Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Sabe quando você precisa chora, e nada, senti um sufoco uma dor, e a lagrima não caiu, essa é a pior sensação!
A Música Em Mim
Quando muito ainda era pouco
E pouco era quse nada
Quando cantar era um sufoco
E se insistisse levava pedrada,
Eu bancava o louco
E cantava até nas calçada
Quando eu gritava
E ninguém me ouvia
A minha voz flutuava
E quase nada dizia,
Era susto
Era covardia
Mas mesmo assim
A música eu abraçava
E quando cantava
Eu ia até o fim
Porque sem a música em mim
Me falta um pedaço
É como se você
Dissesse que sim
E eu já não soubesse
Mais o que eu faço,
Sem música
O meu mundo escuresse
É como gostar de alguém
E não ganhar seu abraço
Quando eu canto
No mesmo instante eu danço
Por isso te causa um espanto
Mas é dengo maluco
Que só faz bem
À um coração tão manso,
Porque o seu sorriso
É um encanto
E quem se olhar encanta também,
É quase preciso
É como remanso
Quando mais ainda era menos
E escutar já tanto fazia
Eu sempre ficava sereno
E nunca perdia a alegria,
Porque minha viola
Era sempre contente
Como um pássaro na gaiola
Cantando sempre o que sente,
Porque a música em mim
Me faz tão bem
É o viver mais distante
E ao mesmo instante presente.
Carrego nós olhos o coralino avistar
Mais ando por caminhos belos
Sufoco ossos e almas com destreza
Mas tenho a fonte da sinuosidade
Na língua o veneno da perdição
Por onde galantes palavras atravessam
Os sons que lhe aspiram parecem ser agoniantes
Mas não passam de eterno chamariz dessa melodia
A beleza de cores e formas letifica
Mas não engana, acoberta enfeitiça
Sabendo não cativar
Aos pobres de alma se entregam e despencam no conto
Letargia que se acha normal
Mal se sabem o fim é uma construção abissal
Como serpente se aproxima, como um leão ataca
Sua fuga nem se vê, sua missão já foi feita
E pelas beiradas buscara os filhos da luz.
Amor verdadeiro não é sufoco, perseguição, ciúmes excessivos. Amor é construído sem necessidade de propriedade, é liberdade e uma conquista, pois amor não implica em ter e sim ficar preso ao outro por vontade própria.
"Às vezes andar de um lado para o outro, te traz um sufoco.... uma vontade mudar, mas sabesse lá, se essa andança pra lá e pra cá, não tinha algo no caminho para te acrescentar..."
conversas vagas que sugam o meu intelecto
tantas crenças, ideologias
que sufoco estar ali
não precisa e nem queria falar
ou enfiar qualquer coisa na cabeça de alguém
na verdade, eu queria mesmo era descansar
querer a paz, e fazer a paz
como fazer paz criando guerra?
contenta trazem intrigas
tamanha as críticas,
batem e rebatem
de um lado pro outro
sem parar, julga um que julga o dois, que julga mais ainda o três que volta a julgar o um
meu olhar estagnado buscando a mansidão se frusta diante a tantas armas
palavras atiradas como balas perdidas
jogadas para atingir
querem revidar
mas,
a quem devem tanta explicação?
esse zunzunzum na minha cabeça,
to enlouquecendo, perdendo a razão
onde ficam os campos verdes?
onde estão as águas doces?
o mar salgado que purifica?
me carrega.... é pesado desse lado,
há para mim um espaço de luz?
quero aquietar-me,
silenciar-me,
e digerir meu eu....
me tiram o sossego,
querem jogar em minhas mãos instrumentos que ferem
mas, não, não, eu não vim pra fazer guerra,
vim a missão de paz,
minha arma é o amor,
e não sei engatilhar discórdia
a única revolução verdadeira é o amar,
conjugo esse verbo
mas,
tudo é vasto de maldade
eu apensas uma alma com uma mensagem, num corpo minúsculo diante a tamanha desigualdade
vezes indefesa, pareço tão incapaz
mas vou como vim, e para que vim,
levando, trazendo, espalhando a paz
aos murmúrios alheios,
as almas que vagam e as bocas cheias de corações vazios
meu lamento,
mas não me fez crescer esse fermento
a canção mansa que me faz dormir,
é a mesma que me faz acordar e perambular
quem a ela se rende, sai dançando
com a vida de rosto colado
minhas garras não vão parar de movimentar
ainda que em uma terça-feira de abril a angústia me invada
e minha vontade é ser arrebatada
para um lugar do tudo, ou simplesmente nada
permaneço revolucionária,
a única verdade que me move:
o amor!
não vão me calar,
não vão me esfriar
eu sou a resistência.
