Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Um porta lápis cheio de canetas
Que com elas escrevo em preto, azul e vermelho
Linhas de minha vida,
tão prazerosa vida
sem recursos econômicos,
mas com vários motivos para contar
a felicidade de estar vivo.
Sem você na minha vida
Sou como um barquinho a deriva
Buscando um destino
Você, o amor da minha vida
Indo para lá e vindo pra cá
Na esperança de um dia te encontrar
Para poder dizer que te amo
E logo depois de te beijar
(Versão: Minha Terra tem Castanheiras)
Minha terra tem castanheiras
Onde o velho Coelho aportou,
Trouxe consigo a poesia
Que Gonçalves Dias lhe proporcionou
Legado este, que a “lenda” nos deixou
E com o nome de Marabá
A cidade ficou,
Poucos sabem a “história”
Deste nome tão singelo
Por isso, somos filhos
De tantos mistérios...
Não posso abraçar, não posso festejar, mas posso ligar para minha melhor amiga e relembrar os abraços que recebi quando eu estava na pior.
Aquilo que estou fazendo hoje se torna importante porque estou trocando um dia da minha vida por isso.
Palavras ecoam na minha mente...
Lidar com a vida como um barco a vela deixando o mar te levar...
Sendo sincero vivemos apenas no reflexo de um espelho...
Nas sombras do espelho pode se ver o amanhã e suas brechas deixadas por nossas almas...
A verdade que guarda a luz de tuas facetas...
Ilusão que surgem quando terminar a esperança.
Tudo que importava era a felicidade.
Cai em minha pele umagota d'água, que vem lá de cima, se senti, ou se molhou?
não percebi, apenas vi.
Jan Bernardo
Quem somos nós? Essa pergunta tem martelado em minha cabeça em tempos de pandemia.
Somos caracterizados pelo o que fazemos na sociedade; se nos perguntam quem somos, falamos sobre a profissão que nos formamos e exercemos, mas será que isso realmente nos define?
Quando nos formamos em uma faculdade, ou terminamos um processo de aprendizagem,o momento de êxtase é inevitável,pois esse momento vem carregado com o sentimento de esperança, de que um futuro melhor está por vir; contudo surge uma incógnita: temos a preocupação com o nosso futuro,ou isso é apenas um processo de ansiedade, para definirmos as outras pessoas quem realmente somos?
Buscamos sempre a aceitação de outras pessoas,gostamos do status social e do sentimento de nos sentir "visíveis" perante a sociedade; porém é através da busca de "aceitação",que percebemos a nossa falta de identidade; essa foi uma lição que aprendi.
A pandemia nos mostrou que enquanto corremos atrás do que é incerto, esquecemos do que é visível aos nossos olhos todos os dias,que é a morte; ela é um personagem não sazonal,que pode sim,chegar em tempos de festas, aniversários e feriados, mas a especialidade dela sempre foi os dias comuns,pois são esses que não damos a devida atenção.
Ela é uma figura poderosa, que pode se envolver em dias bons,ou impulsionar os dias maus;Quando percebermos o peso que a morte tem,saberemos o real valor da vida,essa é uma lição que aprendi.
Na teoria de Maslow, o psicólogo classifica a sociedade em um esquema de pirâmide,onde sempre iremos almejar o topo,mas através dessa busca insaciável,não damos conta que temos o necessário,que é a base para se viver, como a alimentação, educação e principalmente a saúde.
Por isso sempre me aconselho a viver um dia de cada vez; o futuro? é uma dúvida.
O passado? é uma lição.
Mas o presente é uma dádiva,pois através dele,não conseguimos definir quem seremos,mas conseguimos ver quem realmente somos.
Seria Imaturo demais querer que o mundo acabe, querer que essa voz que existe na minha mente suma, querer parar de sentir minha alma gritar, querer que tudo isso acabe. E seja lá oque vier depois não deve ser tão perturbador como e agora.
Quando penso na minha infância, pergunto a mim mesmo como consegui sobreviver. É claro que foi uma infância infeliz: se tivesse sido feliz, dificilmente teria valido a pena.
Vida no campo.
Na Selva de minha alma...
O limite é desconhecido...
Mata bruta...
Campos de frutas e arvoredo florido...
Vida no campo...
Minha vida lá foi prometida...
Açudes de peixes...
Lagos e cachoeiras...
Oh prazer...
Não deixei nada na cidadezinha...
Voltar lá...?
Só se for pra comprar sal e farinha...
Não quero reviver...
O que a cidade me deu...
Foi só desprazer...
Sentimento matuto é o meu...
As pessoas no campo são batutas...
Trabalham muito...
É suor que não derramam prantos...
Esta vontade de está no sítio...
As vezes foge até de mim...
Aqui eu planto...
Aqui eu semeio...
Aqui eu cultivo...
Aqui eu colho e como....
Aqui eu pesco...
E em falar tudo isso...
Não sou desonesto...
Acreditei na alvenaria...
Paredes blindadas e gradiadas...
Será mesmo que só assim..?
