Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
"Mas... levantar-se? A lembrança daquele sol queimando as folhas e os caminhos, a mesma terra em que o seu corpo nu pousara, dava-lhe uma incrível lassidão. Um calor delicioso adormecia as suas veias - era bom conservar-se assim, os olhos f
echados, sem nenhum movimento. E insensivelmente, ela foi levada a pensar na sua infância, como quem cede a um desejo há muito oculto na sua alma. Sorria quase: há tanto tempo... então? Como veria ela as coisas por essa época, a natureza, os homens? Decerto não era do mesmo modo que agora... Uma vez, quando quebrara no jardim um ramo carregado de rosas encarnadas, sentira de repente o gesto de infância – era assim, quase sem sentido direto, como quem vive num sonho ou numa fantasia que não se acaba. Não existia nenhuma separação com os outros objetos – era ela mesma árvore ou rosa aproveitando o sol ardente como aproveitam as árvores, as rosas – e nunca poderia imaginar a fonte calma sem o seu riso, nem o seu riso sem o sussurro da água humilde entre as folhas escuras. Não havia a distância nem o isolamento. Era o campo, com o seu céu azul e as suas tardes limpas, onde os risos das crianças soavam sempre e as andorinhas passavam cada vez mais ligeiras, cada vez mais distantes.. Tudo tinha uma misteriosa correspondência com a sua vida, não eram simples andorinhas que passavam, mas seres conhecidos a quem ela amava e a quem era preciso dizer adeus a cada estio morto ou esperar, na curva do barranco, a cada inverno que findava.... Ela recebia as suas mensagens de terras longínquas – e quando se banhava, era com os olhos fitos no céu, para saber se alguma chegava atrasada, ruflando na grande calma as asas cansadas e solitárias. Eis que de repente tudo passava... Caminhos, caminhos que a sombra ia engolindo aos poucos, gestos que iam perdendo toda a beleza e rompiam as suas misteriosas comunicações, para se tornarem insuportavelmente hostis e individuais... Ah! para as almas morbidamente sensíveis como a sua, aquele rompimento forçado pelo tempo era alguma coisa profundamente dolorosa, que arrastaria sempre pelos dias tristes, com os olhos cegos voltados para os lugares que deixara... A vida não seria apenas a ameaça do tempo e o desejo de voltar? Ah! caminhos! caminhos por onde passara e por onde não poderia mais passar... E a sua dor foi tão súbita e tão intensa que abriu os olhos de novo, inundados de lágrimas.”
Até quando o ser humano viverá de acordo com seus caprichos? Até que a terra caia, ou até que o céu desça? Cometemos constantemente erros e crimes contra nossos irmãos e contra o Pai Maior. Mas será justo, após cometê-los, pedirmos perdão e logo depois tornar a errar? Prudência, meus irmãos... Está na hora de pararmos para pensar que até mesmo os anjos do céu cansam-se de ajudar-nos a apagar sempre o mesmo erro”.
A vida é tão imprevisível. Boa parte de nossos heróis estão embaixo da terra, e os poucos, os que restaram, se sacrificam pela nossa felicidade. Quer maior prova de amor? Afinal, porque reclamamos tanto se temos tudo? É preciso dar valor nas coisas, alias, nas pessoas, pois um dia tudo vai embora, e a saudade fica.
- Versos de balcão.
Eu quero que a vida seja assim, tão simples. Brilho do sol, terra céu e mar sem me preocupar a que horas vou voltar, se é que vou voltar.
Que todos os versos sejam a tradução de teus olhos, que nenhuma verdade seja feita de barro, e que os pilares dessa casa "o amor" sejam feitos com verdade, verdade essa que palavras não alcançam.
De palavras que o mundo nada espera, tudo pode um coração esperar.
Juntinho de você
"POESIA.
Eu tenho a terra o céu e o mar
Se estou juntinho de você,
O sonho vem como o amanhã,
Que ilumina o meu viver.
Pois toda paz que eu possa ter,
São suas mãos a afagar,
no seu abraço a me prender,
na emoção do teu olhar.