O sufoco no escuro, o medo no Anseio
O choro escondido, a prisão no sentimento, o ódio em sua tristeza
A alma que sangra.
A Solidão que me encanta.
A depressão não me espanta
A vida é apenas um livro, onde você se encanta em várias ficção, E no Fim descobre que isso não deu em nada.
Dúvida
Para o sufoco acabar
é urgente resolver:
esquecemos de lembrar
ou lembramos de esquecer?
Álvaro Acioli
Sou a tempestade da pedra,
a água do sol,
o ar do sufoco,
o calor do desprezo...
Tenho as lágrimas do riso,
o sorriso do choro,
me refaço do chão,
renasço do vão...
Desejo entortar o equilíbrio,
dançar na reta,
curvar na régua,
enlouquecer os planos,
planejar o inesperado,
decidir a vida em vão...
Posso parecer ser louca,
Mas sou eu quem moro na alma,
faço bater forte os sonhos,
estou dentro do coração...
Eu sou o que te faz vivo,
te dou o impulso,
o improviso...
Eu vim de Deus,
sou sentimento,
eu sou a emoção...
ONDE ESTÁ VOCÊ ?
Por onde andas ?
quando preciso de você
para me tirar
desse sufoco.
Onde está você ?
pegue minha mão
me leve embora
dessa escuridão.
Onde está você agora ?
Venha,me abrace
me leve para
onde o sol brilha mais forte.
Estou aqui
á esperar pela
pessoa que me entende
apenas num olhar.
Sufoco
Tudo dói mais que o normal
Sinto tudo com mais intensidade
Sinto até as lágrimas escorrendo
Por vezes quero sair correndo.
Sinto o vazio ao meu redor
Sinto o silêncio, a falta de luz
Ouço meu sangue circular
Tenho gostado tanto de chorar.
A agonia maçante de pensar
Provoca um aperto no peito
Uma tristeza sem explicação
Me deixa sem sentido e sem razão.
O pior é a solidão
Ela me abraça, sufoca
Me bate e me derruba
Parece não acabar nunca.
Sem saber
Sem querer
Vou querendo apenas
Viver.
A tristeza tem sabor
Um gosto de desgosto
Um tempero insosso
De querer se sentir morto.
ADEUS...
ADEUS…
O navio vai partir, sufoco o pranto
Que na alma faz nascer cruel saudade;
Só me punge a lembrança que em breve há-de
Fugir ao meu olhar o teu encanto.
Não mais ao pé de ti, fruindo santo
Amor em sonho azul; nem a amizade
De amigos me dará felicidade
Igual à que gozei contigo tanto.
Dentro do peito frio meu coração
Ardendo está co'a força da paixão,
Qual mártir exilado em gelo russo...
Vai largando o navio p'ra largo giro:
Eu meu «adeus» lhe envio n'um suspiro,
Ela um adeus me envia n'um soluço.
Se deixares que tua vida se transforme numa “mesmice”,
você não a suportará.
Imagine o sufoco que seria, a certeza que seu amanhã fosse igual ao seu ontem.
Nosso comodismo poderá ser nosso fim, pois ao percebermos que estaríamos “cômodos”, na realidade isto estaria nos sufocando, pois nada disto poderia ser comparado
a algum sentimento feliz.
Tendo isto sendo despercebido por muito tempo, o retorno para a realidade será árduo demais para quem
sempre priorizou o puro comodismo.
(Teorilang)
Um Belo abraço em meio tempestade,não acabar com tal grande problema,mais minimizar tal sufoco dentro de ti.
Muitas das vezes precisamos encarar o mundo,não o mundo. Mais sim o mundo que está dentro de nós...E tão difícil lidar consigo mesmo.
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