Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Constância é o compasso da alma que insiste,
É força serena que nunca desiste.
Ela levanta quando tudo fraqueja,
É chama acesa que o tempo não apaga ou despreza.
É ritmo firme, sem pressa ou demora,
É presença diária que nunca vai embora.
Constância é o elo entre o sonho e a ação,
É quem constrói castelos com o tijolo da repetição.
Não grita, não salta, apenas permanece,
E no silêncio, tudo ela tece.
É no gesto que se repete com fé e razão,
Que se ergue a ponte para a superação.
"Educação transcende livros e salas de aula — ela se fortalece no lar, no exemplo e nos valores que moldam o caráter. Quando cultivamos respeito, ética e discernimento, criamos raízes profundas que sustentam qualquer tempestade. A verdadeira transformação começa dentro de nós e se espalha através de nossas ações. Juntos, podemos construir um mundo mais justo, digno e consciente."
Roberto Ikeda
Às vezes, apenas sinto.
Não sei exatamente o que é a tristeza.
Ela não grita, não se explica, não aparece com nome ou rosto.
Ela só… se instala.
Às vezes, vem devagar — uma brisa fria que toca o peito sem pedir licença.
Outras, é como um silêncio pesado que se senta ao meu lado e decide ficar.
Não dói como uma ferida, não arde como o medo.
É mais sutil. Mais vazia.
É um olhar perdido, um suspiro que não encontra ar.
É estar cercado de coisas e ainda assim se sentir longe.
É querer chorar, mas não ter lágrima.
É desejar ser ouvido, mesmo sem saber o que dizer.
A tristeza é esse espaço sem nome,
onde tudo fica embaçado, meio lento, meio longe.
Como se o tempo parasse,
mas não fosse descanso — só ausência.
E quando tento entender,
tudo escapa.
Fico ali, quieto,
como quem esqueceu de existir,
mas ainda respira.
O ritual lendário
A renúncia foi consagrada na carne, mas na mente ela tempestuou,
Os desejos são profanos dentro do templo sem castidade,
Enquanto os pensamentos vagarem entre navalhas e brasas o destino estará entregue a servidão e penitência dos sentimentos esvaziados,
O sacrifício da desilusão é o vinho derramado da liberdade e entre os amores peregrinos o perfume da alma é exalado como ritual divino no altar,
Logo, mais um portal se abrirá e a magia ancestral será lançada mais uma vez, transformando o sangue e a água sagrada em ouro.
Como É Bom Cuidar De Mim
Ela vem fechando tudo, escondendo o azul do céu, até o sol perde seu brilho como um rosto atrás de um véu.
De mansinho suas aguas vem molhando meu jardim, me mostrando com carinho como é cuidar de mim.
Vou criando uma melodia e escrevendo uma canção, vou correndo contra o vento como numa contra mão.
Busco sempre alguém que possa trabalhar no meu jardim, porque ás vezes eu esqueço como é bom cuidar de mim.
Morrer não é nada, ficar esquecido que é pior do que morrer, a morte não temos controle ela é inevitável, mas o esquecimento ou na lembrança nós temos controle o nosso esquecimento a nossa lembrança será lembrada da maneira que tratamos a vida da maneira que vivemos da maneira como utilizamos o nosso tempo da maneira que olhamos para a eternidade
Certa vez, vi uma mulher sentada sobre um trono feito de espelhos estilhaçados. Ela vestia branco, mas suas mãos estavam manchadas de tinta dourada, e sua boca proclamava nomes que não eram o dela. Ela se dizia noiva, mas já havia se deitado com reis demais, cada um deixando nela uma semente, e de cada semente, nascia um novo nome, um novo credo, um novo dogma, todos clamando por serem filhos legítimos de um mesmo Pai. Mas quanto mais filhos ela gerava,mais distante parecia daquele que lhe prometera o altar. Alguns desses filhos ergueram templos de ouro, outros, púlpitos de ódio. Uns gritavam "graça", outros sussurravam "poder", e muitos aprenderam a vender milagres como se fossem especiarias. Os mandamentos foram escritos em rolos de marketing. As virtudes cardeais tornaram-se decorações de vitral. A caridade tornou-se performance. A temperança, um texto esquecido. A prudência, uma ameaça. A justiça… silenciada. E o Pai? O Pai foi reduzido a slogan. Um nome jogado em guerras políticas, um refém de interpretações convenientes, um pretexto para se construir impérios sobre a fragilidade do rebanho. Quem era a mulher que dizia gerar o sagrado, mas paria o profano? Quem multiplicava em nome do Uno, mas diluía sua essência a cada parto? Quem prostituiu as virtudes e quebrou os mandamentos sem sequer corar?
