Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Oh, solidão gótica, meu fantasma familiar,
Noites de veludo, onde a lua é um crânio pálido,
E as sombras dançam, um balé de agonia,
Em catedrais escuras, onde o silêncio é um grito.
Solidão, minha amante espectral,
Com teu véu de névoa e olhos de âmbar,
Tu me guias pelas ruas de paralelepípedos,
Onde os ecos sussurram segredos antigos.
Exatidão, meu bisturi afiado,
Dissecando a alma, revelando a carne nua,
Onde a verdade sangra, um rubi escarlate,
E a beleza é um cadáver em decomposição.
Oh, solidão gótica, meu doce veneno,
Em teus braços frios, encontro meu lar,
Onde a escuridão é a luz, e a morte, a vida,
E a solidão, minha eterna companheira.
Crítica à desigualdade e à impunidade
Aqui é o Brasil. país onde o trabalhador honestamente sustenta a família com um salário mínimo, a realidade se torna insuportável quando a elite do poder judiciário vive à margem do esforço que mantém a nação de pé. Ver quem julga e decide sobre a vida alheia desfrutando de privilégios desproporcionais é um insulto à dignidade do trabalho e à ideia de justiça. Essa disparidade não é apenas econômica; é moral e institucional, corroendo a confiança pública e transformando o tribunal em símbolo de distância entre lei e povo.
A imagem de magistrados que parecem alheios ao labor cotidiano — que recebem muito mais sem que isso se traduza em serviço público visível ou em responsabilidade efetiva — é vergonhosa e perigosa. Quando a autoridade se confunde com conforto e o dever com indiferença, a democracia empobrece. A justiça deixa de ser um ideal e passa a ser um privilégio reservado a poucos, enquanto a maioria paga a conta com suor e sacrifício.
Exigir transparência, prestação de contas e critérios claros de remuneração não é ataque; é defesa da própria noção de Estado de Direito. É preciso restaurar a proporcionalidade entre responsabilidade e recompensa, valorizar o trabalho produtivo e punir a opacidade que alimenta privilégios. Só assim a palavra “juiz” voltará a significar imparcialidade e serviço, e não um sinônimo de distância e impunidade.
A luta é por respeito ao trabalho, por instituições que reflitam os valores que proclamam e por uma sociedade onde o esforço do pobre não seja o alicerce do conforto de poucos. Que a indignação se transforme em mobilização cívica, em leis mais justas, em fiscalização efetiva e em políticas que coloquem a dignidade humana acima de privilégios.
Overdose
Onde vi estações
Repletas dias onipresentes
Quis mergulhar em doses vitais
Sedento de energia
Exagerei em viver mudança de outono para primavera.
Arte de sonhar
Amplitude de reinventar
O Existir
De energia sonhadora
Onde busca sentido para a vida.
Rosa Branca
Resplandecer da luz
Onde a singularidade abraça
Benevolencia do tempo
Resignificação acompanhado não necessários
Dádiva do esperar o momento de brotar.
Viva todos os dias como se a morte estivesse de tocaia, você soubesse onde e fosse inevitável passar por lá.
Tenha sempre onde possa conservar seus nãos,
pra dizê-los sem medo nas horas propícias;
virem sãos de seus lábios, seus olhos serenos.
AMNÉSIA
Demétrio Sena - Magé
Tenho medos guardados onde não me lembro;
trago dores que rangem nos dentes da alma;
tem um membro esquecido no corpo abstrato
escondido na calma da minha tristeza...
O que arrasto comigo não sei definir,
talvez sejam correntes, porque sou fantasma;
é um ir e voltar sem saber de que ponto
e perder o meu tempo num vazio insano...
Minha idade carrega sensação de mais;
tenho pesos imensos no desvão da mente,
frente fria que abate meu campo minado...
Eu me caço no escuro de minhas verdades
ou saudades de quando não me lembro mais,
que ou quem nunca esteve nas minhas vivências...
... ... ...
#respeiteautorias É lei.
De nada adianta caminhar sozinho, para onde ir se não temos com quem partilhar a beleza do horizonte?
Se preciso for, retorne alguns passos para resgatar aqueles que ficaram para trás, você pode precisar de alguém para lhe mostrar o que mais importa em sua grande jornada.
Todos carregamos o direito — não, o dever feroz —
de ser honestos, autênticos, onde quer que o mundo nos lance:
nas ruas sujas na cidade tumultuada, nos silêncios da alma,
em todo canto onde o coração pulsa sem máscara. Mas o que fazemos? Tecemos um sentimento oco,
uma névoa fria para escapar da lâmina da realidade.
Fugimos do espelho que corta, da verdade que queima,
preferindo o vazio morno à luz que nos refaz.Escolha: a honestidade que liberta ou o nada que engole?
Seja inteiro, ou pereça na ilusão que você mesmo constrói.
A obsolescência laboral nasce exatamente nesse paradoxo — onde a organização pede o que não autoriza.
“Cada manhã é um verso novo, onde o sol escreve com luz e o vento solfeja rimas invisíveis na pele da esperança.”
©JoaoCarreiraPoeta.
“Teus olhos são a bússola onde o meu destino repousa, navegando sereno entre o mistério e o desejo que murmureja no silêncio.” ©JoaoCarreiraPoeta.
“Cada respiração é um elo invisível entre o finito e o infinito, onde habita silenciosa a centelha escolástica do divino.”
©JoaoCarreiraPoeta.
Campinas, 01/12/2025.
“Na tessitura do tempo, onde o vento sussurra fonemas e o sol borda douradas lembranças, repousa o coração dos poetas — eternos navegantes dos sonhos e das palavras.” ©JoaoCarreiraPoeta.
Campinas, 05/12/2025.
“Bom dia, meus caríssimos poetas! Que alegria saudá-los neste belo dia, onde a inspiração solfeja em nossas almas e as ideias grugulejam com doçura nos confins da mente!” ©JoaoCarreiraPoeta.
Campinas, 13/12/2025.
No Mundo Invertido do Multiverso da Loucura, é uma Ofensa Falar a Verdade, onde o Errado é tomado como Certo.
Tenho absoluta certeza de que meu lar é um refúgio acolhedor, onde cada ambiente irradia calor, amor e serenidade. As paredes guardam risos e memórias felizes, os cantos transbordam conforto e harmonia, e cada detalhe convida à paz, à união e ao bem-estar. É um espaço onde o coração se sente seguro, nutrido e profundamente em casa.
Morar em Brasília é viver entre ruas limpas e ipês amarelos, onde a segurança e a natureza caminham lado a lado, e a cidade oferece educação, cultura e lazer em perfeita harmonia; é como caminhar ao lado de Oscar Niemeyer, cuja presença ainda se sente nas curvas da cidade, e quando você ergue os olhos, o céu realmente é azul e limpo.
