Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Quando criança, eu sabia quem eu era e não na pessoa que me tornei, isto só mostra que o destino está nas nossas mãos, nós é quem decidimos em ser bom ou mau, isto parte da consciência de cada um.
Eu estava perdido.
Mas te juro, nao sabia disso.
Fui aos quatro cantos do mundo. Procurei por anjos, mas nao achei nenhum, a nao ser voce.
Fui alem dos sonhos mas me perdir nos pesadelos.
E as luzes se ascenderam quando toquei em voce, foi voce que me iluminou, com seus olhos que tudo de mim podia absorver.
Voce viu meus medos, mas ensistiu em dizer que foi eu que vi os seus.
E ficamos assim, simplesmente sem saber.
QUANDO TE QUERIA.
Quando te queria.
Você fingia que não via
Mas sabia que queria,
Pois, percebia que me via.
Peguei meu telefone, e naquela hora não sabia se era certo, ou se tinha mesmo a necessidade de fazer aquilo. Não sei explicar, meus dedos começaram se mover descontroladamente em busca dos dígitos do seu celular, e acabaram indo de encontro com a sua voz embarcada de frieza, que faz qualquer coração gelar ao ouvir. Foi sem querer, eu juro. Não queria te ligar. É que meus dedos já percorreram tanto os seus fios de cabelo quando nos amávamos, que acabou buscando outro artifício para te lembrar de que ainda estou por aqui, vagando no poço de esperança que você insiste em jogar água, quando já estava acostumado com a seca faz tempo.
Sorriu...
Quando ninguém sabia,
Contagiou com amor,
Velhos pensamentos vazios.
Fez o coração pulsar,
Quando já não havia, esperança de vida,
Ao olhar sem desejar, tocou almas para curar.
Por fim...
A criança coloriu a casa,
Com a única coisa que possuía,
Sua alegria!
Não sabia nem o que dizer, mais queria que soubesse que estive aqui e pensei em você
Que sinto sua falta
Ando doente
saudades!!!!!
ELOGIO.
O elogio é maneira sábia de reconhecimento das virtudes ou do trabalho das pessoas quando, merecidamente, fazem jus. Além de justiça, incentiva, faz crescer o elogiado e enriquece quem elogia. autor: EU
Seja lá qual for a raça que deu à nossa o gap tecnológico dos últimos cem anos, sabia muito bem o que fazia. Nosso corpo ainda é de 1700, precisa subir nas árvores as quais matamos a fim de criarmos novos equipamentos para estimular o corpo.
Nossa emoção e instinto é pouco mais do que quando éramos primatas. Ainda assim nos distanciamos da tribo disfarçando-nos em tecnologia que foi criada para tentar nos aproximar.
Seja lá quem for que nos deu este gap tecnológico creio que, se a intenção era acabar conosco, está conseguindo.
Ninguém notava, mas ela sabia, era outra. As mesmas feições, o mesmo físico, mas a alma transformada. Via tudo diferente, como se até aquele momento fosse míope e passasse a usar lentes corretivas. Sem dúvida a verdade lhe fora revelada, mas era muito tarde, como tudo em sua vida. Olhou o céu. Felizes os pássaros que podem voar. De repente ficou muito triste, nunca andara de avião. A sua frente o cemitério, a última morada (teve alguma?). Não trazia flores - sempre esquecia dos detalhes. O cheiro de velas acesas inundava o ambiente. Chegou ao túmulo. Ali jaz o amor, para sempre enterrado. Como tudo em sua vida, era muito tarde.
Encontrei uma carta de ex-namorada que dizia... - TE AMAREI PRA SEMPRE. Não sabia se ria ou chorava... O que dizer de coisas assim?
Cansei de dar amor a quem nem sabia diferenciar o que é amar e amor. Não se ensina amar, não brinca com o amor. Ou sente, ou não.
A pessoa mais sábia, não é aquela que sabe a hora de falar, mas sim aquela que sabe a hora de ficar em silêncio