A morte não me assusta.
Não mais.
Ela chega de mansinho,
puxa uma cadeira, cruza as pernas
e me observa em silêncio,
como quem espera o fim de um café frio.
Eu respiro fundo e finjo que não a vejo.
Acendo um cigarro, mexo na xícara,
brinco de ignorar o inevitável.
Mas sei que ela está ali — talvez sempre estivesse.
E isso me arranca um riso sincero.
Não que eu não ame a vida.
Amo. Mas, às vezes, a vida pesa,
vira conta vencida na gaveta,
pedra no sapato.
Às vezes, ela pede trégua,
e eu, sem jeito, sigo a marcha dos desesperados.
Então, a morte chega sem anunciar.
Não bate na porta, não tosse no batente.
Apenas entra, senta,
ajeita o capuz do manto
e me olha, como quem diz:
"Você sabia que eu vinha."
E eu sabia.
Desde sempre.
Ela não é susto, nem castigo, nem fim.
É como uma palavra mal dita
que o poeta decide engolir.
Um fardo que escorrega dos ombros,
um corpo que desaperta e, enfim, flutua.
E, no fim, talvez seja isso.
Não um adeus, mas um aceno comedido.
Só morre quem viveu, quem gastou os sapatos,
quem aprendeu a tropeçar sem medo.
E eu?
Eu aceito.
Porque talvez só quem morre entenda, por fim,
que viver sempre foi um jeito
— sutil, distraído, inescapável —
de ir embora.
Hoje, fui até a janela...
E lá estava ela,
tão perto, mas tão distante,
entre o vidro e a luz que entra pela fresta.
A vi. Jovem, bonita,
como quem não quer ser vista,
mas é vista.
Sorriu. Acenou.
Acenou para mim, ou talvez para alguém
que eu não sou,
alguém que ela inventou,
ou apenas imaginou
do outro lado da rua,
junto a tantos outros que não significam nada.
Quantas janelas existem, e quantas são abertas?
E por um momento, me vi em outra vida:
um homem com coragem,
um homem que caminha até ela,
que diz o que nunca sei dizer.
Talvez um "como vai?",
ou apenas um olhar —
silencioso, sem palavras, sem promessas.
Mas não sei.
Nunca soube.
Eu sou só o homem do outro lado da rua,
um qualquer, um ninguém.
Quantos outros existem,
em cada janela, em cada lado, em cada rua?
E ela, tão real quanto o impossível,
como o céu, como as estrelas,
como esta metafísica que nos envolve,
que permeia o que somos e o que vemos,
mas que jamais entenderemos.
Como o mistério das coisas,
que olhamos e pensamos entender,
mas que nunca saberemos.
E eu, o estranho do outro lado da rua,
sem coragem de atravessar,
sem palavras, sem ousadia de ser:
um ninguém.
E ela, com aquele sorriso,
me vê por um segundo.
Mas será que me vê de verdade?
Ou será que me inventa,
como todos inventam a si mesmos,
como eu invento o que sou?
Então ela se vira.
Ela se vira e vai embora.
E com ela, meus pensamentos,
meus sonhos, minha vida.
E eu, aqui,
do lado de cá da rua,
vendo a vida passar —
a vida vivida e sonhada —
sabendo que nunca farei parte de nada disso.
Nunca farei parte de nada disso,
nem daquilo outro.
Nunca farei parte.
Influenciar alguém nunca é um ato neutro. Toda influência carrega uma marca de poder. Ela pode ser sutil, como um olhar de aprovação; ou brutal, com o um silenciamento.
Ao contrário do que muitos temiam, a tecnologia não substituiu o professor, ela empoderou os profissionais da educação, alinhando todas as gerações que convivem na comunidade escolar.
Muitas pessoas veem a morte como uma punição, mas na verdade ela pode ser libertadora, liberdade. Se, no último momento de vida, o corpo luta para sobreviver, mas no fim morre, então ele se liberta: liberta-se da dor, liberta-se da punição de ter que lutar até o último momento.
"A educação musical não se limita à técnica; ela promove o desenvolvimento integral do ser humano, integrando aspectos cognitivos, emocionais e sociais."
Fabiano da Silva Barbosa
A infância não termina com a idade.
Ela mora na gente — nos gestos espontâneos, nos medos antigos, nas memórias que doem e também nas que salvam.
Ninguém tem o direito de tirar a esperança de alguém, pois isso pode ser a única coisa que ela ainda tenha!
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas sobre a família mostrando que ela é o nosso alicerce
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