É o amor surgindo...
Os corações se abrindo,
É a emoção que toma conta de nós.
É o doce som de sua voz!"
Filhinhos, cuidais ter juízo na terra, para que não sejais condenados no dia daquele grande juízo nos céus.
Paz, entre os seres da terra
é o que nós precisamos,(vamos)
acabar com essa guerra
interseres humanos.
A natureza não tem culpa
e o ser humano à machuca.
Devemos tomar consciencia
Devemos viver nossa paz
Preservando o território
Destinado aos animais, vegetais, tudo mais.
Devemos preservar
nós devemos cuidar
Por isso somos racionais,
Pra isso podemos pensar.
Não podemos aceitar
esse avanço nos levando pra trás
o oxigênio vai acabar
e sentiremos falta
do que agora destruímos,
sentiremos falta
do ar que nós poluímos
mas não vfoi por falta
de aviso.
Eu tenho um vaso.
Durante anos adubei sozinha a terra.
As primeiras mudinhas estavam nascendo e, então, achei por bem confiá-lo a mais alguém.
E esse alguém jogou um saco de pedras no meu vaso, porque não foi capaz de compreender a beleza do que ainda estava nascendo.
Obrigada, Senhor, porque hoje vamos retirar juntos mais uma pedra do meu vaso.
Se as mudinhas morreram, plantaremos outras mais fortes e melhores.
Amém.
O ensinamento da verdade...É a estrutura sólida do homem na terra,ele se firma em DEUS,através do conhecimento de sua palavra; assim transforma-se o homem...num SER com sabedoria viva e firme...Andando em caminhos retos e em plenitude...
Eu posso estar com todas as pessoas do mundo.
Conhecer todos os lugares da Terra.
Se você não estiver aqui, jamais estarei completa.
Jaboatão! Jaboatão! olho e não te vejo Jaboatão! Meus olhos choram...Como dói meu coração.Terra de canaviais e muitos coqueirais...Terra de praias tão lindas,hoje é só lixão,pois o lixo é despejado sem dó e piedade...Nas praias de Jaboatão.Onde todos se conheciam...Brincando em suas praças e que a gente era feliz e não sabia.Hoje dói meu coração, por ver tanta violência.Por ver a cidade tão feia e em destruição.Quero gritar muito alto...Salvemos Jaboatão,terra de nossos avós, de nossos pais e de nossa criação.Vieram pessoas de fora,para o nosso Jaboatão,que não tinham o mesmo sentimento,que tem nosso coração.A má administração contribuiu para isso,hoje Jaboatão...Não já boa tão.Peço a DEUS; que renove nessa construção...Que ajude-nos a ter um novo Jaboatão.E assim poder dizer...Esse é Jaboatão e agora...Já boa tão.
O Fim do Planeta Terra
Ouço o barulho
Da serra elétrica
Cortando as vidas.
O ar que eu respiro
Agora tem cheiro de veneno,
A chuva não refresca,
A chuva agora é ácida.
Se mata a sede com gosto de cloro,
E quando a Terra grita de dor
Chamam-na de mavalda;
Na hora dos furacões,
Na hora em que as enchentes
Levam as casas.
Antes fazia frio
Hoje o inverno é quente,
Eu queria esquiar na neve
Mas o gelo já derreteu!
Sim!Eu tenho medo!
Sim!Eu tenho medo!
Eu tenho medo
De andar na rua
E não ver mais árvores,
Eu tenho medo
De olhar o céu
E não ver os pássaros,
Eu tenho medo
De abrir a torneira
E não ter mais água.
Sim!Eu tenho medo!
Sim!Eu tenho medo
Enquanto você me deseja tudo que há de ruim nessa terra, eu dobro meus joelhos e peço a Deus que mude seu coração, e te faça uma pessoa muito feliz.
Não faço peso na terra, sou um nada, sou um verme, sou esquisitão. Porque que estou aqui ?
Eu não sou deste lugar!
Jogaram terra sobre mim. Esperem! Ainda estou vivo, pode parecer que não, mas estou. Infelizmente estou.
