Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica
" Quando eu era pequena queria tocar as estrelas e juntá-las uma á uma. Acreditava que pudessem deixar o céu e vir para a terra. Era só um pensamento de menina mas era meu sonho!
O tempo passou ... eu cresci... mas... alguma coisa aconteceu, porque todos dias eu continuei a ver aquelas mesmas estrelas brilhando e iluminando meu caminho, minha vida e acreditando que pudessem vir para a terra.
E não é que vieram?
E quando elas pousaram no terreno do meu coração, eu as chamei de AMIGOS " e as guardei todas dentro de mim !"
Quão feliz, quão realizado uma pessoa é na vida, não depende de mais nada, além do nível da sua gratidão. Quem aprende a ser grato, aprende a valorizar tudo e a todos a sua volta, não enche o saco alheio com reclamações, se posiciona, se esforça pra melhorar o que "ainda" não está bom. Quando abre os olhos pela manha e respirando já vi nisso um motivo pra ser grato. Eu não sou perfeita, minha vida também não é, pois todos temos percalços, mas no modo de vida que escolhi sou profundamente feliz e realizada, e isso mesmo nas pequenas coisas a que me apego. Tendo profunda gratidão por cada dia, por cada conquista, por cada vitória, coisas, pessoas, que agrego e mantenho nos meus dias. Em especial vivo um momento de ser grata pela euforia que serei vovó logo, isso é uma nova chance de amar, de não cometer os erros que cometi na criação das filhas. Ora..... perfeitos não somos mas podemos sempre melhorar, aprimorar, lapidar nosso caráter, fazer algumas concessões, e ir nos adequando de forma que nossa vida seja melhor, e que os que estão a nossa volta se sintam felizes ao lembrar da gente. Vamos agradecer mais, quando se agradece, coisas boas são atraídas pra perto de nós. E novas conquistas se tornam possíveis. E fazemos o mundo a nossa volta um lugar bem melhor pra se viver, estar e Permanecer.
Madrugadas recheadas de silêncio, com um amargo gosto na boca, uma ânsia que transita entre a gargante e o estômago ressaltando o vazio interior.
A tristeza interminável na falta de algo que jamais poderá ser preenchido. É como um parto psicológico onde a criança teima em não sair, o médico não virá, e à mãe, sozinha em meio a um mar de sangue só cabe esperar o fim da dor que parece infinita.
O ponteiro do relógio em uma dança sádica parece caminhar no sentido inverso fazendo o tempo esticar-se num fragmento infinito e torturante de hora.
Como um mendigo, nú, segurando apenas um pedaço de cobertor caminho ao banheiro em busca de um medicamento capaz de sanar a dor que não é física, tomo um dois tantos quantos necessário for na espareça de uma reação curativa, proporcionar o sono profundo capaz de permitir chegar ao fim desta madrugada eterna que se tornou minha vida.
Deito me novamente na cama, agora gelada, olhando para televisão como única companheira que dá aos meus ouvidos vozes na esperança de sentir a presença de alguém, para quando os remédios fazerem seus efeitos eu poder repousar com a sensação de que qualquer pessoa velará pelo meu sono quando ele chegar.
Meu corpo mesquinho me faz levantar de forma súbita, e de joelhos no chão abraçado a privada vomito cada analgésico em meio a restos de um lanche que comi horas atrás. A dor permanecer, o tempo parece voltar, agora em meio a uma ressaca moral e um gosto amago. Escovo os dentes mas nada parece capaz de eliminar este gosto, este maldito gosto...
Abro o chuveiro, tomo um banho, mais um, o terceiro nas ultimas duas horas. De olhos fechado permito que a fria acaricie meu corpo, sim, a água mesmo fria é capaz de me abraçar e me fazer sentir acompanhado só mais uma vez.
Nada funciona, o tempo continua a sufoca-me, se pelo menos esse sufocar fosse capaz de me fazer repousar, mas não ele não é físico. Até me passa pela cabeça em utilizar de uma corda qualquer para tornar real e externo o nó presente na garganta, e assim novamente me entregar a um sono eterno que insiste em não chegar nunca.
Olho no celular em busca de mais uma vez ter uma única mensagem de alguém a perguntar se estou bem. Alguém seja quem for, apenas um alguém dentre aqueles todos que um dia confiaram a mim suas dores, porém caíram no esquecimento quando elas passaram. Nada, nem ninguém aparece.
E de todas as eternidades que busquei, a amor, a felicidade, a paz interior, um Deus e ate mesmo a morte, de todas estas a única que insiste em permanecer é a eterna dor de estar vivo em uma madruga solitária e funesta que nunca mais acabou!
William Shakespeare escreveu que o verdadeiro nome do amor é cativeiro. Por favor! Prenda-me em uma prisão perpétua. E não me libertem homens, até que eu saia morto.
Como morador de uma favela, não gosto nenhum pouco de ver os aristocratas falando mal delas, sem conhecimento de causa.
Eu desisti, mas vi que fazia falta. Então voltei, uma parte vale, e vale muito a pena, mas todo o resto é só vazio, desatenção, desamor, falta de interesse, falta de envolvimento, não complementa, e deixa a desejar. E daí o que fazer....... viver com a falta que faz, ou com essa coisa incompleta?.... vale a pena será viver só com partes..... não ter o quase tudo num só, numa só relação, num mesmo pacote. Dou as dicas todos os dias, quero mudanças pra não desistir. Atitude e Mudanças.
