde foram as palavras que de repente fugiram de mim...
Seria seu retrato revelando em mim encantamento?

Eu não caminho para ser admirada, caminho para abrir portas onde outras mulheres possam passar em segurança.

Cresci onde o amor vinha ferido; sobrevivi, cumpri, calei. Quando deixei de aceitar o insulto, tornei-me réu




Janeck Tolentino

Na lateral da poltrona, onde descanso meu corpo da existência, está a porta do banheiro, onde muito bem centralizado há um quadro. Uma onça expressiva, com olhar vibrante, onde o amarelo envelhecido contrasta com o fundo preto. Olho para a onça e a onça me olha, sem sabermos quem será o predador da vez. Em frente da poltrona há outro quadro. Uma releitura mal feita de uma pintura de Monet. Há no campo de visão uma mesa, onde repousam três livros, que me lembram que eu deixei a leitura pela metade. O porcelanato brilhante no chão constrata com os móveis baratos do quarto. Do outro lado da poltrona há uma cama, que me lembra que eu tenho dormido demais. A casa está muito limpa, contrastando com o fato de eu não ter tomado banho hoje. Intervalo meu tempo entre momentos de um tédio sufocante e pequenos entusiasmos, que encontro em atividades banais. A mente está mais tranquila, após a catarse de escrever um texto grotesco, que assustaria quem me vê assim tão dócil. A televisão está ligada com o som no silencioso, e em um olhar rápido vejo o Roberto Carlos, pois é véspera de Natal. Embaixo do apartamento, há uma casa de festas e sou obrigada a ouvir "Parabéns pra você" todos os dias. As noites passo insone, já que tenho trocado o dia pela noite. Apesar de tudo me sinto feliz, pois estou presa em minha casa, mas tenho a chave da porta, e pra rimar, é isso que importa. A Bíblia em cima da mesa me lembra minha falta de fé, apesar de buscá-la bastante, lendo em aramaico, idioma que desconheço. Por uma velha submissão, peço perdão pelo texto anterior, em que escancaro a podridão humana. Eu não precisava ter sido tão literal assim. Mas fui. É véspera de Natal e eu peço a Deus que perdoe meus pecados e meu cinismo. E que um dia eu encontre Jesus.

Capítulo Quarto — Onde a Sombra Também Reza


Existe um tipo de noite que não aparece nas previsões do tempo. Uma noite que não vem do céu, mas da gente mesmo. Ela se aproxima devagar, como quem conhece o caminho da casa: primeiro um cansaço estranho, depois aquele aperto no meio do peito, e por fim a sensação de que o mundo ficou grande demais e o corpo pequeno demais pra carregar tudo.


Nessa noite, mora um personagem silencioso: o ser humano que luta com a própria mente. Às vezes é a ansiedade que dá ordens, às vezes é o pânico que chama pelo nome, e em outras a depressão se senta ao lado como um velho conhecido que nunca foi convidado. Ele olha o espelho e pergunta: “Por que eu sou assim?”
Mas a pergunta verdadeira deveria ser: “Por que eu acho que a culpa é minha?”


A culpa não é. Nunca foi.
Quando a alma dói, não é sinal de fraqueza — é sinal de que ela está viva demais, sentindo demais, absorvendo demais. É como um tecido delicado que se rasga fácil porque foi feito para perceber o mundo com profundidade.


Esse personagem, cansado e solitário, caminha por dentro do próprio labirinto. A mente vira um corredor estreito, cheio de ecos, e cada eco diz uma coisa diferente. Em certos dias, a luz da fé parece um fósforo; em outros, parece um farol. Mas ela sempre aparece — mesmo quando a pessoa acha que não merece.


Há um detalhe sagrado nesse capítulo: Deus não se preocupa com a roupa que usamos na vitória, mas com as cicatrizes que carregamos do combate.
Jesus, esse andarilho de almas cansadas, conhecia bem o peso das madrugadas que ninguém vê. Ele caminhava ao lado dos quebrados, dos tristes, dos esquecidos. E sempre repetia, de um jeito ou de outro:
“Você não é o que te feriu. Você é o que está tentando se levantar.”


É aí que entra a filosofia mística — aquela que olha para o invisível e entende que o sofrimento não é punição, mas passagem. O fogo que queima hoje pode virar clarão pra iluminar o caminho de outra pessoa amanhã.
Dor compartilhada vira mapa.
Dor transformada vira guia.


O personagem desse capítulo, mesmo tremendo, mesmo cansado, mesmo chorando com o rosto escondido na camisa, continua. Ele continua porque existe uma espécie de chamado. Não é voz de anjo, não é ordem divina, não é promessa de céu.
É só a vida sussurrando:
“Você ainda tem algo pra entregar.”


E ele tem.
Mesmo ferido, ele se torna farol para outros que estão na escuridão. Não porque é mais forte, mas porque conhece o caminho. Quem já visitou os próprios abismos sabe orientar quem está à beira deles.


No fim desse capítulo, a lição é simples e profunda:
a dor não diminui ninguém.
A tristeza não define ninguém.
A luta interna não anula a luz que carrega.


O perdão — inclusive o próprio — é um tipo de renascimento.
E cada crise superada é uma página virada dentro do livro sagrado que chamamos vida.


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Você aceita dançar comigo na melodia do amor, onde nossos passos se entrelaçam e nossos corações se tornam uma só harmonia?

Que o Natal seja um momento de ⁠renovação,onde o amor e a esperança floresçam no seu coração

Harmonia da Poesia


Horizonte dos teus atos
Reinventado dos mares
Onde busco navegar na intensidade
Maresias de nossos abraços e beijos
Pulsar de uma direção empolgante
No anseio de um Porto seguro.

As redes criam um ambiente onde o pedantismo prospera e a consciência disso não nos absolve.

O importante não é só saber pra onde ir, mas sim saber pra onde não voltar.