Poderemos viver em paz...?
Não...!
Minha casa de sapê...
Ou de madeira serrada...
O soalho é avermelhado...
Madeira de lei que peguei lá no serrado...
A árvore foi cortada...
Mas as sementes foram brotadas...
O tempo trará outras..
Enquanto isso...
As galheiras é para a fogueira...
A panela é de barro...
E o quintal tem galinha aos bocados...
Porco no chiqueiro...
Gado no curral e são tudo leiteiros...
Aqui eu me encontro...
Sem precisar me humilhar...
E pedir descontos...
Aos domingos...
Vou na igreja...
E quando volto...
Arreio o meu alazão...
E passeio no grotão...
Armo a arapuca....
Esperando a saracura....
Franguinho do mato para remediar...
E depois eu volto pra cozinhar...
Sou assim....
Sensível com os pássaros na floresta...
A coruja pia e a noite faz sua festa...
Na mistura do barulho...
Faço canção e poesia...
E ouço o gado berrar la no pasto...
E também chia a cutia......
Sou caboclo do mato...
Tenho uma inspiração e é nela que me regalo...
Tudo aqui é verde e amarelo...
O ar é puro é singelo...
O azul caí do céu...
E o vermelho é o sangue de minhas veias...
Uma mistura de cores que não são alcalinas...
Minha parceira é gente fina...
Minha flor nega menina...
Lava roupa no Ribeirão....
E estende debaixo da mangueira...
Cascavilhei esse tema...
Porquê sou apaixonado pela Natureza...
Não chamem isso de poesia....
Chamem de iguaria...
Na pradaria do lajeado que piso...
Falo e repito...
Não há nada que possa...
Substituir tudo isso....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
RACIOCÍNIO LÓGICO.
Tentar resolver.
Para não me perder
Você era minha vida.
Minha vida era você.
Minha vida sem você.
Contradição.
Você não era minha vida.
Minha vida não era você .
Minha vida era você.
Prossegue assertiva.
Minha vida, afirmativa
Que prossegue sem conjunção
Minha vida sem você
É um conjunto vazio
Infinito de lembranças
E prossigo,
Na esperança de encontrar a solução.
Minha vida com você.
Era a única verdade da minha equação.
Um sorriso chamado Scheilla...
Deus,
Sorrindo fizestes a pessoa escolhida para ser minha mãe, te agradeço.
Jorge Ben Jor falou de um país tropical, abençoado por Deus, mas, não sou flamenguista como o Ben Jor ou como o filho de Thereza, e flamenguista de coração, Sebastiao Lobato, Rio de Janeiro não! Sou São Paulo. Não o apóstolo, o Senhor sabe, mas o que tenho de parecido com o Ben Jor é que eu também tenho uma nega chamada Thereza, a pessoa mais sorridente aí do Céu.
Falando de Ben Jor de novo, ele cantou que "Aqui onde estão os homens, há um grande leilão, dizem que nele há uma princesa a venda".Sim, embora pareça que ela é só uma escrava, pois trabalha, trabalha e trabalha, são "Ao centro os senhores sentados, vendo a colheita do algodão tão branco, sendo colhido por mãos negras".
Mas ela é uma princesa, filha da rainha Therezinha, ela não é escrava, nem do serviço, nem da enxaqueca, tudo balança e dói, mas a coroa não sai da cabeça.
As mãos doloridas escrevem, ela não é escrava, ela escreve, e crava um sorriso no rosto que ninguém pode tirar, e crê, e vai, e vence e vive.
A vida dela não é fácil, mas ela não está só, tem o meu pai, tem meus irmãos, tem amigas que o Senhor deu, e ela sorri, e eu sorrio junto, sou rio, que deságua no mar que ela é, e sou parecido com Ben Jor em outro sentido, digo aos problemas: "Sai da minha frente que eu quero passar."
Minha mãe escreveu, "O sorriso chamado Thereza".
Quero falar desse sorriso chamado Scheilla, que é professora, amiga, escritora, protetora, querida, mãe, serva do Senhor, escolhida.
Ela é daquelas de teologia pura, porque ela realmente sabe do estudo a respeito de Deus, ela conhece não somente o que foi escrito, ela conhece o Senhor de convívio, de intimidade contigo.
Ela sempre nos ensinou no caminho em que devemos andar.
Desde pequeno aprendo sobre o Senhor, Poliana, tia Silvana, professoras de quando eu era criança, e minha mãe, que eu imagino que desde que eu estava ligado a ela pelo umbigo, ela já falava comigo, sobre Cristo, sobre o Senhor, Papai do céu, sobre o seu Santo Espírito, e hoje prossigo, até o dia em que estaremos sorrindo aí no céu.
Obrigado por ter me escolhido pra ser filho dela.
Daí nos a alegria da sua salvação, continua morando no meu coração, e continua comigo, porque quando vejo aquele sorriso, sinto que estás aqui, e sorrio.
Aquele sorriso é sua presença, tenho certeza, o sorriso chamado Scheilla.
Amém.
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