Um dia pude experimentar o lado amargo da vida, e com ele fiz uma ponte atravessei o vale, e hoje do topo vislumbro a terra que mana leite e mel
A vida é uma contate luta por aquilo que não trouxemos, chegamos ao mundo sem nada e em meio a caminhada travamos uma luta por algo que nem sabemos se é nosso e logo na partida deixamos tudo pra trás e como sempre partimos sem nada.
Um homem de verdade, procura uma mulher de verdade!
Mais evoluída que ele, para abri-ló a mente e torna-ló mais.
Se o cara não se mostra disposto é porque você não ó veste.
Mas, se ele se mantém a te iludir.. Este não é homem. É um moleque!
Quando tua plateia for de apenas uma pessoa, brilhe tanto quanto brilharia se fossem mil, esta uma, perpetuará a energia necessária para uma futura lotação
Acabei de ler num post de uma amiga: 'Somos balões cheios de sentimentos num mundo cheio de alfinetes."
Dá pra se sentir seguro balõezinhos amig@s?
Não! Eu mesma me vi estourando no mais leve movimento... você sabe o estrago que um alfinete faz, não sabe!? Imagina um mundo cheio de alfinetes...
Você contorna aqui, num esforço sobrenatural sobe o mais alto que puder, se esconde entre as árvores, foge, e foge, e foge...
No fim dá um cansaço... melhor é estourar de vez e cair murchinho da Silva... em cima de milhares de alfinetinhos.
Tô eu aqui brincando com uma coisa muito séria: a Vida...
Você só tem uma vida pra viver, e eu só tenho uma vida pra viver.... isto aqui não é um ensaio, não.
ou Deus nos guarda das alfinetadas, ou Deus nos guarda das alfinetadas...
Qualquer outra opção
ops... era uma vez um balão
Enquanto espero o sono chegar...
Nesta semana fui convidada a assistir a uma palestra... meu tempo está reduzidíssimo, na minha vida só o que é realmente importante, intransferível...
O tema era bom... o título da palestra era interessante, digamos que até importante em dias em que cada um está a olhar o seu próprio umbigo, esquecendo-se de que o mundo é cheiinho de gente com dores, desamores, dissabores...
La fui eu... sentei-me na poltrona e comecei a ouvir...
Meio de praxe o palestrante começar a sua fala apresentando-se.... até aí tudo bem um desvio do tema.
Só que era mesmo sua história de vida que ele tinha pra contar... uma história de superações meio sem sentido, a meu ver... mas talvez não seja eu especialista no assunto pra criticar suas mágoas embutidas em palavras e piadinhas de extremo mau gosto contra seres que nem sempre sabem as regrinhas de convivência...
Paciência....
Acho que no afã de narrar sua história de vida, o palestrante esqueceu quase todos os plurais em casa... e as concordâncias verbais!? Nem me fale... um verdadeiro caos, nada concordava com nada.
Mas tudo bem.... isso é só coisa chata de professor de português....
Todo mundo sabe que a linguagem de um palestrante deve ser adequada ao seu público-alvo....
Talvez ele tenha feito isso.... nivelando bem, mas bem por baixo... confesso que algumas pessoas presentes eu conheço... e usam bem mais de meia-dúzia de palavras em seus altos papos. Então o vocabulário poderia ter sido melhorado 😉
Mas... Tudo bem, nem todo mundo tem um vocabulário variado... e se se comunica bem com meia dúzia de palavras 👏🏻👏🏻👏🏻
Agora, independentemente do público-alvo, por favor, nada de palavrões... respeito é bom, e eu gosto...
Mas talvez eu só seja uma senhorinha chata, que não fala palavrão, que tem filhos e netos que não falam palavrões, que convive a maior parte do tempo com pessoas que não falam palavrões.
Em uma palestra, a não ser que o tema seja uma explicação minuciosa de cada um dos palavrões que existem, please... respeitem meus ouvidos.
Daí veio um exemplo tirado da Wikipedia... bom, pelo nível da palestra não era possível esperar que exemplos comprovados cientificamente fossem usados...
Tudo bem. Só deve ser a professora de metodologia científica em mim a se sentir incomodada.
Mas não resisti! Ele citou Wikipedia e eu imediatamente fui checar: referência errada, my friend... nem a Wikipedia concordava com o que ele falava...
Como saí da palestra? Bem, você pode imaginar...
Dica importantíssima: você tem uma história triste pra contar? Nada contra que você se vista de palestrante e conte-a aos quatro ventos... conte como alcançou o sucesso com luta, humildade, estudo, como superou os revezes da vida, as pedras no caminho... mas nada de apontar colegas e professores como vilões da história - não é de bom tom (mas talvez aqui seja só a profissional professora não querendo ouvir falar mal da classe dos profes....)
mas pelo amor de Deus... não venda sua fala mascarada com um tema que está em voga e o mundo inteiro está querendo ouvir...
Não subestime a inteligência do seu próximo.... não deboche de quem um dia debochou de você... não engane ninguém: se sua palestra é a história de sua vida: Uma história de superação.... não outro título não, isso só vai gerar confusão! Conselho de amiga 😉
O mundo é redondinho, ele dá voltas... action/reaction...
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