Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Veja quantos erros tenho em minha escrita,
uma palavra que ouvi e nunca foi dita,
lindos sonhos que fizeram renascer
alguém que jamais conseguirei ser.
Minha tristeza não aparece,
pois meu coração não padece,
não tenho um certo caminho,
vago por aí sempre sozinho.
já me arrependi de ter pensado que conhecia a minha companheira, e não quero voltar a fazer o mesmo,
Curiosidade de casal:
"A minha grama é mais verde?
A grama do vizinho é mais verde?
A grama do seu vizinho é mais verde,
Até que você descobre que é artificial.
Então não queira conhecer o gramado do vizinho."
Saúdo as Ana´s que fizeram minha vida mais feliz, as Anas que me trouxeram felicidades, as Anas que realmente souberam me amar.
Bendita seja as Anas(Paula e Karoline)
VARANDO A MADRUGADA
Desmorono
de sono...
meu corpo
se entrega
minha alma
se eleva...
meus sentidos
minam
meus sonhos
dominam...
Dizer do meu amor?
Por que diria?
Para que fujas?
Se omita de minha companhia?
Se insistes, direi em sonatas
Em acordes alegres
Assim terei coragem
De me despir do meu mais profundo segredo
De revelar o meu desejo
Da ideia que penetra em minha mente
Agora vês?
Há tempos te amo loucamente!
Fazer o que
se o coração não quer pensar
se manda e desmanda na minha mente,
se apaga qualquer vestígio de medo
se quero só,
um momento com você
um segundo da tua pele para me fazer eterna
em ti,
quero descansar minha loucura
te entregar meu desejo
rolar,
de baixo do chuveiro
no chão do quaro
no tapete,
na sala de jantar
fazer o que ?
Se minha loucura é a direção
que me leva
carrega,
no caminho da tua lucidez
me joga,
te faz carinho
dengo
Fazer o que,
se o perigo é sedução
se quero tomar gole
me embriagar
saciar meus anseios,
devaneios...
fazer o que ?
Se o verão está frio
se quero fazer do teu corpo
meu agasalho
abrigo,
se minha boca pede teu toque
teus beijos
carinhos,
viajando, sussurrando...
cheiros
me embriagando
consumindo
incendiando
quero fogo
vinho !
Vou embora da minha vida para não mais voltar.
E se quiseres saber de mim, me procure em suas memórias.
Nas mágoas esquecidas.
Na vida sofrida, cuja a qual não quero mais voltar.
Outro nome surge na minha mente, outro cheiro, outro sabor. Creio que isso ainda pode se transformar em amor.
Encontrei em minha vida quem me ama, quer e valoriza.
Por isso não preciso de MIGALHAS.
Me sentir " de vez em quando" querida e desejada, logo após; ser esquecida, torturada.
É isso que faz comigo e sou eu quem permito.
Mas pra mim já deu, quem dita a regra aqui sou eu, não um coração tolo que se alegra com tão POUCO.
POUCO pra mim não basta, pra mim é MUITO, TUDO, OU NADA.
Sorria da minha loucura
vire para trás
olhe mais uma vez,
quanto a mim
estarei sorrindo em dobro,
da tua lucidez !
Não complique,
Descomplique,
Duplique,
Triplique minha felicidade ou se retire.
Soma, divida, me ensina
Não me reprima.
Preenche, entende, me sente
Ou se ausente.
Me tenha, mas não retenha,
Me tome, mas não me torre.
Me consome na cama, não minha paciência, por favor
Me umedece entre as pernas, não meus olhos, meu amor
Sinta minha ausência,
Mas não cobre presença
Me ame, se apaixone
Não questione
Seja simples.
F u g a
Quisera, ao sol do dia,
Esconder minha presença
Em profundo poço.
Dormir o sono longo
Dos justos, dos cansados.
Quisera, ao sol do dia,
Ser apenas uma pedra
Numa gruta distante.
Quisera, ao sol do dia,
Ser apenas uma folha
Num livro com folhas
Sem fim.
Quisera viver somente à noite:
Hora mágica do dia!
Que ventura ao espírito!
Quão liberta e suave
A vida noturna,
Em que a alma se despoja
Dos grilhões da rotina diária
Em que nossos sentimentos se abrandam
Ao contato de outros seres.
Hora mágica,
Dos cantores de poesia
Dos suspiros românticos
Dos aromas de mel
Da lua irradiando saudades!
Triste dia que chega
Ao canto do arauto emplumado!
Triste vida luminosa
E, também, escura
Que clareia o inimigo
Que, à, noite era irmão!
MINHA SINGELA POESIA
Escrevo frases soltas
Sem sentido oculto;
Versos livres
Sem atavismos literários;
Impressões fugazes
Sem intento definido.
Minha poesia não deve ser interpretada;
Deve ser sentida!
Meus versos simples
Não propõem discussões:
Falam de sentimentos simples
Que um pequenino raio de sol
Reflete na multidão!
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
CANÇÃO DA PAZ
Se o sacrifício de minha vida
Valer o silenciar da voragem
De um mundo consumido por guerras,
No altar da inconsequência humana
Imolarei meu corpo,
Para que a curta existência
De um pobre mortal,
Guerreiro de si mesmo,
Seja espalhada aos ventos
Pelas sendas de um mundo
Onde homens de corações flamejantes
Incendeiam sonhos de paz!
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
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